🔴 TRÊS AÇÕES DE IA E O INVESTIMENTO QUE PODE MULTIPLICAR POR 42X EM 12 MESES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

MUDANÇA NOS IMPOSTOS

Motta diz ter comunicado ao governo reação negativa do Congresso a mudanças tributárias e defende isenção para financiar agro e imóveis

No Brasília Summit, presidente da Câmara defendeu a revisão das isenções fiscais e de benefícios tributários

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, em participação no evento Agenda Brasil - Imagem: Reprodução/YouTube

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) disse que comunicou à equipe econômica do governo federal sobre a "reação negativa" de setores do Congresso Nacional às mudanças pré-anunciadas em uma série de tributos, em substituição ao aumento do IOF.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O parlamentar ainda defendeu a isenção de títulos que servem como fonte de financiamento para o agronegócio e para o setor imobiliário, caso de LCIs, LCAs, CRIs e CRAs. Uma das medidas antecipadas por Haddad era justamente a tributação desses títulos, hoje isentos, em 5%.

As declarações ocorreram diante de uma plateia de cerca de 300 empresários no 2º Brasília Summit, evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), nesta quarta-feira (11).

"Quando você parte para trazer taxação de títulos que eram isentos e que ajudam a fomentar o agronegócio e o setor imobiliário, é claro que esses setores irão reagir, porque esses títulos têm sido, na verdade, a grande fonte de financiamento num cenário de juros elevadíssimos que temos hoje no Brasil”, disse Motta.

O presidente da Câmara acrescentou que soluções ancoradas no aumento de tributos e impostos, sem o governo apresentar o mínimo de dever de casa do ponto de vista do corte de gastos, não serão bem recebidas pelo setor produtivo e Legislativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Chegou o momento de enfrentar temas estruturantes"

Motta disse que o Congresso tem sido "âncora de responsabilidade na independência entre os poderes" e que tem ajudado para que não haja decisões prejudiciais ao País, independentemente de quem esteja no Executivo.

Leia Também

Conteúdo Empiricus

É amanhã: Empiricus vai liberar recomendações de ativos que podem valorizar até 42 vezes com próximo ‘boom’ da IA

ASCENSÃO ANTES DA CRISE

O Vorcaro do Paraguai? Quem é o fundador do Ueno Bank, preso após a intervenção que colocou o governo em xeque

O deputado afirmou ter sido "voz única" no início do ano com o governo para adotar medidas fiscais estruturantes, mas que agora vê oportunidade para instaurar a discussão.

"Chegou o momento de enfrentar temas estruturantes", afirmou Motta.

Na ocasião, o parlamentar defendeu a revisão das isenções fiscais e de benefícios tributários que, segundo ele, estão em "nível de insuportabilidade", e afirmou ser necessário aferir a eficácia dos benefícios concedidos e o atendimento às contrapartidas para o Estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gasto na agenda do Congresso 

O presidente da Câmara também disse que o tema do gasto primário deve entrar na agenda do Congresso nos próximos dias, porque para ele, devido ao crescimento de despesas, o Brasil tem tido a necessidade de aumentar a arrecadação sucessivas vezes.

Além disso, Motta defendeu a reforma administrativa. No evento, o presidente da Câmara saudou o relator do grupo de trabalho sobre o tema, Pedro Paulo (PSD-RJ), na "importante tarefa de propor" a reforma.

Segundo o presidente da Câmara, até o início de julho deve haver um cardápio de propostas da reforma administrativa para "colocar um novo modelo de Estado, mais eficiente e que desperdice menos".

"Quando saímos da zona de conforto, soluções aparecem, pois cada um dá sua cota de participação", disse o parlamentar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Motta também cobrou participação do governo e pediu ajuda da sociedade civil na tarefa, em ano pré-eleitoral. 

"Essa agenda ficaria perto da perfeição se o governo topasse dever de casa fiscal. Não há como construir reformas estruturantes se a sociedade não nos apoiar", afirmou.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada de escritório do Nubank (ROXO34). 6 de novembro de 2026 - 12:18

CRIPTOMOEDAS

Nubank (ROXO34) suspende saques e depósitos de criptomoedas

6 de novembro de 2026 - 12:18
Banco de Brasília - BRB (BSLI4) 6 de novembro de 2026 - 11:40
5 de novembro de 2026 - 14:40
Fundo Garantidor de Crédito (FGC). 5 de novembro de 2026 - 11:08
Selic Copom Gabriel Galípolo 4 de novembro de 2026 - 18:48
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 4 de novembro de 2026 - 17:43
Luis Otavio Leal, economista-chefe e sócio da G5 Partners 4 de novembro de 2026 - 6:43
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação/Giovanni Nobile 3 de novembro de 2026 - 12:30
Prédio do Banco Central. 3 de novembro de 2026 - 9:10
O economista André Lara Resende 2 de novembro de 2026 - 13:58
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar