Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

DE OLHO NA SELIC

O retorno triunfal do Tesouro Direto: XP inclui três títulos públicos, CRI, CRA e debêntures nas recomendações de renda fixa para dezembro; confira a lista

A corretora acredita que, com a alta esperada para a Selic, os ativos pós-fixados devem continuar a se beneficiar do nível atual dos juros

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
3 de dezembro de 2024
15:41 - atualizado às 13:54
tesouro direto renda fixa
Imagem: Brenda Rocha/Blossom/Shutterstock

Com o final do ano se aproximando, se encerrará também a passagem de Roberto Campos Neto pela presidência do Banco Central. Mas, antes de passar o bastão para seu sucessor, Campos Neto ainda conduzirá mais uma decisão de política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa do mercado é que ele assine mais um comunicado anunciando uma elevação na taxa básica de juros brasileira. A maioria das apostas é em uma alta de 0,5 ponto percentual, o que levaria a Selic a encerrar ano em 11,75%.

Considerando esse cenário base, a XP divulgou sua carteira recomendada de renda fixa para dezembro e incluiu um título público diretamente atrelado à taxa entre os indicados para o mês. Trata-se do Tesouro Selic com vencimento em 2027, que atualmente remunera a própria Selic mais uma taxa fixa de 0,04%.

A corretora também colocou o Tesouro Prefixado com vencimento em 2027 e a NTN-B, mais conhecida como Tesouro IPCA+, que vence em 2030, entre as recomendações dentro do segmento de títulos públicos.

Considerando as demais classes da renda fixa, representantes dos mercados de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e debêntures isentas de Imposto de Renda aparecem na carteira. Veja a lista completa abaixo:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
AtivoIndexadorVencimentoIsento de IR?
Tesouro SelicSelic01/03/2027Não
Tesouro PrefixadoPrefixado01/03/2027Não
NTN-BIPCA+15/08/2030Não
CRI TrisulCDI+25/02/2030Sim
Debênture AegeaPrefixado15/05/2029Não
Debênture Energisa ParaíbaIPCA+15/04/2031Sim
CRA MarfrigIPCA+16/10/2034Sim
Fonte: XP

Vale destacar que o CRI da Trisul e a Debênture Energisa Paraíba estão disponíveis apenas para investidores qualificados, ou seja, com aplicações acima de R$ 1 milhão. Os demais ativos são destinados ao público em geral.

Leia Também

Saiba mais sobre os ativos que compõem a carteira de renda fixa da XP

Tesouro Selic 2027

O Tesouro Selic é um título público que está atrelado à variação de um dia da taxa básica de juros. Ou seja, sua remuneração acompanha os ciclos de aperto e afrouxamento monetário.

Vale relembrar que o cenário base da XP é que a taxa Selic encerre 2024 em 11,75%. "Com a alta esperada, os ativos pós-fixados devem continuar a se beneficiar do nível da taxa básica de juros", diz a corretora.

Os analistas destacam ainda que o Tesouro Selic é indicado para a reserva de emergência ou gestão de caixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, apesar de também estar sujeito aos efeitos da marcação a mercado, que podem diminuir o valor dos títulos em caso de resgate antecipado via mercado secundário, o vencimento curto faz com que a rentabilidade do ativo fique cada vez mais próxima da contratada no momento da aplicação.

Tesouro Prefixado 2027

O próximo ativo também é um título público com vencimento em 2027. Mas, neste caso, ele é prefixado: é possível saber desde o início exatamente quanto será pago ao final do prazo do investimento.

Como a taxa é fixa, os analistas afirmam que essa é uma opção mais benéfica em cenários de expectativa de baixa de juros. Mas mantiveram o título na carteira com um percentual de alocação menor, que varia de 2,5% a 7,5% a depender do perfil de cada investidor

"Além disso, estes ativos são recomendados para quem busca previsibilidade, independentemente da expectativa para os juros no futuro, caso a intenção seja permanecer até o vencimento."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tesouro IPCA+ 2030 (NTN-B)

O terceiro e último título público recomendado pela XP neste mês é a NTN-B com vencimento em agosto de 2030.

Também conhecido como Tesouro IPCA+, o título remunera uma taxa predeterminada de juros e também é corrigido pelo índice oficial de inflação do país.

Vale destacar que os títulos possuem uma correlação inversa com os juros: quando a Selic sobe, os preços caem no curto prazo e vice-versa. Mas a XP reforça que essa variação só se tranforma em perda caso o ativo seja resgatado antes do vencimento.

A corretora espera que a inflação encerre este ano em 5% e termine 2025 em 4,7%. Portanto, considera importante manter uma parcela de ativos atrelados à inflação para proteger o patrimônio contra o efeito da alta dos preços no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CRI Trisul

Negociado sob o código 24H1685086, o CRI Trisul é uma opção isenta de Imposto de Renda para investidores qualificados.

O título está atrelado à companhia de mesmo nome que atua na construção e incorporação imobiliária na cidade de São Paulo. O foco é em produtos de médio e alto padrão, mas há exposição ao segmento econômico e ao programa Minha Casa Minha Vida por meio das linhas Side e Elev.

Entre os destaques positivos do emissor, a XP cita o foco na capital paulista, que tem elevado potencial de vendas, o mercado-alvo com demanda aquecida e o landbank, ou banco de terrenos, fortalecido.

Já os pontos de atenção incluem a alta concorrência no principal mercado imobiliário do país e o cenário macroeconômico — os juros em alta encarecem o crédito para um setor que é altamente dependente de financiamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Debênture Aegea

O emissor dessa debênture, cujo código é AEGPA0, é uma holding que atua no gerenciamento de ativos de saneamento por meio de concessões plenas ou parciais e parcerias público-privadas (PPPs),

Presente em mais de 480 cidades de 13 estados brasileiros, a Aegea possuía cerca de 56% do market share no setor privado em 2022, atendendo mais de 30 milhões de pessoas.

A escala e a diversificação geográfica da companhia são dois dos atrativos para a XP, além da receita previsível e da evolução da regulação do setor de saneamento básico. Apesar desse avanço, ainda há um risco político e regulatório na tese, além de preocupações com a estratégia agressiva de crescimento.

  • Carteira que já rendeu mais de 200% do Ibovespa está disponível sem custos para leitores do Seu Dinheiro; veja como receber

Debênture Energisa Paraíba

Outra debênture, desta vez ligada ao setor de energia, na carteira de renda fixa da XP, é a SAEL3, cujo emissor é um dos principais conglomerados privados do segmento no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao todo, o Grupo Energisa atende cerca de 8,4 milhões de consumidores em onze estados, o que corresponde a cerca de 10% da população brasileira. Confira abaixo os destaques positivos:

  • Histórico de boa eficiência operacional.
  • Iniciativas de diversificação de receita.
  • Concessões geograficamente diversificadas.

Já os pontos de atenção contemplam o risco regulatório, de inadimplência e refinanciamento. A corretora cita ainda que, como a debênture possui um prazo médio consideravelmente longo, de cerca de cinco anos, apresenta volatilidade alta ao longo do tempo.

"Indicamos como boa alternativa de rentabilidade elevada para quem pode carregar o título até o vencimento, reduzindo o risco de perdas ao longo de sua duração. Atente-se ao risco de oscilações", alerta a XP.

CRA Marfrig

O último título na carteira de renda fixa da XP é o CRA emitido pela Marfrig, holding do setor alimentício especializada em carne bovina e presente em 100 países.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir de 2022, a holding passou a consolidar também as operações da BRF, outra gigante do setor, após a aquisição de uma fatia da empresa. Além disso, negociou R$ 7,5 bilhões em plantas industriais com a rival Minerva no final do ano passado.

A escala da companhia, a diversificação geográfica, os resultados robustos, a boa liquidez e o processo de desalavancagem são pontos positivos da tese, na visão da XP.

Mas há riscos, especialmente pela exposição a preços internacionais de commodities, questões sanitárias e movimentos de expansão e aquisições, como o visto com a BRF.

A corretora relembra ainda que, assim como no caso da Debênture Energisa Paraíba, a duration do CRA da Marfrig também é longo e pode implicar em alta volatilidade até o vencimento do título, em outubro de 2034.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CRÉDITO (IN)SEGURO

As agências de rating erraram? O que as revisões bruscas das notas de empresas encrencadas revelam sobre o papel da classificação de risco

9 de abril de 2026 - 6:05

Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master

RENDA FIXA

Empresas estão ‘perdendo a vergonha’ de pôr credor para pagar a conta, diz sócio da Vinland, diante de enxurrada de recuperações

8 de abril de 2026 - 19:30

Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais

RENDA FIXA + ETFS

Proteção contra a inflação e uma mesada: este ETF de renda fixa investe em Tesouro IPCA+ de um jeito diferente e ainda paga dividendos

1 de abril de 2026 - 19:02

O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa

BALANÇO DO MÊS

Tesouro Selic e CDI: só ganharam em março os investimentos que nunca perdem

31 de março de 2026 - 19:40

Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano

DEBÊNTURES E BONDS

Renda fixa privada: juro alto é a pedra no sapato dos títulos de dívida de empresas brasileiras; mas no exterior, investidor pode ousar mais

31 de março de 2026 - 18:50

É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores

NÃO FORAM SÓ AS AÇÕES

Títulos de renda fixa de Hapvida, CSN e Assaí também refletem momento difícil das empresas e veem forte queda no mercado

23 de março de 2026 - 19:04

Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira

RENDA FIXA

Tesouro Nacional reduziu o pânico, mas taxas dos títulos públicos devem continuar altas em resposta ao cenário global

20 de março de 2026 - 19:45

Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio

MEDO NO AR

Renda fixa: títulos públicos do mundo inteiro disparam com a expectativa de uma nova onda de aumento dos juros

20 de março de 2026 - 17:25

Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%

SIMULAÇÃO

Renda fixa: quanto rendem R$ 10 mil no CDB, na LCA, no Tesouro Selic e na poupança com os juros em 14,75% ao ano?

18 de março de 2026 - 19:42

O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades

RENDA FIXA

Tesouro Direto: Prefixado a 14% e IPCA + 8% aqui não! Tesouro Nacional vai às compras e isso é bom para a sua carteira

17 de março de 2026 - 19:32

Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio

RENDA FIXA

O que vai acontecer com a renda fixa? Situação da Raízen (RAIZ4) e corte na Selic são motivos de alerta para gestores de fundos

16 de março de 2026 - 19:48

Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses

CRÉDITO EM CRISE

Raízen (RAIZ4): como ficam as debêntures, bonds e CRAs após o pedido de recuperação extrajudicial?

11 de março de 2026 - 18:33

Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora

ISENTO DE IR

Renda fixa: LCAs mais rentáveis de fevereiro pagam até 94,5% do CDI, sem imposto de renda; veja prazos e emissores

10 de março de 2026 - 19:45

As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR

CARTEIRA RECOMENDADA

Corte na taxa Selic e guerra no Oriente Médio: como investir em Tesouro Direto e outros títulos de renda fixa em março?

10 de março de 2026 - 14:01

Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Paradoxo da Selic: corte nos juros tende a diminuir risco de calote na renda fixa, mas Sparta alerta para outro risco no horizonte

9 de março de 2026 - 15:32

Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI

CRÉDITO PRIVADO

Os juros vão cair, e esses são os melhores setores para investir na renda fixa com a taxa Selic menor

23 de fevereiro de 2026 - 19:04

Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Renda fixa sem IR: é hora de investir em CRAs ou em debêntures incentivadas? A Sparta responde

23 de fevereiro de 2026 - 14:01

A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta

OPORTUNIDADE NO CRÉDITO

Não é hora de sair da renda fixa? Moody’s prevê bilhões em emissões no primeiro semestre

12 de fevereiro de 2026 - 18:58

Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor

RENDA FIXA

CDBs dos bancos Pleno, Original e Pine estão entre os mais rentáveis de janeiro, pagando até 110% do CDI; vale a pena investir?

10 de fevereiro de 2026 - 16:15

Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado

SEM CONFIANÇA

Raízen (RAIZ4) non grata: investidores vendem debêntures da empresa com prejuízo, diante de maior percepção de risco

9 de fevereiro de 2026 - 14:01

Depois dos bonds, debêntures da Raízen derretem no mercado secundário, com abertura de até 40 pontos percentuais em taxas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia