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Disrupções tecnológicas, sociais e ambientais devem moldar os próximos cinco anos, e a governança corporativa surge como o leme para manter as empresas no rumo
Pouquíssimas coisas vão permanecer inabaladas nos próximos cinco anos, já que o que mais se vê no mundo hoje são frentes de disrupção, positivas ou não — e a inteligência artificial (IA) é só uma delas. As outras são: a instabilidade geopolítica, riscos à saúde humana, meio ambiente por um fio e a mudança no contrato social humano.
Essa é a visão de Pavan Sukhdev, fundador e CEO da GIST Impact, que participou do 26º Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), nesta quarta-feira (8). E, para ele, o antídoto que pode blindar as empresas de todas essas “externalidades” é a governança corporativa.
Sukhdev se aprofundou nos maiores desafios que as empresas enfrentarão daqui para a frente e reforçou que é necessário olhar para cada um deles a fim de entender qual será o impacto para os negócios individuais e como se proteger de cada um.
“Eu penso em governança não apenas como compliance — isso é uma pequena parte. Eu a vejo como todo o sistema de navegação de um navio: da tripulação ao capitão, do radar ao leme, da bússola à rota, para manter a embarcação flutuando e em movimento. Tudo isso é governança. Portanto, trata-se de liderança no barco em várias dimensões”, afirmou no painel ao explicar sobre como a governança pode navegar as disrupções nos próximos cinco anos.
Segundo Sukhdev, essa tecnologia vai transformar tudo, e os negócios que não treinaram correm um sério risco — e cabe aos conselheiros das companhias, portanto à governança em si, colocá-las nessa direção.
“E, embora eu não acredite que isso seja uma ameaça para os nossos negócios, acredito que indústrias capacitadas a treinar pessoas em IA e usá-la como um ativo, terão mais sucesso do que as que não utilizarem. E isso também vale para as pessoas”, afirmou no painel.
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Além disso, ele também fala sobre as instabilidades geopolíticas que o mundo têm enfrentado nos últimos anos, com guerras por toda parte e a própria democracia sendo colocada em xeque por alguns governos, o que também entra na mudança do nosso contrato social.
“A democracia está sendo desafiada. Um exemplo é Curtis Yarvin, um influenciador que tem impacto sobre o vice-presidente dos EUA, JD Vance. Ele defende que o sistema democrático está ultrapassado e que deveríamos viver em uma espécie de monarquia, na qual os reis seriam os CEOs das big techs. E ainda há quem caia nisso”, afirma Sukhdev.
O executivo destaca que as empresas precisam olhar para esses momentos externos para desenhar os cenários que vão afetá-las e procurar formas de solucioná-los mantendo o negócio vivo.
“Não dá para ignorar as externalidades. Os cenários políticos influenciam os cenários de mercado”, afirma, ao destacar que só uma governança forte nas empresas é capaz de colocar uma direção coerente a ser seguida.
“Outra frente é a saúde humana. Em 2016, o Global Nutrition Report já afirmava: nossa dieta tornou-se o maior peso para a saúde global. Isso custa mais do que o tabaco. E esse problema só acelera”, disse no evento.
Para ele, o capital humano é uma das frentes mais importantes para o sucesso de uma empresa e isso inevitavelmente esbarra na saúde tanto dos colaboradores como dos clientes. E como a empresa está disposta a lidar com esse impacto diz muito sobre como ela irá suceder daqui para a frente — em especial nos próximos cinco anos.
Por fim, há a saúde do planeta, que se degrada cada vez mais, e a iniciativa das companhias para olhar para isso tem sido mais e mais importante para os clientes e também para as próprias corporações.
“Uma visão de curto prazo pode matar a empresa no longo. É preciso olhar para frente ao invés do segundo seguinte”, destacou.
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