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O novo piso salarial nacional para 2026 já foi proposto, mas ainda aguarda aprovação; saiba o que ainda falta

Todo fim de ano milhões de brasileiros têm a mesma dúvida: afinal, de quanto vai ser o salário mínimo no ano que vem?
O governo propôs elevar o piso nacional para R$ 1.631, valor que aparece no Projeto de Lei Orçamentária de 2026 enviado ao Congresso em agosto.
A conta representa um reajuste de 7,44% sobre os atuais R$ 1.518. Mas, por enquanto, tudo isso segue apenas como previsão.
Para que o aumento chegue de fato ao bolso do trabalhador, o Congresso precisa aprovar a Lei Orçamentária Anual — e é esse trâmite que mantém o aumento do salário mínimo ainda como uma estimativa.
No entanto, não basta apenas constar do orçamento: para se tornar efetiva, a proposta precisa passar por toda a tramitação parlamentar.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, depois, levado ao plenário para votação e, só então, se aprovado, poderá ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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A expectativa é de que tudo isso seja concluído até 22 de dezembro, abrindo caminho para que o valor entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026.
O cálculo segue a política de valorização do salário mínimo, definida pela Lei nº 14.663/23, que determina dois componentes básicos:
Na prática, é a soma desses dois indicadores que define o reajuste anual. E é esse mecanismo que sustenta a proposta do governo para 2026.
Além de garantir um piso básico de remuneração para o trabalhador, o salário mínimo funciona como referência para toda a economia: orienta reajustes no funcionalismo público, define o valor das aposentadorias do INSS e influencia diretamente benefícios sociais, como o Bolsa Família.

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