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A expectativa é de que os bancos central de Brasil e EUA mantenham os juros hoje; foco está em Powell e comunicado
Tem coisa que acontece com todo mundo em algum momento da vida. A sensação de estar fazendo tudo sozinho é uma delas.
Pode envolver questões domésticas, corporativas, projetos futuros e até mesmo trabalhos de escola ou faculdade. Trata-se de uma situação universal. Eu já passei por isso, você passou por isso — e todo mundo à nossa volta também.
A quem ainda não teve essa sensação na vida, uma notícia não muito encorajadora: vai acontecer, mais cedo ou mais tarde.
Além disso, essa é uma daquelas situações nas quais ninguém é inocente. Da mesma forma que passamos por isso, também acabamos provocando essa sensação em outras pessoas.
Quem parece trabalhar sozinho na tentativa de controlar a inflação no Brasil é o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).
A autoridade monetária usa a ferramenta que tem à mão: a taxa de juros. Em meio a um ciclo de aperto, o Copom levou a Selic a 15% ao ano. Trata-se do nível mais alto em quase duas décadas.
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Para muitos analistas, o BC tem propriedade para se queixar de que está fazendo tudo sozinho quando o assunto é combate à inflação.
Isso por causa da questão fiscal. Se governo, Congresso e Judiciário ajudassem, talvez a taxa de juros não precisasse ter subido tanto.
O problema agora é que a Selic pode ir a 18% ao ano que não vai conter a inflação. Quem afirma é Alberto Ramos, diretor de pesquisa macroeconômica para a América Latina do Goldman Sachs.
A poucas horas de mais uma decisão do Copom, Ramos vê o Banco Central entre o remédio e o veneno.
Os detalhes da entrevista do diretor do Goldman Sachs à repórter Monique Lima você confere aqui.
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Um investimento na renda fixa pode superar o favoritismo das debêntures incentivadas nos próximos cinco anos, segundo o CIO da Empiricus Asset, João Piccioni: os FIDCs. Para aproveitar o crescimento da categoria, o gestor destaca um ativo que pode gerar até CDI + 2,5% a.a.; entenda aqui.
O Ibovespa fechou em alta de 0,45% ontem.
A bolsa brasileira se descolou de Wall Street diante de notícias sobre contatos diplomáticos entre Brasil e Estados Unidos na tentativa de solucionar a crise provocada pelo tarifaço de Donald Trump.
Enquanto o desfecho dos esforços não vem à tona, os investidores têm bastante com o que se preocupar hoje.
As decisões de política monetária do Fed e do Copom não devem trazer muita surpresa. A expectativa é de que ambos os bancos centrais mantenham os juros nos níveis atuais.
Diante desse consenso, as atenções estão voltadas para a entrevista coletiva de Jerome Powell, nos EUA, e para o teor do comunicado que acompanhará a decisão do Copom, aqui.
Mas não é só. Os investidores também estão de olho no andamento da temporada de balanços, em novos números sobre o mercado de trabalho norte-americano e no resultado do PIB dos EUA entre abril e junho.
Depois do fechamento será o momento de conhecer os números do Bradesco no período.
TOUROS E URSOS #232
Super Quarta sem emoção? Como investir no meio do fogo cruzado com meta de juros e incerteza global. No Touros e Ursos desta semana, Wilson Barcellos, CEO da Azimut Brasil, analisa os impactos das decisões do Copom e do Fed e traz insights sobre investimentos.
CONTAGEM REGRESSIVA
Com o plano de contingência na mesa de Lula, Haddad revela os bastidores das preparações para a tarifa de 1º de agosto. Entre críticas à postura do BC, metas e esperanças de um lugar na mesa de negociações, o ministro da Fazenda deu detalhes à CNN sobre os planos do governo para lidar com a taxação de Donald Trump.
RELATÓRIO OPERACIONAL
Petrobras (PETR4) aumenta produção de petróleo em 7,6% no segundo trimestre e vende mais para a China. A produção total da estatal chegou a 2,879 milhões de barris entre abril e junho, uma alta de 8,1% em termos anuais e de 5,1% na comparação trimestral; confira todos os números do período.
SEM FOME NO MOMENTO
Investidor gringo perde o apetite por bancos brasileiros, segundo o Itaú BBA — mas Banco do Brasil (BBAS3) e Nubank (ROXO34) ainda estão no cardápio; entenda os motivos. Segundo o banco, investidores globais estão mais cautelosos na bolsa brasileira, mas ainda veem potencial se cenário macroeconômico ajudar.
VEM AÍ?
Saída ordenada: Vinci Compass negocia compra da Verde Asset e acerta sucessão de Luis Stuhlberger, diz jornal. Movimento marca nova fase na consolidação das gestoras independentes e pode dar fôlego ao plano de sucessão de um dos gestores mais conceituados do mercado.
INQUILINOS EM DÍVIDA
A inadimplência de aluguel de imóveis está em alta no Brasil e atinge o maior patamar em mais de um ano. Segundo Índice Superlógica, indicador chegou a 3,59% em junho de 2025, maior patamar desde maio de 2024.
MAIS 90 DIAS?
Uns com pouco, outros com tanto: Diálogo entre EUA e China avança e trégua pode ser prorrogada de novo. Acordos preliminares entre representantes dos Estados Unidos e China ainda devem passar pela aprovação de Donald Trump; enquanto isso prazo de 1º de agosto continua em vigor para o Brasil e o mundo.
‘UM ANÃO POLÍTICO’
Nem todo mundo curtiu: líderes europeus se queixam de acordo fechado com os EUA, e setores pedem tarifa zero; entenda o que incomodou. Setores-chave da economia europeia seguem sendo alvos das tarifas de Trump, e líderes enxergam que a UE saiu enfraquecida.
MAIS UMA TENTATIVA
BRB redesenha operação de compra bilionária do Banco Master para tentar destravar aval do Banco Central, diz jornal. Após idas e vindas, os bancos revisam acordo, que agora prevê uma redução no volume de ativos transferidos.
AGRADECENDO AOS CÉUS
Como a ‘pausa’ nas secas impulsionou essa ação a 40% de alta e por que o Itaú BBA vê ainda mais potencial (não é hidrelétrica). Na visão dos analistas do Itaú BBA, está ação do setor de transportes está se dando bem na bolsa graças a um ano com chuvas regulares.
VALE A PENA?
Santander mantém cautela com a SLC Agrícola (SLCE3), mas vê motivos para a empresa ainda surpreender — com direito a novo preço-alvo. Analistas do banco afirmam que, apesar da pressão no caixa, o potencial de valorização das ações da produtora de grãos e fibras não está fora do radar.
NOVA MODELO NA PASSARELA
A H&M vai acabar com a festa de C&A (CEAB3), Lojas Renner (LREN3) e Guararapes (GUAR3)? Santander responde. Com o anúncio sobre o início das operações da gigante suíça no Brasil, o banco analisa o impacto para as três maiores representantes do fast fashion brasileiro.
VENDENDO MAIS
CRMBonus: o que faz a startup fundada com R$ 30 mil que atraiu o iFood — e agora pode ser avaliada em R$ 10 bilhões. Gigante do delivery anunciou aquisição de 20% da empresa de tecnologia de marketing, que já recebeu aportes de grandes investidores de venture capital, como Softbank e Riverwood.
BALANÇO DESAFINOU
Spotify ganha milhões de usuários, mas mercado ouve o som do prejuízo no 2T25. Empresa fechou trimestre no vermelho mesmo com aumento de assinantes; para o Goldman Sachs, custos e encargos atrapalharam o ritmo.
AS MAIORAIS
Fortune Global 500: Walmart lidera pela 12ª vez, mas empresas da China e da tecnologia chegam com tudo. Lista com as maiores companhias do mundo em receita mostra força dos EUA, lucro recorde da Saudi Aramco e avanço de CEOs mulheres.
ALTA DEMANDA EM SP
Varejistas dão fôlego aos FIIs de galpões e segmento tem o melhor segundo trimestre em mais de dez anos; saiba o que esperar agora. Segundo o BTG Pactual, o setor ultrapassou a faixa de R$ 30 por metro quadrado pela primeira vez desde o início da série histórica, iniciada em 2013.
APETITE SEM FIM?
GGR Covepi (GGRC11) mira em mais um ativo — e imóvel tem locatário de peso. O FII quer adicionar um galpão logístico que possui localização estratégica, em importante eixo que conecta Curitiba (PR) a São Paulo (SP).
O MISTÉRIO DAS AÇÕES
Cadê os R$ 90 bilhões que estavam aqui? Herdeiro da Hermès quer saber o paradeiro da fortuna após morte de ex-assessor. Nicolas Puech, bisneto do fundador da maison francesa, seria o maior acionista individual da Hermès se ainda tivesse os papéis sob custódia.
OPORTUNIDADE À VISTA
Nubank abre mais de 140 vagas de estágio em SP; veja como se inscrever. Programa é voltado para universitários com formatura entre 2026 e 2027, e oferece trilha de desenvolvimento, modelo híbrido e benefícios.
O MAPA DA PORSCHE
O paradoxo do Porsche no Brasil: do crescimento ao dilema do luxo acessível. De marca exclusiva e cobiçada por privilegiados ao símbolo de carros para emergentes, analisamos os motivos que levaram a marca alemã a se popularizar, as consequências para sua imagem e as estratégias para o futuro.
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
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Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
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