O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A equipe econômica sustenta que o grande volume de títulos isentos de IR no mercado tem prejudicado a rolagem da dívida pública

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (7) que o Conselho Monetário Nacional (CMN) terá de fazer alterações regulatórias nos títulos isentos cuja tributação não será alterada pelo projeto da Medida Provisória (MP) 1.303/2025.
No texto original do governo estava prevista a criação de uma alíquota de imposto de renda de 5% sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e do setor imobiliário (LCIs), além de debêntures incentivadas, CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificado de Recebíveis do Agronegócio).
Em uma versão posterior do relatório, o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) elevou a alíquota das LCIs e LCAs para 7,5%, enquanto manteve a isenção para CRIs, CRAs e debêntures incentivadas. Após sofrer resistência, a taxação foi retirada completamente.
"Vamos ter que fazer no âmbito do CMN alterações regulatórias para coibir determinados transbordamentos", declarou Haddad a jornalista no Senado, após se reunir com líderes partidários para debater a MP.
"Nós vamos ter que mexer na regulação. Isso é imperativo."
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntado quais seriam esses ajustes, Haddad respondeu: "Que já foram feitos no passado e nós vamos ter que revisitar. Aumentar o direcionamento, garantir que está chegando ao produtor, seja da construção civil, seja da agricultura. E os setores concordam. Os setores não têm dificuldade com a parte regulatória no que diz respeito a direcionamento".
Leia Também
A equipe econômica sustenta que o grande volume de títulos isentos de IR no mercado tem prejudicado a rolagem da dívida pública. Haddad disse que é preciso garantir que esses títulos não disputem com a rolagem da dívida, "como está acontecendo hoje".
O ministro admitiu que esse aspecto talvez deveria ter sido considerado em outro diploma legal, "porque houve a sensação de que não tinha fins regulatórios. E tem".
"Todo o sistema financeiro sabe que nós estamos tendo esse tipo de problema. Então, nós vamos adequar na regulação. Na regulação nós vamos canalizar para os produtores", afirmou o ministro.
Mais cedo, Haddad tinha dito que se chegou a um entendimento com parlamentares de que, com a taxa Selic a 15% a.a., havia o risco de algum investimento ser prejudicado. "Houve, da parte de muitas pessoas ligadas ao setor produtivo, o apelo para que isso fosse considerado em outra oportunidade, e não nessa MP."
A MP 1.303/25 perde validade nesta quarta-feira (8) e ainda precisa ser votada pelos plenários da Câmara e do Senado. Com as alterações, Zarattini afirma que a previsão de arrecadação com a MP para 2026 será de R$ 17 bilhões - uma redução de R$ 3 bilhões em relação à previsão original.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
DINHEIRO DE VOLTA
JORNADA DE TRABALHO
ALERTA DE NOVOS MILIONÁRIOS
BOLA DENTRO
COMBATE AO CRIME
IR NA MIRA
MUDANÇA NA LEI
REI DAS BILHETERIAS
DISCUSSÃO EM PAUTA
NOVO DESENROLA BRASIL
REFINARIA
GUIA DOS VESTIBULANDOS
FOCUS
SEGUNDOU
DE OLHO NA GARANTIA
CARTEIRA DE SUCESSO
FRAUDE
LOTERIAS
LOTERIAS
GUERRA DO VAREJO