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Em menos de 11 horas, The Life of a Showgirl quebrou todos os recordes do Spotify em 2025

Taylor Swift não lança um álbum. Ela inaugura uma “Era”. Na sexta-feira (3), o nome a “loirinha” voltou ao centro da cultura pop com The Life of a Showgirl. Com 12 faixas e uma participação especial de Sabrina Carpenter, o álbum marca o retorno de Taylor ao pop depois das experimentações literárias e melancólicas de The Tortured Poets Department (2024).
O público respondeu à altura: em menos de 11 horas, o disco superou todos os lançamentos anteriores do ano e tornou-se o álbum mais reproduzido em um único dia no Spotify em 2025. O recorde anterior? Também dela.
Não foi só no Spotify. No Amazon Music, The Life of a Showgirl também teve estreia histórica, registrando o maior volume de reproduções do ano em um único dia. No Apple Music, o álbum alcançou o primeiro lugar global nas paradas de estreia, com destaque para a faixa “The Fate of Ophelia”, uma das mais tocadas nas primeiras 24 horas.
Com um título que brinca com glamour e espetáculo, Swift parece ter transformado o streaming em palco.
A era digital não impediu Taylor de dominar o físico. Segundo relatórios iniciais da Luminate, The Life of a Showgirl vendeu 2,7 milhões de cópias físicas e digitais combinadas em seu primeiro dia de lançamento.
É a maior estreia da carreira da cantora e a segunda maior da era moderna (desde 1991), atrás apenas de 25, de Adele, que vendeu 3,37 milhões na primeira semana.
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Taylor também superou outro recorde pessoal: 1,2 milhão de vinis vendidos em uma única semana, ultrapassando o marco de The Tortured Poets Department (859 mil vinis).
Para uma artista que começou tocando violão em feiras de Nashville, a performance soa como um sonho.
Tudo em The Life of a Showgirl é pensado para render — em narrativa, em emoção e em números. Há versões diferentes do álbum, capas alternativas, vinis coloridos, pacotes deluxe.
Cada edição é uma peça de coleção, um bilhete dourado para fazer parte da “"Era” Swift.
Segundo a Billboard, “o resultado é uma coleção de músicas imediatamente envolventes e entre as mais tocantes da carreira de Taylor Swift — um álbum que mistura Shakespeare e felicidade suburbana”.
Entre as faixas, “Elizabeth Taylor”, “Eldest Daughter” e “Actually Romantic” se destacam como cartas abertas, enquanto “The Life of a Showgirl” — parceria com Sabrina Carpenter — resume a ironia central do projeto: Taylor é o show e o bastidor, a estrela e o roteiro.
As críticas vieram, como sempre. Alguns chamaram o disco de “retorno à era pop de ouro”; outros disseram que a cantora transformou a própria imagem em um espetáculo sem pausa.
Taylor reagiu: “Até quem fala mal está me promovendo.”
E está. Com quase 400 milhões de seguidores somados, qualquer menção ao nome dela vira engajamento.
O show continua — e, pelo visto, a plateia ainda está só começando a aplaudir.
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