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Analista técnica e trader parceira da Ripio diz que a próxima faixa de resistência para o bitcoin está entre US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil
O bitcoin (BTC) é negociado acima dos US$ 100 mil neste domingo (9), subindo mais de 1% em 24 horas. O desempenho, no entanto, não é o suficiente para apagar uma perda de quase 6% acumulada nos últimos sete dias.
O ritmo de recuperação ocorre após a maior criptomoeda do mundo romper, na última sexta-feira (7), o chamado suporte dos US$ 100 mil, em meio ao shutdown do governo norte-americano e às sinalizações do Federal Reserve (Fed).
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O banco central dos Estados Unidos indicou que o próximo corte de juros, aguardado para dezembro, deve ser o último deste ciclo.
Na prática, as decisões do Fed sobre os juros influenciam o apetite por risco global, afetando o desempenho do bitcoin e de outros ativos de renda variável, como as ações.
Em entrevista ao Money Times, Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio, explicou que movimento de queda da maior criptomoeda do mundo começou na última terça-feira (4), quando o preço atingiu a mínima de US$ 98,9 mil.
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Durante o recuo, porém, houve entrada de volume financeiro, absorvendo as perdas. Isso sugere, segundo ela, uma lateralização entre US$ 98,9 mil e US$ 104,6 mil.
A analista acrescentou, porém, que, se houver rompimento dessa faixa para cima, as resistências seguintes para o bitcoin estão nas regiões de US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil.
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Entre os maiores ativos digitais, o ethereum (ETH) sobe cerca de 4% nas últimas 24 horas, mas recua 8% em sete dias. Abaixo, confira o desempenho das principais criptomoedas no fim da manhã:
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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A maior criptomoeda do mundo chegou a romper o chamado “suporte psicológico” dos US$ 100 mil na sexta-feira (7), o que ampliou o sentimento de medo extremo entre investidores.