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A dificuldade de entender o mercado financeiro e o receio de golpes são entraves para que brasileiros invistam dinheiro que está parado
O mercado financeiro está longe de ser simples, com termos complexos como CDI, Ebtida, capex, ROE e tantos outros. Ainda assim, os brasileiros fazem um esforço: o setor no país atingiu a marca de 100 milhões de investidores em 2025, um aumento de 20% em relação ao ano anterior.
O número parece alto, mas a parcela que não investe é ainda maior: 66% da população até guarda dinheiro, mas não possui nenhum produto financeiro, segundo levantamento do Google divulgado nesta quarta (4).
De acordo com os dados da big tech, o abismo que separa o poupar do ato de investir tem causas, e a principal é a dificuldade de entender o setor. A pesquisa inédita mostrou que dois terços dos 1,4 mil entrevistados não conseguem citar espontaneamente o nome de nenhum produto financeiro.
Além disso, 39% indicaram a complexidade do mercado como o principal motivo para ficar longe dos investimentos. Esse obstáculo fica atrás apenas do receio de golpes, com 43% dos entrevistados indicando o medo de fraudes.
Em seguida, aparecem o receio com retornos em longo prazo (38%), a falta de orientação personalizada (37%) e a linguagem técnica, com 30% afirmando ter dificuldade para entender o “economiquês”.
“Da alta renda à classe C, a falta de conhecimento sobre os investimentos é um obstáculo. A população está sedenta por uma linguagem menos complicada”, afirmou Mônica de Carvalho, diretora de negócios do Google Brasil, em encontro com jornalistas.
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Com a dificuldade de entender o “economiquês”, os investidores recorrem ao Youtube para traduzir o mercado financeiro. Em 2025, a plataforma registrou um crescimento de 26% em visualizações de conteúdos sobre investimentos.
Com um engajamento oito vezes maior que a segunda rede social dessa categoria, o Youtube se tornou uma "sala de aula" para quem busca dicas de economia, organização de contas e desmistificação do mercado.
Na avaliação do Google, o desempenho da plataforma mostra que a chave para o crescimento do setor financeiro em 2026 está na capacidade de simplificar a linguagem e integrar o tema ao cotidiano.
Isso porque, além da linguagem simples, o investidor atual exige autonomia. Cerca de 43% dos brasileiros desejam uma jornada 100% digital, buscando resolver tudo pelo aplicativo, sem intermediários.
“Quem conseguir unir facilidade no acesso aos produtos a uma narrativa que faça sentido no cotidiano das pessoas sairá na frente”, avaliou Mônica.
Um exemplo disso, segundo a executiva, é o uso de palavras como “caixinhas", "cofrinhos" e "porquinhos" para simplificar produtos técnicos, como o CDB. Os termos alternativos também registraram um crescimento de buscas de quase 300% nas sete plataformas do Google, em um período de dois anos, segundo o levantamento.
Essas ferramentas também permitem dar nome aos objetivos — como, por exemplo, "Viagem de Férias". A executiva explica que isso conecta os investimentos aos sonhos reais.
O termo "investir" é frequentemente associado a um futuro distante, como a aposentadoria, enquanto "guardar dinheiro" está conectado a planos concretos e imediatos.
Assim, entre os brasileiros que poupam, mas não investem, 38% guardam dinheiro para comprar um imóvel, 34% para um carro novo e os demais focam em abrir o próprio negócio.
“O problema é que, por não entenderem os produtos financeiros, muitos deixam esse capital parado na conta corrente ou até mesmo em espécie dentro de casa”, afirmou Mônica.
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