🔴 [É HOJE] BUSQUE VALORES DE ATÉ R$ 1 MIL, R$ 2 MIL E R$ 6 MIL TODOS OS DIAS – CLIQUE AQUI PARA CONFERIR AGORA

Karin Salomão

Karin Salomão

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP), com experiência em economia e negócios. Foi repórter na Exame e editora assistente no UOL Economia. Completou o Curso B3 de Mercado de Capitais para Jornalistas e Formadores de Opinião, em parceria com o Insper. Hoje, é editora assistente de empresas no Seu Dinheiro.

OPAS E INTERNACIONALIZAÇÃO

Debandada da B3: quando a onda de saída de empresas da bolsa de valores brasileira vai acabar?

Com OPAs e programas de recompras de ações, o número de empresas e papéis disponíveis na B3 diminuiu muito no último ano. Veja o que leva as empresas a saírem da bolsa, quando esse movimento deve acabar e quais os riscos para o investidor

Karin Salomão
Karin Salomão
21 de novembro de 2025
6:18 - atualizado às 11:26
Estátua do touro da B3 em frente à Bolsa de Valores de São Paulo, com expressão triste e lágrimas escorrendo dos olhos, acenando em gesto de despedida.
Empresas se despedindo da B3 - Imagem: Imagem gerada por IA

O mercado é feito de ciclos. Atualmente, a bolsa vive uma onda de OPAs (Ofertas Públicas de Aquisição), em que empresas compram de volta suas ações disponíveis com o objetivo de fechar o capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só neste ano, foram pelo menos nove OPAs: Zamp, Santos Brasil, Eletromidia, Kora Saúde, Carrefour, JBS, Clearsale, Serena Energia e Wilson Sons.

Além disso, diversas empresas têm feito programas de recompra de ações, para guardar papéis negociados do mercado em sua própria tesouraria.

No curto prazo, os investidores podem até ter um ganho, já que essas ofertas costumam ser feitas com um prêmio em relação ao preço atual do papel. No entanto, quem carregou o papel no médio ou longo prazo teve prejuízo.

Se esse ciclo é de retração, o anterior foi de expansão e marcou o recorde de aberturas de capital na bolsa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em janeiro de 2020, havia 389 empresas na bolsa. Um ano depois, eram 409 e, em janeiro de 2022, 461. Ou seja, em dois anos, foram 72 IPOs. O pico de IPOs foi em fevereiro de 2021: só naquele mês, mais curto, foram 13 novas emissões de ações.

Leia Também

Porém, desde setembro de 2021, com o IPO da Vittia, não há mais nenhuma emissão primária de ações na bolsa de valores.

Desde então, diversas empresas fecharam capital. O dado mais atual da B3 é de setembro, com 415 empresas abertas. Dessas, apenas 369 estão listadas — o restante tem apenas emissão de dívidas, sem ações negociadas.

Muitas foram incorporadas com fusões e aquisições, como por exemplo Arezzo e Hering, Fleury e Pardini, Auren e AES, Aliansce Sonae e BR Malls, Rede D’Or e SulAmérica, nos últimos anos. Outras foram compradas, principalmente por estrangeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Seu Dinheiro conversou com Christian Keleti, CEO da gestora Alpha Key, Eduardo Carlier, codiretor da gestora Azimut Brasil Wealth Management, e Marcelo Nantes, head de renda variável do ASA, para entender esse movimento.

E o principal motivo para os dois ciclos, de aberturas e de fechamentos, é basicamente um: os juros altos. A Selic, atualmente em 15% ao ano, já está acima de 10% desde dezembro de 2021. A subida dos juros, depois que eles estiveram no menor patamar da história, em 2% ao ano, durante a pandemia, marcou justamente a seca dos IPOs.

A B3 até criou o Regime Fácil, que entra em vigor em janeiro de 2026, para estimular o acesso de companhias de pequeno porte ao mercado de capitais, mas estima que as primeiras empresas entrarão na bolsa por meio de emissão de dívidas, e não por oferta de ações.

Depois do boom de 2021, a realidade

Os juros baixos estimulavam investidores a procurarem ativos mais arriscados em troca de um rendimento mais alto. Para as empresas, essas aberturas de capital representavam uma forma barata de se capitalizarem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Quando você tem qualquer movimento mais amplo na bolsa, vai haver um efeito manada. Muita gente que não estava preparada entrou na festa. Mas, mais do que isso, também vale a reflexão de que o mercado talvez não estivesse preparado para analisar essas empresas", afirma Marcelo Nantes, head de renda variável do ASA.

"Das 50 empresas da última leva de IPOs, poucas sobreviveram", diz Christian Keleti, CEO da Alpha Key.

  • LEIA MAIS: Ferramenta gratuita do Seu Dinheiro calcula quanto é preciso investir para conquistar a independência financeira; confira aqui

Sem apetite para crescimento

Outro motivo é a falta de apetite das empresas para crescer, seja de forma orgânica, seja por meio de aquisições. Normalmente, elas buscam acesso ao mercado porque querem crescer.

Porém, os juros altos também afetam o consumo e, consequentemente, o crescimento das companhias — aliás, frear o consumo e a inflação é justamente o objetivo do Banco Central ao elevar a Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A maior parte dos IPOs de 2020 a 2021 foram de empresas ligadas ao ciclo doméstico, com dependência razoavelmente grande do mercado local. Não eram grandes exportadoras e ainda estavam em campanha de consolidação de seu market share. Elas entraram no mercado para acessar capital para crescer", diz Eduardo Carlier, codiretor da gestora Azimut Brasil Wealth Management.

Se as companhias não crescem, precisam fazer a conta para ver se ainda vale a pena manter o capital aberto. Isso porque uma empresa com ações na bolsa precisa ter um departamento de relações com investidores, relatórios trimestrais auditados, pagar taxas para a B3, entre outros custos.

Se o mercado aqui não está para peixe, algumas empresas enxergam que há potencial para atrair investidores maiores, menos impactados pelos juros locais, ao abrir capital no exterior. É o caso da JBS, que passou a ser negociada na bolsa de Nova York (NYSE). Também é a estratégia da dona da Gol, a Abra, que sinalizou a intenção de abrir capital nos EUA. Ela também é dona da Avianca.

Empresas estão baratas para aquisições

Com valuations baixos, também é um momento interessante para a consolidação de mercado, com fusões e aquisições — algumas empresas saíram da bolsa justamente porque foram adquiridas por outras de capital fechado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Muitas dessas aquisições foram feitas por grupos estrangeiros. Com receita em moeda mais forte, esses estrangeiros veem ativos na bolsa bastante depreciados. "É uma chance de entrarem em um país grande e com ativos irreplicáveis", afirma Keleti.

É o caso da Zamp, antiga BK Brasil (ZAMP3), comprada pela acionista controladora MC Brazil F&B Participações SA, ligada ao fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala Capital; da Santos Brasil (STBP3), adquirida pela francesa CMA Terminals; e da Wilson Sons (PORT3), incorporada pela gigante de navegação MSC. A matriz francesa do Carrefour também comprou as ações de sua divisão brasileira.

Além disso, muitas companhias estão recomprando as próprias ações. Muitas vezes, essas ações recompradas são canceladas.

A recompra é um instrumento similar ao dividendo em matéria de dar retorno ao acionista, pois aqueles que não vendem acabam ficando com um percentual maior da companhia após o cancelamento dos papéis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos motivos é justamente o valuation baixo para as ações. Ao gerar caixa, a direção das empresas precisa decidir se irá investir em aquisições, novas máquinas ou plantas, repartir com os acionistas ou, ainda, comprar as próprias ações.

Em alguns momentos, o melhor a fazer é de fato investir em si mesma. A companhia acredita que a ação está barata e que, no futuro, pode voltar a subir.

Com fechamento de capital e programas de recompra de ações, as ações disponíveis para o mercado, ou seja, em free float, caíram aproximadamente 13% em volume entre janeiro de 2022 e janeiro deste ano, desconsiderando Petrobras. Trata-se de cerca de R$ 260 bilhões, segundo cálculos da Alpha Key.

VEJA TAMBÉM: O futuro da Petrobras: Margem Equatorial, dividendos e um dilema bilionário

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A bolsa está mesmo barata?

A resposta para essa pergunta tem dois lados. O valuation das empresas pode até estar atraente, mas a comparação com a renda fixa é até injusta. Ao analisar a relação do preço das ações e do lucro líquido das empresas, sim, as empresas da bolsa estão sendo negociadas a valores abaixo da média histórica.

Mas, ao analisar todos os investimentos disponíveis, a bolsa ainda não está tão atraente. O motivo, de novo, são os juros.

É difícil bater um retorno de 15% ao ano praticamente sem risco com ações de empresas abertas. "Com o CDI a 15% ao ano, não acho a bolsa barata", diz Nantes.

Então por que então a bolsa está em alta nos últimos dois meses? O movimento é uma antecipação ao corte de juros, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Ainda que o Ibovespa tenha ganhado tração recentemente, essa valorização ainda não atingiu as empresas médias e small caps.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque quem impulsionou a alta da bolsa não foram os investidores locais, mas grandes fundos estrangeiros, que estão migrando o capital para países emergentes, entre eles o Brasil. E esses estrangeiros costumam investir em grandes companhias, com alta liquidez.

Entre as empresas menos capitalizadas e fora do Ibovespa, muitas continuam com valores muito baixos e ainda podem realizar fechamentos de capital, recompras de ações ou mesmo serem adquiridas por uma empresa maior — mantendo a onda de debandada da bolsa.

Qual o risco de ter menos ações na bolsa

Com menos aberturas de capital, saídas de empresas da bolsa e programas de recompra de ações, os investidores têm menos papéis disponíveis para comprar.

Para a empresa, o risco é afastar alguns investidores. Se ela tem menos ações disponíveis, acaba afastando grandes fundos, bancos ou gestoras que compram altos volumes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro problema é que empresas menos líquidas, ou seja, menos negociadas, acabam sendo mais voláteis. "Para o investidor, isso é ruim. Ele requer um retorno maior, o que acaba fazendo com que a empresa negocie a um valuation mais baixo", afirma o diretor do ASA.

Como consequência, há uma concentração maior da bolsa em apenas alguns setores. Bancos e commodities são dois pesos-pesados no mercado hoje. É o que diz Carlier, da Azimut. A consequência é que o mercado de capitais fica cada vez mais distante da economia real do país, medida pelo PIB.

E quando a debandada vai acabar?

Quando o país voltar a crescer. Isso porque o mercado de capitais é uma das formas usadas pelas companhias para levantar capital para crescer. Então, quando a economia voltar a expandir de forma mais pujante, é provável que o ambiente na bolsa também melhore.

Os juros também são um componente muito importante para que o investidor volte para a bolsa, e, portanto, novas empresas tenham interesse em abrir capital. E, quando esse ciclo começar, as ações devem ter uma grande valorização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque o mercado de renda fixa é muito maior do que o de ações. O valor de mercado de todas as empresas abertas na bolsa brasileira é de R$ 4,76 bilhões, ou US$ 862 milhões. Comparado às bolsas americanas, podemos lembrar que só a Apple vale mais de US$ 4 trilhões.

Já o tamanho do mercado de renda fixa no Brasil é de R$ 15 trilhões. Qualquer dinheiro que migrar da renda fixa para a bolsa já pode representar uma boa valorização das ações.

A conta da Alpha Key é que, se 5% dos recursos saírem do mercado de renda fixa, isso já representaria uma alta de 20% na bolsa, considerando as ações em free float.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

APÓS UMA DECISÃO JUDICIAL

Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana

21 de dezembro de 2025 - 11:30

O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo

DESTAQUES DA SEMANA

Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques

20 de dezembro de 2025 - 16:34

Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas

OS MAIORES DO ANO

Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking

19 de dezembro de 2025 - 14:28

Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel

MEXENDO NO PORTFÓLIO

De olho na alavancagem, FIIs da TRX negociam venda de nove imóveis por R$ 672 milhões; confira os detalhes da operação

19 de dezembro de 2025 - 11:17

Segundo comunicado divulgado ao mercado, os ativos estão locados para grandes redes do varejo alimentar

MERCADOS

“Candidatura de Tarcísio não é projeto enterrado”: Ibovespa sobe e dólar fecha estável em R$ 5,5237

18 de dezembro de 2025 - 19:21

Declaração do presidente nacional do PP, e um dos líderes do Centrão, senador Ciro Nogueira (PI), ajuda a impulsionar os ganhos da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18)

ENTREVISTA

‘Se eleição for à direita, é bolsa a 200 mil pontos para mais’, diz Felipe Miranda, CEO da Empiricus

18 de dezembro de 2025 - 19:00

CEO da Empiricus Research fala em podcast sobre suas perspectivas para a bolsa de valores e potenciais candidatos à presidência para eleições do próximo ano.

OTIMISMO NO RADAR

Onde estão as melhores oportunidades no mercado de FIIs em 2026? Gestores respondem

18 de dezembro de 2025 - 17:41

Segundo um levantamento do BTG Pactual com 41 gestoras de FIIs, a expectativa é que o próximo ano seja ainda melhor para o mercado imobiliário

PROVENTOS E MAIS PROVENTOS

Chuva de dividendos ainda não acabou: mais de R$ 50 bilhões ainda devem pingar na conta em 2025

18 de dezembro de 2025 - 16:30

Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar