O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na cerimônia de comemoração dos 60 anos do Banco Central, Gabriel Galípolo destacou a força da instituição, a necessidade de aprimorar os canais de transmissão da política monetária e a importância de se conectar com um público mais amplo
Nada como a cerimônia de comemoração dos 60 anos do Banco Central para refletir sobre os desafios que ainda precisam ser superados. Nesta quarta-feira (2), o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que a fluidez dos canais de transmissão da política monetária talvez não funcione tão bem no Brasil.
Segundo ele, normalizar esses mecanismos para garantir uma taxa de juros mais baixa é um desafio geracional, mas exige reformas e não se resolve com uma "bala de prata".
"Às vezes perguntamos por que a taxa de juros é tão mais alta que os pares. Ela não coloca nos termos que realmente esclarece o problema. A gente pergunta por que ela é mais alta e ainda assim a economia continua apresentando uma resiliência como apresenta, e a inflação continua sendo mais alta. Esse processo de termos esse tipo de combinação sugere que a fluidez da política monetária dos canais, a intervenção da política monetária, talvez não funcione tão bem no Brasil quanto em outros países", afirmou.
E reforçou: "Desobstruir esses canais, normalizar esses canais para que possamos ter doses menores do remédio fazendo o mesmo efeito para o paciente é um desafio, acho que geracional, porque diferente dos casos, como foi o êxito do Plano Real, eu acho que não vamos conseguir ter uma solução que é uma bala de prata. Isso vai demandar uma série de reformas longas, muitas vezes parte delas fora do que é uma data do Banco Central, mas para que a gente consiga vencer isso".
O presidente do BC repetiu que a economia do Brasil é dinâmica mesmo com juro que seria alto em outros países e voltou a citar subsídios cruzados e regressivos que trazem reflexos não só na política fiscal, mas também na política monetária.
"Acho que há um arranjo na economia brasileira, tanto na questão fiscal quanto na questão monetária, onde nós temos às vezes algumas exceções que são criadas que permitem que alguns grupos paguem menos", comentou.
Leia Também
Ele reforçou que o BC tem de fazer cada ação de maneira técnica, transparente e objetiva.
Galípolo citou ainda que, em meio ao cenário político polarizado, o Banco Central deu demonstração de fortaleza institucional, para além do seu mandato.
Ele ressaltou a autonomia do BC e disse que o ex-presidente da autoridade Roberto Campos Neto provocou diversas revoluções, todas elas muito conhecidas e reconhecidas pelas suas contribuições.
"E eu tenho muito orgulho, que foi passar por essa primeira transição do Banco Central a partir da autonomia, onde você tinha que conviver com diretores que foram indicados por dois governos distintos", afirmou.
O presidente do Banco Central afirmou também que um dos desafios essenciais da autoridade monetária é aperfeiçoar a comunicação a um público mais amplo.
"Até pouco tempo atrás, os bancos centrais nem comunicavam as suas decisões de política monetária. Cada vez mais o Banco Central vai ter que comunicar com um público mais amplo, ele vai ser obrigado a aprender a falar outras línguas, que não só latim, quando ele fala especificamente para o seu público, seja por questões de combate a fraudes, seja por questões de combate a golpes", disse.
Ele assegurou que o BC tem uma equipe técnica da mais alta qualidade para ajudar nesse processo.
Galípolo afirmou ainda ver com bons olhos a democratização do debate sobre política monetária, mesmo que ocorra de forma "acalorada".
A autonomia do BC, segundo ele, significa justamente que a autoridade monetária precisa prestar contas. "Às vezes é um pouco hermético, mas é muito bem-vindo essa legitimidade de debater entre todos, em especial de quem foi democraticamente eleito", disse.
Em relação à agenda do futuro, para além da comunicação, Galipolo disse que precisam ser entregues uma série de inovações na agenda evolutiva do Pix em 2025, como Pix por aproximação, Pix parcelado, Pix como garantia e segurança do Pix.
Ele também afirmou que a agenda do Drex permite estrutura essencial para ampliar a colaterização de crédito e reiterou que serão buscadas soluções de funding para o mercado imobiliário.
O presidente do BC comentou que os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet, acompanharam a relevância das entregas do BC nos últimos anos e agradeceu o apoio de ambos na agenda de inovação.
* Com informações de Estadão Conteúdo
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)