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Ambos os temas, que podem nem sempre entrar em intersecção, têm exercido uma pressão quase simultânea nos preços do cobre, que vêm renovando máximas históricas em 2025
À primeira vista, Inteligência Artificial (IA) e transição energética podem parecer temáticas não muito semelhantes.
Apesar de ambos os temas envolverem o futuro da sociedade humana, as imagens “invocadas” por cada um, às vezes, se diferenciam.
Isso porque a IA diz respeito à digitalização global, ao avanço do processamento de dados e ao destino de muitas profissões, além de levantar discussões em relação aos impactos no meio ambiente – como o uso excessivo de água no resfriamento de servidores.
Já a transição energética é mais comumente associada a pautas a favor do meio ambiente, da redução da poluição no planeta e da descarbonização das fontes de energia, embora também seja vista como fundamental para o avanço das IAs, conhecidas pelo elevado consumo de eletricidade.
Ainda assim, esses dois vetores de transformação têm convergido em um ponto em comum, enquanto exercem, quase que simultaneamente, uma pressão crescente sobre um mesmo insumo básico: o cobre.
Os preços do cobre explodiram em 2025, atingindo múltiplas máximas históricas.
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A cotação spot do metal na London Metals Exchange, do Reino Unido, atingiu um pico na última sexta-feira (12), chegando a US$ 11.952 (cerca de R$ 65 mil) por tonelada.
Os contratos de cobre negociados em Londres são considerados o barômetro do mercado global, e acumulam alta de cerca de 36% no ano, sendo 9% somente no último mês.
Segundo a CNBC, a última “pernada” de alta se deu, principalmente, por receios em torno de tarifas de importação que podem ser impostas pelo governo dos Estados Unidos sobre o cobre refinado a partir de 2027, o que levou a um aumento da demanda no curto prazo.
De acordo com dados da StoneX, a entrada de cobre refinado nos EUA saltou em 650 mil toneladas a mais ao longo deste ano.
A demanda por mais cobre nos EUA antes das possíveis tarifas vem, justamente, dos setores ligados à transição energética e à Inteligência Artificial.
Sendo um dos metais de maior condutividade elétrica conhecidos, o cobre é um elemento essencial para a transição energética, presente na produção de veículos elétricos, painéis solares e turbinas eólicas.
Já do lado da IA, construções de data centers, novas estruturas de resfriamento dos servidores, e a alta expansão das redes elétricas para atender às bases pedem por grandes quantidades do metal.
Nenhuma dessas frentes de atuação dá sinais de uma desaceleração tão cedo. Portanto, para muito além dos contratos negociados, a corrida pelo cobre pode ter um outro “preço” mais caro a se pagar.
No curto prazo, alguns dos principais produtores globais de cobre já revisaram seus guidances para 2026, reduzindo projeções de produção, segundo dados do Deutsche Bank.
“No geral, vemos o mercado em um claro déficit, com estoques de mineração em seus níveis mais fracos no 4º trimestre de 2025 e 1º trimestre de 2026”, afirmou o banco, que já antecipa mais altas nos preços.
Porém, no médio prazo, o cenário pode ser ainda mais delicado.
Segundo um relatório da ONU Comércio e Desenvolvimento (Unctad), para atender à atual demanda por cobre no mundo, seriam necessárias 80 novas minas e US$ 250 bilhões (cerca de R$ 1.35 trilhões) em novos investimentos até 2030.
Porém, até que novas minas entrem em operação, o processo pode levar até 25 anos.
Para a Unctad, o déficit do metal é considerado iminente, e pode acabar prejudicando a transição global tanto para a energia limpa quanto para novas infraestruturas digitais.
O déficit de oferta já no curto prazo deve contribuir ainda mais com o aumento dos preços do metal, especialmente em território norte-americano.
O Citi vê o cobre atingir US$ 13 mil por tonelada no início de 2026, e até mesmo US$ 15 mil até o segundo trimestre do ano.
Andrew Glass, CEO da Avatar Commodities, disse à CNBC que o rali atual reflete uma “distorção altamente irregular”, principalmente por conta dos receios das tarifas nos EUA, ao invés de refletir apenas um desequilíbrio entre oferta e demanda.
Mesmo assim, vê o os preços do cobre subindo a patamares “estratosfericamente altos” no futuro próximo.
*Com informações dos portais CNBC e UN News.
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