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Os anos 80 de fato foram culturalmente riquíssimos: Michael Jackson estava no auge, o filme “E.T.” lotava os cinemas e a estética das vestimentas e discotecas da época causa controvérsia até hoje. Para completar os anos de ouro, a GM laçou um carro que permanece na memória dos brasileiros tantas décadas depois: o Chevrolet Monza. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS […]

Os anos 80 de fato foram culturalmente riquíssimos: Michael Jackson estava no auge, o filme “E.T.” lotava os cinemas e a estética das vestimentas e discotecas da época causa controvérsia até hoje. Para completar os anos de ouro, a GM laçou um carro que permanece na memória dos brasileiros tantas décadas depois: o Chevrolet Monza.
O nome de fato marcou gerações de motoristas nos melhores anos para os sedãs — e agora ele está de volta.
Após décadas fora de produção, a montadora norte-americana General Motors (GM) decidiu repaginar o Monza como parte de sua estratégia internacional, com foco em eficiência, tecnologia e novas propostas de mobilidade.
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O retorno do Monza não significa necessariamente a volta do modelo tradicional que os brasileiros tão bem conheciam e amavam. No plano global da GM, o sedã está sendo vendido em mercados selecionados com nomes diferentes dependendo da região:
Essa estratégia remete ao Projeto J da GM nos anos 1980, que transformou o Monza em um ícone global sob diversas marcas e denominações.
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Na época do lançamento, os “pseudônimos” do sedã ao redor do globo eram:
Na época, o setor automotivo nacional ainda era engessado e o Monza surgia como uma alternativa moderna.
O carro tinha motor transversal, tração dianteira (algo inédito em modelos da GM nacional), painel côncavo voltado à ergonomia, linhas aerodinâmicas refinadas e uma carroceria hatch de duas portas exclusiva do mercado brasileiro.
O impacto foi tanto que o carro virou assunto no Jornal Nacional.
O novo Monza — especialmente na versão chinesa — chama a atenção pelo foco em economia de combustível e pela adoção de sistemas modernos de propulsão.
Algumas das principais características são:
Apesar de algumas versões manterem motorização aspirada em mercados como o Oriente Médio, a principal aposta segue sendo a versão híbrida leve, que equilibra resposta rápida e baixo consumo.

Embora uma suposta volta do Monza ao Brasil seja nostálgico, a GM deixou claro que o modelo não tem planos de retorno às concessionárias brasileiras no curto prazo. Entre os principais motivos estão:
Hoje, os consumidores brasileiros que buscam sedãs eficientes encontram opções como o Onix Plus, que já registra médias competitivas de consumo sem eletrificação avançada.
Quando o assunto é sedã ou crossover híbrido com foco em economia, o Chevrolet Monza híbrido costuma entrar na mesma conversa de modelos como Toyota Corolla Hybrid e Kia Niro. Apesar da comparação frequente, a diferença entre eles começa logo no tipo de eletrificação adotado.
O Monza utiliza um sistema híbrido leve (MHEV), no qual o motor elétrico apenas auxilia o propulsor a combustão, sem capacidade de tracionar o carro de forma independente. Já Corolla e Niro contam com hibridização plena (HEV), tecnologia que permite rodar em modo 100% elétrico em determinadas situações, especialmente no uso urbano.
Essa distinção técnica se reflete diretamente no consumo, no comportamento ao dirigir e no perfil de uso de cada veículo — um fator importante para o motorista entender qual proposta se encaixa melhor na rotina. Em termos práticos, o cenário pode ser resumido assim:
A seguir, você confere um comparativo entre o Chevrolet Monza Hybrid, vendido na China e no México, e os principais híbridos disponíveis no mercado brasileiro: Toyota Corolla Hybrid e Kia Niro Hybrid:
| Característica | Chevrolet Monza Hybrid (China) | Toyota Corolla Hybrid (Brasil) | Kia Niro Hybrid (Brasil) |
| Tipo de sistema | Híbrido leve (MHEV) 48V | Híbrido pleno (HEV) flex | Híbrido pleno (HEV) gasolina |
| Motorização | 1.3 turbo (163 cv) + motor elétrico | 1.8 flex (122 cv combinados) + motor elétrico | 1.6 GDI + elétrico (141 cv combinados no conjunto) |
| Consumo (gasolina) | Até 21,6 km/l (misto) | Até 17,5 km/l (cidade) / 15,2 km/l (estrada) | Até 27,2 km/l (cidade, segundo testes) |
| Desempenho (0–100 km/h) | 9,2 segundos | 12,0 segundos | 10,4 segundos (oficial) |
| Porta-malas | 405 litros | 470 litros | 425 litros |
| Status no Brasil | Não disponível | À venda | À venda |
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