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Nova regra do Banco Central reforça o MED, acelera o processo de contestação e aumenta a recuperação de valores após fraudes

O Banco Central voltou a apertar os parafusos da segurança digital. Desde domingo (23), uma nova regra reforça o Mecanismo Especial de Devolução (MED) e redefine como as instituições financeiras devem tratar casos de fraude envolvendo o Pix — hoje, o principal meio de transferência do país.
A novidade mira um objetivo claro: aumentar a taxa de recuperação de valores desviados e reduzir o espaço de atuação dos criminosos.
O aprimoramento é resultado direto da escalada dos golpes digitais, que exploram a velocidade do Pix para pulverizar rapidamente o dinheiro da vítima. Com o novo desenho do MED, o Banco Central quer justamente impedir que essa sequência rápida de transferências impeça a devolução dos valores.
Até agora, o MED só conseguia agir sobre a conta que recebeu a primeira transferência fraudulenta. Na prática, isso tornava a recuperação difícil, já que os golpistas transferiam o dinheiro para outras contas em questão de minutos, esvaziando o saldo antes que a vítima percebesse o golpe e registrasse a contestação.
Com a nova regra, o MED passa a enxergar todo o trajeto feito pelo valor desviado, incluindo contas intermediárias. Assim, quando houver suspeita de fraude:
O Banco Central espera que essa trilha mais transparente produza dois efeitos: maior recuperação de valores e identificação mais rápida de contas utilizadas em esquemas criminosos.
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Embora opcional neste primeiro momento, o novo procedimento será obrigatório a partir de 2 de fevereiro de 2026.
Ao anunciar a medida em agosto, o BC foi direto ao ponto: “O BC espera que, com essa medida, aumente a identificação de contas usadas para fraudes e a devolução de recursos, desincentivando fraudes. O compartilhamento dessas informações impedirá ainda o uso dessas contas para novas fraudes".
Segundo a autoridade monetária, quanto mais rapidamente as informações circulam, menores são as brechas para que o dinheiro fraudado desapareça.
A nova regra chega acompanhada de um segundo reforço de segurança: o botão de contestação, obrigatório desde 1º de outubro nos aplicativos de todas as instituições financeiras.
A ideia é eliminar atritos e permitir que o consumidor registre a suspeita de forma imediata, sem precisar acionar atendimento humano. É o chamado “autoatendimento” do MED.
Para o BC, esse é um ponto crítico para aumentar a eficácia das devoluções: “A funcionalidade dá mais agilidade ao processo de contestação de transações fraudulentas, o que aumenta a chance de haver recursos para devolução.”
Quanto mais cedo a contestação é registrada, menor é a chance de que os fraudadores esvaziem as contas usadas no esquema.
Para quem usa o Pix, as alterações trazem efeitos imediatos:
CANSAÇO GLOBAL
VAI TER NO SUS?
HASTA LA VISTA, BABY
DINHEIRO DE VOLTA
JORNADA DE TRABALHO
ALERTA DE NOVOS MILIONÁRIOS
BOLA DENTRO
COMBATE AO CRIME
IR NA MIRA
MUDANÇA NA LEI
REI DAS BILHETERIAS
DISCUSSÃO EM PAUTA
NOVO DESENROLA BRASIL
REFINARIA
GUIA DOS VESTIBULANDOS
FOCUS
SEGUNDOU
DE OLHO NA GARANTIA
CARTEIRA DE SUCESSO
FRAUDE