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Os deputados agora analisam um destaque que visa retirar da proposta o aumento de impostos sobre o juro sobre o capital próprio, de 15% para 17,5%
A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira, 17, por 310 votos a 85, o texto principal do projeto de lei que reduz benefícios fiscais em 10% para empresas de diversos setores. O projeto recupera ainda pontos da chamada "taxação BBB" (bancos, bets e bilionários), que aumenta impostos. O texto segue para o Senado.
Contrários à matéria, o Partido Novo e o PL fizeram obstrução. Os deputados agora analisam um destaque que visa retirar da proposta o aumento do juro de capital próprio, de 15% para 17,5%.
Segundo o relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), os cortes nos benefícios trarão R$ 17,5 bilhões a mais para os bolsos da Receita, enquanto a tributação sobre fintechs apresenta impacto de R$ 1,6 bilhão e a alta da cobrança sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP), de R$ 2,5 bilhões.
Por fim, o aumento da tributação sobre bets trará arrecadação adicional de R$ 850 milhões. Segundo técnicos da Câmara, o impacto total estimado para 2026 é de R$ 22,45 bilhões.
Nos termos em que foi aprovada pela Câmara, o projeto que corta linearmente os benefícios tributários deve render mais que os R$ 20 bilhões necessários para fechar o Orçamento de 2026.
A votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) do ano que vem — com meta de resultado primário de superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) — está prevista para acontecer nesta quinta-feira, 18.
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O governo Lula conta com a aprovação da matéria no Senado antes do recesso parlamentar para fechar as contas do Orçamento de 2026, que ainda precisa ser votado.
Um dos dispositivos para aumentar os impostos para fechar as contas do ano que vem é para as apostas de quota fixa (bets), que passarão dos atuais 12% para 13% em 2026 e 14% em 2027, chegando a 15% em 2028. Metade desse aumento irá para a seguridade social e metade para ações de saúde.
Outro ponto é o aumento de 15% para 17,5% de Imposto de Renda na fonte incidente nos juros sobre capital próprio (JCP) distribuídos por empresas aos sócios a título de remuneração do capital. Esse ponto, no entanto, pode ser retirado do texto.
O aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre certas instituições financeiras também é tratado no texto, mas com gradações.
Sociedades de crédito, financiamento e investimento (fintechs) e sociedades de capitalização deixam de pagar 15% e passam a recolher 17,5% até 31/12/2027 e 20% a partir de 2028.
Já o índice de 9% passa para 12% até 31/12/2027 e para 15% a partir de 2028 e atinge administradores de mercado de balcão organizado, bolsas de valores e mercadorias, entidades de liquidação e compensação, e outras sociedades consideradas como instituição financeira.
A redução prevista se refere aos incentivos e benefícios relativos aos seguintes tributos federais:
Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta, os benefícios fiscais foram reduzidos, mas foram preservadas iniciativas a partir do critério de responsabilidade social, como a proteção da cesta básica, o Minha Casa, Minha Vida, o ProUni e a Zona Franca de Manaus.
"O que cortamos foi o desperdício. Mais do que cortar, acabamos com o cheque em branco", disse Motta, ao citar o prazo máximo de cinco anos para os incentivos serem reavaliados. "Se não entregar resultados para o país, o benefício acaba. É o fim dos privilégios eternos."
Já a lista de regimes inclui até a tributação pelo lucro presumido, em que as empresas usam certos métodos para presumir o lucro tributável.
Assim, o texto permite um aumento de 10% no resultado final da base de cálculo sobre a qual incidirá o imposto presumido, mas apenas sobre a parcela da receita bruta total maior que R$ 5 milhões no ano-calendário.
A redução não atingirá imunidades constitucionais (como entidades religiosas, partidos políticos e livros, por exemplo) e os seguintes casos:
Não serão cortados ainda os benefícios concedidos por prazo determinado a contribuintes que já tenham cumprido condição onerosa para sua fruição, como o alcance de metas em programas em troca da renúncia fiscal. Para isso, o projeto deve ter sido aprovado pelo Executivo federal até 31 de dezembro de 2025.
Caberá ao Executivo regulamentar as exceções, inclusive para orientar os contribuintes sobre cada incentivo e benefício reduzidos.
Com Estadão Conteúdo, Money Times e Agência Câmara de Notícias
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