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Em 2025, a Anvisa já vetou a comercialização de 6 marcas de café ou de 'bebida sabor café'; entenda como não comprar gato por lebre

Um brasileiro médio costuma tomar cerca de 1.430 xícaras de café por ano, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Mas a lista de marcas seguras para o consumo está cada vez mais curta.
No início de novembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização do Vibe Coffee. Produzido no Espírito Santo, o órgão apontou as seguintes irregularidades:
O veto à marca comercializava os seus produtos na internet é o sexto expedido pela Anvisa em 2025. Além da Vibe Coffee, outras 5 marcas foram autuadas pela agência, são elas:
Diante de tantos casos de irregularidades, começou a viralizar nas redes sociais o termo “cafake”, produto que tem cor, cheiro, gosto e até embalagem parecida com a do café, mas é outra coisa.
Em 2024, o café foi um dos itens que mais encareceu. De acordo com Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no ano passado o valor do produto saltou 39,6%, contra 4,83% da inflação.
Mas como se trata da bebida mais consumida no país, era de se esperar que os brasileiros iriam em busca de alternativas mais em conta. Isso foi um dos motivos que abriu margem para os tais “cafés fakes” se proliferarem nas gôndolas dos supermercados e custam 13,99 reais por meio quilo.
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O diretor da Abic, Celírio Inácio da Silva explica que o “pó para preparo de bebida a base de café”, apelidado de “cafake”, são misturas de café com impurezas — como casca, mucilagem (camada viscosa do grão), pau, pedra, palha — que não tem registro na Anvisa para ser comercializado.
Entre as irregularidades identificadas nos produtos considerados “café fake” estão a presença de “lixo de lavoura”, fragmentos de vidro, presença da toxina ocratoxina A (OTA), falsificação do selo de pureza da Abic e até extrato de cogumelo com propriedades duvidosas.
Mas engana-se quem acredita que as falsificações estão restritas ao segmento de “café comum”, os chamados gourmet também entraram “na mira” da Anvisa em 2025.
O Vibe Coffee é justamente um desses casos. No site da marca, o valor dos rótulos variam de 49 a 170 reais em pacotes com 100g a 250g.
A marca se pronunciou nas redes sociais alegando que a proibição da Anvisa não é verdadeira e que não há “qualquer auto de infração, notificação ou processo administrativo junto ao órgão.”
Ela complementa que a inspeção da Vigilância Sanitária do Espírito Santo ocorreu a pedido da própria Vibe Coffee e que foram identificadas irregularidades em alguns processos operacionais.
Na nota, a previsão da marca era de conclusão das ações de regularização na última sexta-feira (7). Contudo, o site da companhia segue “em manutenção”.
O diretor da Abic destaca que, para ser considerado café, o produto precisa conter apenas o grão. Contudo, as embalagens e nomes dos produtos falsos costumam ser muito parecidas. Assim para não levar para casa “gato por lebre”, é importante ficar atento a estes quatro passos:
Tipo de café: essa especificação informa se o café é “único” ou “fora do tipo”. Isto é, não tem alguns padrões mínimos como, por exemplo, o de cafeína.
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