🔴 TRÊS AÇÕES DE IA E O INVESTIMENTO QUE PODE MULTIPLICAR POR 42X EM 12 MESES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

ANÁLISE

É improvável que tarifa de 50% dos EUA às importações brasileiras se torne permanente, diz UBS WM

Para estrategistas do banco, é difícil justificar taxação anunciada por Trump, mas impacto na economia brasileira deve ser limitado

Silhueta de Donald Trump pegando fogo com bandeira dos EUA no fundo.
Os estrategistas do UBS WM veem um impacto "modesto" e "gerenciável" da tarifa de 50% na economia brasileira. Imagem: iStock

As tarifas de importação impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, entrarão sim em vigor em 1 de agosto, assegurou, neste domingo (13), o diretor do Conselho Econômico Nacional dos Estados Unidos, Kevin Hassett. Mas, para o UBS Global Wealth Management (UBS WM), "é improvável" que a taxação de 50% aos produtos brasileiros se torne permanente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os estrategistas do banco, ainda não está claro o fundamento por trás da taxação. “Achamos que seria difícil justificar o uso da Lei Internacional de Poderes Econômicos de Emergência (IEPA, na sigla em inglês), dado o superávit comercial com o Brasil”, escreveram em relatório.

Eles ainda afirmam que as Seções 232 e 301 da Lei de Expansão Comercial de 1962 estão disponíveis para o presidente dos EUA, “mas exigiriam uma investigação inicial e teriam que ser baseadas em uma queixa relacionada ao comércio”.

A equipe do UBS WM ainda cita que o Brasil não estava na lista inicial de parceiros comerciais quando Trump anunciou as tarifas "recíprocas" no "Dia da Libertação" em abril, já que os EUA têm um superávit comercial com o país.

Tanto que, num primeiro momento, a tarifa sobre os produtos brasileiros foi de apenas 10%, então a alíquota mínima. A taxação atual de 50% é a maior anunciada até agora, dentre as que entrarão em vigor em agosto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Impacto de tarifa na economia brasileira deve ser limitado

Os estrategistas do UBS WM veem um impacto "modesto" e "gerenciável" da tarifa de 50% na economia brasileira.

Leia Também

ASCENSÃO ANTES DA CRISE

O Vorcaro do Paraguai? Quem é o fundador do Ueno Bank, preso após a intervenção que colocou o governo em xeque

Conteúdo Empiricus

Sua empresa vale o que você imagina, ou o que o mercado pagaria? Uma decisão de US$ 32 bilhões do Google pode ajudar a entender

“O Brasil é uma economia relativamente fechada, com exportações e importações representando apenas 28% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em 2024”, destacaram.

Apenas 16% das exportações totais do país vão para os Estados Unidos, o que corresponde a menos de 2% do PIB brasileiro.

“Embora a tarifa de 50% tivesse um impacto maior em certos produtos como ferro e aço semiacabados, aeronaves, materiais de construção, etanol e madeira e produtos relacionados, achamos que o impacto econômico geral na economia brasileira é gerenciável”, diz o UBS WM em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esperamos que o impacto direto nos lucros corporativos seja contido.”

O banco mantém a visão de que as ações brasileiras estão “atraentes”, em meio a um desempenho sólido dos mercados emergentes impulsionado pela fraqueza do dólar.

“As ações dos mercados emergentes permanecem descontadas e só recentemente começaram a atrair fluxos de capital, o que poderia sustentar uma perspectiva de médio prazo mais construtiva para a classe de ativos. […] Gostamos do Brasil dados as avaliações atraentes e o sólido crescimento econômico.”

*Com informações do Money Times.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Banco de Brasília - BRB (BSLI4) 6 de novembro de 2026 - 11:40
5 de novembro de 2026 - 14:40
Fundo Garantidor de Crédito (FGC). 5 de novembro de 2026 - 11:08
Selic Copom Gabriel Galípolo 4 de novembro de 2026 - 18:48
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 4 de novembro de 2026 - 17:43
Luis Otavio Leal, economista-chefe e sócio da G5 Partners 4 de novembro de 2026 - 6:43
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação/Giovanni Nobile 3 de novembro de 2026 - 12:30
Prédio do Banco Central. 3 de novembro de 2026 - 9:10
O economista André Lara Resende 2 de novembro de 2026 - 13:58
Gráfico de análise do mercado financeiro de ações com acumulações crescentes de moedas, uma sobreposição de gráfico em velas e um calendário. ID da foto: 2255662762 1 de novembro de 2026 - 15:04
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar