Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

TÁBUA DE SALVAÇÃO?

As três ações brasileiras “à prova de Trump”? As empresas que podem se salvar em meio ao desespero global, segundo o BofA 

Diante do pandemônio que as tarifas de Trump causaram nos mercados, o BofA separou quais seriam as ações que funcionariam como “porto seguro”

Bia Azevedo
Bia Azevedo
8 de abril de 2025
12:06
Ironia? Elon Musk foi quem sofreu a maior queda na fortuna nos primeiros 100 dias de Trump
Imagem: Meta IA

Desde o “Dia da Libertação”, quando Donald Trump finalmente anunciou as tarifas adicionais para os parceiros comerciais dos EUA, tem sido um verdadeiro pandemônio nos mercados globais.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante desse caos, o que os investidores querem agora é uma tábua de salvação. Quem está melhor posicionado para atravessar esse momento de desespero global? O Bank of America (BofA) fez uma lista com as ações com menos chances de serem negativamente afetadas no longo prazo — e três brasileiras aparecem nela. 

São elas: Banco do Brasil (BBAS3), B3 (B3SA3) e BB Seguridade (BBSE3)

Ações à prova de Trump? 

Com as tarifas de Trump, o Ibovespa já acumula queda de 3,59% nos últimos cinco dias até o fechamento do pregão de segunda-feira (07). Em Nova York, o Nasdaq e o S&P 500 têm perdas na casa dos 9%; já o Dow Jones cai impressionantes 10% no mesmo intervalo. 

Na Europa, o Stoxx 600, índice com as principais empresas listadas em 17 países do bloco, também se desvalorizou quase 10%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Ásia, o Heng Seng, o principal índice de ações de Hong Kong, caiu mais de 13% nos últimos cinco dias, e o Nikkei teve perdas que se aproximam dos 8% — e chegou a ter que acionar o circuit breaker no pregão de segunda graças a uma desvalorização que ultrapassou os 8% no dia. 

Leia Também

Nesse banho de sangue, os analistas do BofA destacam que as ações de exportadoras têm sido as mais penalizadas pelo tarifaço no mundo inteiro. “As tarifas dos EUA parecem ser um dos principais diferenciadores no desempenho das ações até o momento”, escrevem os analistas em relatório. 

Assim, o banco fez uma triagem global de ações com base em características que podem proteger as empresas do impacto negativo das tarifas dos EUA, levando em consideração apenas empresas grandes e líquidas — com valor de mercado superior a US$ 10 bilhões e volume diário médio de negociações superior a US$ 10 milhões.

De acordo com os critérios estabelecidos pelo banco, os setores mais protegidos das tarifas seriam os de bancos, seguradoras e energia. Veja o ranking: 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  1. Bancos; 
  2. Seguros; 
  3. Energia;
  4. Imobiliário;
  5. Consumo e bens de consumo;
  6. Indústria; 
  7. Telecomunicações; 
  8. Saúde; 
  9. Utilities. 

De acordo com o relatório, estariam mais seguras as empresas que possuem: 

  • Nenhuma exposição à receita dos Estados Unidos; 
  • Sensibilidade negativa ao dólar: Essas empresas tendem a se beneficiar quando a divisa norte-americana está em queda; 
  • Sensibilidade abaixo da média ao Índice Global de Revisão de Lucros: Empresas com sensibilidade abaixo da média a ele são menos afetadas por revisões negativas nos lucros globais — o que pode indicar que elas têm uma performance mais estável, mesmo quando o ciclo global de lucros está em desaceleração; 
  • Uma classificação de Qualidade acima da média estabelecida pela análise (Quality Rank acima de 50): A "Qualidade" das empresas é avaliada com base em métricas financeiras, como rentabilidade, estabilidade de lucros e gestão de caixa; 
  • Classificação de Notícias acima da média (News Rank > 50):  Reflete a quantidade e o tom das notícias relacionadas à empresa, sendo uma medida de como a empresa é percebida na mídia e entre os investidores.

Banco do Brasil (BBAS3), B3 (B3SA3) e BB Seguridade (BBSE3)

O Banco do Brasil se destaca por sua baixa exposição às receitas geradas nos Estados Unidos, o que torna suas operações menos suscetíveis aos impactos das tarifas comerciais impostas pelos EUA. 

Embora tenha alguma exposição ao dólar devido às suas operações internacionais, a instituição pode apresentar uma sensibilidade negativa à moeda americana em certos cenários econômicos, como quando a depreciação do dólar favorece suas operações. 

Além disso, o Banco do Brasil é reconhecido pela sua sólida qualidade financeira, com alta estabilidade e uma gestão de riscos eficiente, o que o posiciona como uma empresa resiliente frente a desafios econômicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto à bolsa brasileira, uma possível desaceleração da economia norte-americana e enfraquecimento do dólar poderiam trazer fluxo de capital para países emergentes, como o Brasil — que, inclusive, recebeu a tarifação mínima dos EUA. 

Já a BB Seguridade se destaca por concentrar suas operações no mercado brasileiro, com pouca ou nenhuma receita proveniente dos Estados Unidos de Trump. Isso a torna menos vulnerável às tarifas comerciais impostas pelo governo norte-americano.

E, embora a empresa possa ser afetada por variações cambiais, especialmente devido a investimentos e operações no exterior, sua sensibilidade ao dólar é relativamente controlada, o que ajuda a mitigar riscos associados a flutuações cambiais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SINAL VERMELHO?

Alliança Saúde (AALR3) em xeque: Fitch rebaixa rating para nível pré-calote, enquanto empresa tenta segurar pressão dos credores

23 de março de 2026 - 14:04

Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro

OURO LÍQUIDO EM QUEDA

Prio (PRIO3) anuncia início da produção em Wahoo e prevê 40 mil barris/dia ao fim de abril, mas ações caem com guerra no radar

23 de março de 2026 - 13:31

A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent

EXPANSÃO NO E-COMMERCE

Reforço de uma gigante: após parceria com o Mercado Livre, Casas Bahia (BHIA3) começa a vender produtos na Amazon; ações sobem

23 de março de 2026 - 11:47

Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia

ALÍVIO

CSN (CSNA3) garante empréstimo de até R$ 7,43 bilhões enquanto tenta fechar a venda da CSN Cimentos

23 de março de 2026 - 10:11

A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia

PARCEIROS DE PESO

Ação da Oncoclínicas (ONCO3) salta mais de 57% na B3 após atrair mais um gigante: Fleury (FLRY3) pode entrar em parceria bilionária com a Porto (PSSA3)

23 de março de 2026 - 9:27

Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio

SURFANDO NA FIBRA ÓTICA

Adeus, B3? Claro compra 73,01% da Desktop (DESK3) por R$ 2,41 bilhões, que terá OPA para sair da bolsa

23 de março de 2026 - 8:51

Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa

REPORTAGEM ESPECIAL

O problema de R$ 17 bilhões do Pão de Açúcar (PCAR3): o risco fora da recuperação extrajudicial que assombra o mercado

23 de março de 2026 - 6:01

Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia

AÇÕES

Veja 5 ações para buscar lucrar na bolsa e superar o Ibovespa nesta semana, segundo Terra Investimentos

22 de março de 2026 - 13:40

No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa

ENTENDA

Parceria bilionária: Helbor (HBOR3) e Cyrela (CYRE3) se juntam para projeto do Minha Casa, Minha Vida; veja detalhes

21 de março de 2026 - 10:30

Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela

CONTRA GUERRAS E GREVE

Lula defende blindagem estratégica para a Petrobras (PETR4), mas o buraco pode ser mais embaixo

20 de março de 2026 - 19:00

A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento

VANTAGEM ENCOLHEU

Ações da Braskem (BRKM5) desabam mais de 11% depois que governo reduziu benefícios esperados para a indústria petroquímica; entenda

20 de março de 2026 - 15:24

Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle

GOVERNANÇA

Natura (NATU3) e Motiva (MOTV3) são selecionadas em ranking global de ética corporativa

20 de março de 2026 - 14:51

Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise

MAL-ESTAR NA BOLSA

Clima azeda para Petrobras (PETR4) e ações caem mais de 3% mesmo com petróleo caro; bancos enxergam risco para a tese

20 de março de 2026 - 13:03

No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global

PROTEÇÃO

Com R$ 1,3 bilhão em dívidas, Alliança Saúde (AALR3) pede socorro contra RJ e recebe liminar para negociar dívidas

20 de março de 2026 - 12:32

A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial

TRANSIÇÃO

Antigo conhecido do Santander: quem é Gilson Finkelsztain, que deixará a B3 para assumir o cargo de CEO no banco

20 de março de 2026 - 10:33

Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios

DINHEIRO NA CONTA

Proventos na veia: Lojas Renner (LREN3) e Cemig (CMIG) anunciam mais de R$ 875 milhões em JCP; veja detalhes

20 de março de 2026 - 9:30

Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado

FALTA DE VISIBILIDADE

Como a guerra no Irã fez a Riachuelo (RIAA3) desistir de oferta de ações que ajudaria na expansão da companhia

20 de março de 2026 - 8:31

Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira

O BOM FILHO À CASA TORNA

Troca de guarda: Gilson Finkelsztain deixa a B3 para assumir a presidência do Santander Brasil

19 de março de 2026 - 19:55

A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.

ILUMINADA!

Os R$ 50 bilhões da Eneva (ENEV3): empresa flerta com valor de mercado inédito após leilão histórico

19 de março de 2026 - 16:43

Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente

ENTRE QUEDA E OPORTUNIDADE

O ‘roxinho’ ficou barato? UBS eleva recomendação do Nubank e vê oportunidade de valorização à frente

19 de março de 2026 - 15:47

Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar