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A PORÇÃO MAIS CARA DO BAR?

Batata frita surge como ‘vilã’ da inflação de outubro; entenda como o preço mais salgado do petisco impediu o IPCA de desacelerar ainda mais

Mesmo com o grupo de alimentos em estabilidade, o petisco que sempre está entre as favoritas dos brasileiros ficou mais cara no mês de outubro

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Imagem: iStock/AndreaGoldschmidt/Grok - Montagem: Giovanna Figueredo

O mercado teve motivos para comemorar na última terça-feira (11): o arrefecimento da inflação. Em outubro, o IPCA (Índice de Preços para o Consumidor Amplo) apresentou uma leve alta de 0,09%, o menor resultado para o mês desde 1998. Ainda assim, o número poderia ter sido ainda mais animador se não fosse por um vilão...

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Mesmo com a inflação em desaceleração, os brasileiros sempre têm a percepção de que algum item do dia a dia está pesando no bolso.

E se você for do grupo que sempre pega aquela batata frita indispensável no restaurante self service ou essa é sua primeira opção de porção de petisco na mesa do bar, saiba que ela foi a culpada da vez.

Veja como cada setor se comportou no IPCA de outubro:

  • Alimentação e bebidas: 0,01%
  • Habitação: -0,30%
  • Artigos de residência: -0,34%
  • Vestuário: 0,51%
  • Transportes: 0,11%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,41%
  • Despesas pessoais: 0,45%
  • Educação: 0,06%
  • Comunicação: -0,16%

O grupo de alimentos, que possui o maior peso no índice, interrompeu uma sequência de quedas que vinha acontecendo desde maio. No entanto, a mudança não foi tão significativa, com estabilidade de 0,01%.

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O número poderia ter sido melhor se não fosse pela alta expressiva de dois itens: a batata inglesa, que teve um aumento de preços de 8,56%, e o óleo de soja, que ficou 4,64% mais caro no último mês.

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Ou seja, dois ingredientes importantes para quem gosta de uma batatinha crocante e que estão com o preço mais “salgado” no mercado.

No caso do óleo de soja, o encarecimento foi motivado principalmente pelo aumento das exportações. Com a valorização do produto no mercado internacional, há uma redução da oferta nas prateleiras brasileiras, o que tende a impulsionar os preços.

A batata inglesa tem um cenário parecido. O alimento também sofreu uma redução da oferta, mas causada por fatores climáticos. As chuvas intensas dificultam a colheita e levam o tubérculo a valores maiores.

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Os últimos meses tiveram outros vilões além da batata e óleo de soja

O aumento de preços da batata e do óleo em outubro parece até pequeno perto de outros “vilões” que a economia brasileira enfrentou nos últimos meses.

O setor de alimentos costuma ser “figurinha repetida” como grupo que tem itens que destoam da média. Confira um levantamento de alguns culpados mês a mês em 2025, com destaque para o tomate, a batata inglesa – que apareceu de novo em outubro – e o café.

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Janeiro

  • Cenoura: 36,14%
  • Tomate: 20,27%
  • Café moído: 8,56%

Fevereiro

  • Ovos de galinha: 15,39%
  • Mamão: 11,70%
  • Café moído: 10,77%

Março

  • Tomate: 22,55%
  • Ovos de galinha: 13,13%
  • Café moído: 8,14%

Abril

  • Batata inglesa: 18,29%
  • Tomate: 14,32%
  • Café moído: 4,48%

Maio

  • Batata inglesa: 10,34%
  • Cebola: 10,28%
  • Café moído: 4,59%

Junho

  • Manga: 13,97%
  • Tomate: 3,25%
  • Queijo: 0,73%

Julho

  • Pimentão: 14,33%
  • Mamão: 12,40%
  • Leite em pó: 0,47%

Agosto

  • Limão: 24,90%
  • Pimentão: 9,76%
  • Melancia: 7,18%

Setembro

  • Limão: 33,50%
  • Manga: 5,06%
  • Óleo de soja: 3,57%

Com informações de G1, Globo Rural e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

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