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Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

PROJEÇÕES 2026

Ano eleitoral, juros menores e Ibovespa em alta: o que esperar da economia brasileira em 2026

Cenário global favorável para mercados emergentes deve ajudar o Brasil, e trade eleitoral será vetor importante para guiar os investimentos no próximo ano

Monique Lima
Monique Lima
23 de dezembro de 2025
6:02 - atualizado às 15:12
Imagem gerada por inteligência artificial mostra o mapa do Brasil com a bandeira nacional sobreposta, em meio a gráficos financeiros, simbolizando a economia do país
Imagem: Sora / ChatGPT

No que diz respeito aos indicadores econômicos, 2026 deve ser bastante parecido com 2025 — e isso é uma notícia boa. A economia brasileira vai fechar este ano muito bem. A expectativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) supere os 2% de crescimento diante de uma taxa básica de juros de 15% ao ano.  

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A taxa de desemprego está nas mínimas históricas, e ainda assim, a inflação engatou uma desaceleração relevante e deve fechar abaixo de 4,5% — dentro do teto da meta. Para efeito comparativo, na máxima do ano, economistas chegaram a projetar a inflação em 6%.  

As projeções para 2026 estão muito próximas dos números de fechamento de 2025, mas com alguns detalhes. O PIB, por exemplo, deve ser um pouco menor — afinal, mesmo com atraso, os juros altos já fazem efeito.  

Produto Interno Bruto (PIB) menor — mas nem tanto 

Em relatório, os analistas do BB Investimentos destacam que o arrefecimento da atividade não deve ser mais intenso devido aos estímulos fiscais do ano eleitoral.  

“[Os estímulos serão] capazes de sustentar parte da renda e da dinâmica doméstica. Assim, estimamos um crescimento de 1,7% para o PIB no próximo ano”, diz o texto. E não serão poucos estímulos:  

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  • Efeito da isenção de imposto de renda para salários até R$ 5 mil;  
  • Aceleração das concessões do novo crédito consignado para o setor privado;  
  • Programas Gás do Povo e Luz do Povo;  
  • Benefícios imobiliários, como o Novo Crédito Imobiliário e o Reforma Casa Brasil; e  
  • Programas próprios dos governos estaduais em ano eleitoral.  

A estimativa de 1,7% para o crescimento do PIB é quase unânime entre os bancos locais e corretoras. O Bank of America (BofA), entretanto, é um pouco mais otimista: sua projeção é de 2,0%.  

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O viés altista vem da projeção de queda dos juros, que deve melhorar o cenário para as empresas e impulsionar mais crédito para pessoas jurídicas, não apenas pessoas físicas.  

Estimativas para o PIB  

Bancos e corretoras 2025 2026 
Itaú Unibanco  2,3% 1,7% 
BB Investimentos 2,2% 1,7% 
BTG Pactual 2,2% 1,7% 
Bank of America 2,5% 2,0% 
XP  2,3% 1,7% 

Juros em queda (livre ou lenta?)  

A taxa básica de juros vai cair no próximo ano — isso é dado como certo. A questão é quanto e quando vem o primeiro corte.  

Diferentemente do PIB, as projeções em relação à taxa Selic diferem um pouco mais entre as instituições financeiras. A maior aposta é nos juros básicos em 12% ao ano em dezembro de 2026. Neste ano, a taxa vai fechar em 15% ao ano.  

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De acordo com o Itaú — que tem a projeção mais pessimista, de 12,75% — o Banco Central está mais cauteloso, sem pressa para iniciar a flexibilização.  

Os analistas do banco avaliam que a autoridade monetária pode estar esperando “uma apreciação da moeda frente aos patamares atuais e/ou uma melhora adicional do conjunto de dados [de inflação, mercado de trabalho e atividade econômica]”.  

O BofA, mais uma vez, destoa do consenso. O banco é bastante otimista e tem uma projeção de Selic em 11,25% em dezembro do próximo ano. A avaliação é que os juros estão muito restritivos e vão continuar restritivos mesmo com cortes em todas as reuniões de 2026.  

Com a expectativa de atividade mais fraca e inflação sob controle, a leitura é que o Banco Central pode ser mais consistente nos cortes.  

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Estimativas para a Selic 

Bancos e corretoras 2026 
Itaú Unibanco  12,75% 
BB Investimentos 12% 
BTG Pactual 12% 
Bank of America 11,25% 
XP  12% 

Inflação controlada — mas não na meta  

Dos 6% projetados no começo do ano para os 4,5% de agora, a queda da inflação ao longo de 2025 foi uma das principais surpresas econômicas do ano.  

Para a XP, essa desaceleração teve alguns vetores importantes:  

  • Desvalorização do dólar no cenário global;  
  • Choques positivos na oferta de alimentos;  
  • Desinflação global (com maior oferta de produtos pela China); e  
  • Trabalho firme do Banco Central na condução dos juros.  

Para 2026, alguns desses vetores devem permanecer, ajudando a manter a inflação mais controlada. Todos os bancos e corretoras mantém as projeções na faixa dos 4% — ainda é distante da meta de 3%, porém se encaminha para esse alinhamento. 

O principal vetor que deve sustentar a inflação mais baixa é a continuidade da fraqueza do dólar. A moeda norte-americana caindo globalmente ajuda na desinflação global.  

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Bens industriais, alimentos e combustíveis são beneficiados por essa dinâmica e estão entre os principais componentes da inflação. O Itaú espera um corte de preços da gasolina já em janeiro.  

O risco para toda essa análise não se sustentar é um viés altista para o dólar.  

Estimativas para a inflação (IPCA) 

Bancos e corretoras 2025 2026 
Itaú Unibanco  4,4% 4,0% 
BB Investimentos 4,5% 4,0% 
BTG Pactual 4,3% 4,1% 
Bank of America 4,5% 4,0% 
XP  4,3% 4,2% 

Dólar de lado  

Todas as instituições financeiras têm a mesma leitura para o dólar em 2026: a moeda norte-americana deve manter a tendência de fraqueza. No entanto, as eleições devem adicionar volatilidade à taxa de câmbio e sustentar uma apreciação frente ao real maior do que no comparativo com pares emergentes.  

“Historicamente, o prêmio de risco tende a ficar mais pressionado em anos eleitorais, com impacto na taxa de câmbio, compensando, em parte, o ambiente externo mais favorável”, diz o relatório do Itaú.  

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O BB Investimentos acrescenta que um diferencial de juros menor ao longo do ano, em vista dos cortes na taxa Selic, tende a diminuir a vantagem do real em relação ao dólar. 

Por isso, embora as expectativas sejam boas para a moeda brasileira, as projeções ainda apontam algum avanço do dólar frente ao real no próximo ano.  

Estimativas para a taxa de câmbio  

Bancos e corretoras 2025 (R$) 2026 (R$) 
Itaú Unibanco  5,35 5,50 
BB Investimentos 5,40 5,50 
BTG Pactual 5,40 5,20 
Bank of America 5,30 5,25 
XP  5,30 5,50 

Ibovespa em mais um ano favorável 

Existem duas análises para o Ibovespa em 2026 — e nas duas o principal índice de ações brasileiras tem perspectiva de valorização.  

Uma das análises é de cenário internacional predominante em relação ao cenário local. Nesta tese, os analistas apontam a fraqueza do dólar como principal catalisador para o Ibovespa.  

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O desempenho fraco da moeda norte-americana tem levado a uma saída gradual de investidores globais dos Estados Unidos, em busca de performances melhores em outros países. Neste contexto, os países emergentes ganham destaque — e o Brasil entra nesse combo.  

Isso, inclusive, é o que o explica a disparada de 32% do Ibovespa no ano: entrada de estrangeiros, visto que os locais estão travados na renda fixa com os juros altos. 

Para os gringos, que olham para o desempenho da bolsa brasileira em dólar, o resultado foi ainda maior, de 45% de retorno no ano.  

A expectativa é que esse movimento continue e ganhe mais tração a partir do primeiro corte de juros no Brasil.  

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E aqui temos o gatilho para a segunda análise, que afirma que o cenário local terá mais força que o internacional em 2026. Os dois vetores seriam o corte dos juros e as eleições presidenciais.  

Nos dois casos, historicamente, a bolsa brasileira tende a apresentar desempenho positivo. A queda dos juros faz os investidores se abrirem para estratégias mais arriscadas e saírem aos poucos da renda fixa. Já as eleições costumam movimentar "trades eleitorais”, na expectativa pela vitória de um dos candidatos.  

Segundo a XP, a América Latina passou por uma sequência de eleições relevantes nos últimos anos (Argentina, Chile e Colômbia), o que reforça a visão de trade eleitoral no Brasil para os investidores locais e globais.  

Cenários para o Ibovespa  

De modo geral, a expectativa é positiva para a bolsa brasileira como um todo: das large caps (empresas que compõem o Ibovespa) às small caps. Nos cenários traçados pelas instituições financeiras, o “valor justo” do Ibovespa no próximo ano fica na faixa dos 180 mil a 190 mil pontos.  

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Entretanto, os cenários mais positivos vão longe, alcançando os 230 mil pontos. Esta, porém, é uma possibilidade diretamente ligada à hipótese da vitória de um nome da oposição, comprometido com uma reforma fiscalista das contas públicas.  

Já o cenário pessimista, não diretamente atrelado à manutenção do atual governo (embora entenda-se que seja isso), joga a pontuação lá para baixo, de volta aos 120 mil a 130 mil pontos.  

 Estimativas para a pontuação do Ibovespa  

Bancos e corretoras Cenário base  Cenário otimista Cenário pessimista 
BB Investimentos 186 mil  205 mil  159 mil  
Bank of America 180 mil  210 mil  130 mil  
BTG Pactual 186 mil 220 mil 120 mil  
XP  185 mil  224 mil  144 mil  
JP Morgan  173 mil  250 mil  134 mil  
Safra  198 mil  254 mil  136 mil  

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