🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADOS HOJE

Tarifa total de 145% dos EUA sobre a China volta a derrubar bolsas — Dow perde mais de 1 mil pontos e Ibovespa cai 1,13%; dólar sobe a R$ 5,8988

A euforia da sessão anterior deu lugar às incertezas provocadas pela guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo; Wall Street e B3 devolvem ganhos nesta quinta-feira (10)

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
10 de abril de 2025
12:29 - atualizado às 13:58
Guerra comercial EUA China mercados
Imagem: Shutterstock

A recuperação histórica de Wall Street já está no retrovisor do mercado. Um dia depois do terceiro maior ganho diário desde a Segunda Grande Guerra, a realidade das tarifas voltou a bater na bolsa de Nova York — e o Ibovespa acompanhou, amargando fortes perdas, enquanto o dólar avança. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na quarta-feira (9), o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou uma redução temporária das tarifas para aquelas países que não retaliaram os EUA. Por 90 dias, taxas reduzidas de 10% vão estar em vigor. 

A decisão fez o S&P 500 disparar mais de 9%, registrando seu terceiro maior ganho em um único dia desde a Segunda Guerra. O Dow Jones teve o maior avanço percentual desde março de 2020, enquanto o Nasdaq registrou o maior avanço diário desde janeiro de 2001 e o segundo melhor dia já registrado.

O volume de negociação também foi incomum: 30 bilhões de ações, o maior nível da história. 

Mas nesta quinta-feira (10), tudo isso é passado. O Dow Jones perdeu mais de 1 mil pontos, ou 2,50%, enquanto o S&P 500 recuou de 3,46% e o Nasdaq, 4,31%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por aqui, o movimento de perdas foi o mesmo visto em Wall Street. O Ibovespa caiu 1,13%, aos 126.354 pontos, enquanto o dólar à vista avançou 0,88%, fechando o dia em R$ 5,8988. No pico do dia, a moeda voltou a ser negociada acima dos R$ 6, com a saída de capitais diante da incerteza da guerra comercial entre EUA e China

Leia Também

Nem mesmo a deflação nos EUA em março ajuda no ânimo dos investidores. No mês passado, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA caiu 0,1% ante fevereiro. A previsão era de alta de 0,1%. 

O índice DXY, que mede a força do dólar frente outras moedas fortes, chegou a renovar mínimas com o CPI, enquanto os yields (retornos) dos títulos de dívida do governo norte-americano acompanharam a queda assim que o dado de inflação saiu. 

No mercado de petróleo, os preços dos contratos futuros também afundaram: o Brent — referência no mercado internacional e também usado pela Petrobras (PETR4) — recuou 3,28%, enquanto o WTI — a referência do mercado norte-americano — caiu 3,66%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por que a bolsa caiu depois da euforia com Trump

Apesar do otimismo em resposta aos 90 dias anunciados por Trump, alguns analistas acreditam que o mercado está longe de estar fora de perigo — e muito disso tem a ver com a guerra comercial entre China e EUA. 

Junto com a redução temporária das taxas para 10%, o presidente norte-americano anunciou o aumento das tarifas sobre produtos importados chineses de 104% para 125%. 

O total de taxas sobre a China agora soma 145%, considerando os 20% sobre impostos relacionados ao fentanil, disse um membro do alto escalão da Casa Branca à CNBC. 

A decisão de Trump veio em resposta a uma retaliação de Pequim apresentada horas antes: os produtos norte-americanos passaram a pagar um imposto de 84% e não mais de 34% para entrar na China. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O aumento das tarifas sobre a China, mas o atraso em outras, deixa a alíquota efetiva em 23%, em máximas históricas”, diz Michael Gapen, economista-chefe do Morgan Stanley nos EUA, em nota. “Atrasos ajudam, mas não reduzem a incerteza.”

AÇÕES: Com Selic terminal menor, quais ações viram destaque?

Bolsa na Ásia e na Europa em alta

Na Ásia, as bolsas terminaram o dia em alta. O índice Nikkei da bolsa do Japão subiu 9%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, avançou 6,6%. 

Na China, mesmo com o aumento das tarifas anunciado por Trump, as bolsas também subiram. O CSI 300, índice de referência por lá, teve alta de 1,31%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, avançou 2,06%. 

Na Europa, as bolsas pegaram carona dos ganhos do dia anterior em Wall Street e terminaram o dia com ganhos expressivos — os maiores em três anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais cedo, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que a União Europeia suspenderá a adoção de tarifas retaliatórias sobre uma série de produtos norte-americanos por 90 dias.

Na quarta-feira (9), os membros da UE votaram a favor do pacote, que foi elaborado em resposta às tarifas de 25% dos EUA sobre aço e alumínio, lançadas no mês passado. 

As tarifas europeias deveriam ser finalizadas nos próximos dias, com uma parcela inicial prevista para entrar em vigor em 15 de abril. 

A lista completa de itens visados ​​ainda não foi publicada, mas a CNBC indica que abrange vestuário, aves, grãos e máquinas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar