🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

INVESTIR LÁ FORA

Renda fixa no exterior: DBOA11, ETF que investe em debêntures americanas conversíveis em ações, estreia na B3

Gestora Oryx Capital, responsável pelo novo fundo de índice, deseja focar em ETFs voltados para o mercado externo e mudar a forma como a distribuição desses produtos é remunerada no Brasil

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
21 de outubro de 2024
18:10 - atualizado às 10:47
Gráfico de ações sobre bandeira dos Estados Unidos
Imagem: iStock.com/Galeanu Mihai

A bolsa brasileira recebeu, nesta segunda-feira (21), um novo ETF, desta vez focado em renda fixa no exterior. Começou a ser negociado hoje na B3 o fundo de índice Oryx Debêntures Conversíveis USA (DBOA11), que investirá em debêntures emitidas no mercado americano e conversíveis em ações das suas empresas emissoras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desempenho do primeiro ETF da gestora Oryx Capital, focada em ETFs que investem no exterior, acompanhará o índice Bloomberg US Convertible Liquid Bond – ETF Tracker e contará com cerca de 280 empresas emissoras de variados setores, como finanças, saúde e transporte.

Para compôr o índice e a carteira do fundo, as debêntures devem ter alta liquidez, respeitando dois critérios de volume: valor de emissão a partir de US$ 350 milhões e valor nominal em circulação de no mínimo US$ 250 milhões.

Debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas, mas as debêntures conversíveis podem ser convertidas em ações em caso de calote do emissor do papel, o que em tese traz uma camada extra de garantia.

Se as debêntures da carteira do DBOA11 chegarem a ser convertidas em ações, o fundo irá vender os papéis a preço de mercado, de forma a voltar a ter apenas renda fixa na carteira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso das debêntures conversíveis que compõem o índice da Bloomberg – e consequentemente, o DBOA11 –, são papéis considerados high yield, isto é, com risco mais alto e maior potencial de retorno, contou ao Seu Dinheiro Verônica Pimentel, CEO da Oryx Capital.

Leia Também

O investimento em um ETF como este, portanto, permite ao investidor ter um retorno de renda fixa dolarizado na sua carteira, o que torna, segundo Pimentel, o produto competitivo com a renda fixa brasileira e nossa elevada taxa de juros.

De acordo com a Oryx, nos últimos cinco anos, os ativos que integram a carteira do Bloomberg US Convertible Liquid Bond – ETF Tracker tiveram uma rentabilidade média anual de 14,3%, “que esteve atrelada à estabilidade do dólar e à valorização dos próprios ativos.”

O DBOA11 tem taxa de administração de 0,7% ao ano e começou a ser negociado a R$ 100 por cota. Os rendimentos pagos pelas debêntures da carteira são reinvestidas no fundo automaticamente, e a tributação segue as regras dos ETFs de renda fixa, isto é, sem IOF nem come-cotas e com a alíquota regressiva de acordo com o prazo médio de repactuação dos ativos da carteira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Até 180 dias: 25%
  • Entre 181 e 720 dias: 20%
  • Acima de 720 dias: 15%

No caso do DBOA11, a expectativa é de que o prazo médio da carteira não fique abaixo de 720 dias, mantendo a alíquota em 15% sobre os ganhos com a venda das cotas.

Oryx quer mudar a forma de remuneração da distribuição de ETFs no Brasil

A Oryx Capital começou a atuar como gestora no segundo semestre de 2023 e deseja focar sua atuação em ETFs que investem no exterior, notadamente nos mercados europeu e norte-americano.

Segundo a CEO, Verônica Pimentel, a gestora deseja ainda introduzir um novo modelo de remuneração de distribuidores no mercado brasileiro, similar ao que se vê nos EUA e na Europa.

Ela explica que hoje, no Brasil, os ETFs novos fazem uma oferta pública inicial de cotas (IPO), e que o distribuidor do fundo é remunerado apenas neste momento. “É uma taxa elevada, que pode ser de 3% ou 5%, mas nós consideramos que isso prejudica o investidor que entra no IPO”, disse Pimentel, ao Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos países desenvolvidos, diz ela, não existe esse IPO. “Os ETFs chegam ao mercado apenas com seed money ou sem nada. Os distribuidores então recebem uma pequena taxa mensal pela distribuição, já no mercado secundário. Acreditamos que esse modelo é melhor para o investidor”, explica.

A CEO da Oryx diz que o objetivo é implementar o novo modelo no médio ou longo prazo, mas que não depende de regulação específica para adotá-lo.

*Matéria atualizada em 22/10/2024 para acrescentar a alíquota de IR do fundo.

Veja também: Os gringos DESISTIRAM do BRASIL? Confira a entrevista do Chairman no Brasil da BlackRock, maior gestora de recursos do mundo, no podcast Touros e Ursos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CARTEIRA RECOMENDADA

Livres de imposto de renda: as recomendações de CRI, CRA e debêntures incentivadas para fevereiro

6 de fevereiro de 2026 - 15:05

Carteiras recomendadas de bancos destacam o melhor da renda fixa para o mês e também trazem uma pitada de Tesouro Direto; confira

REAL VS. DÓLAR

Crédito privado em reais ou em dólar? BTG destaca empresas brasileiras para investir em debêntures e em bonds

5 de fevereiro de 2026 - 19:01

Em alguns casos, o ganho de um título em dólar sobre o equivalente em real pode ultrapassar 3 pontos percentuais

SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

ENERGIA PARA A EMPRESA

Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

26 de janeiro de 2026 - 12:35

Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar