🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

ONDE INVESTIR

O que comprar no Tesouro Direto agora? Inter indica títulos públicos para investir e destaca ‘a grande oportunidade’ nesse mercado hoje

Para o banco, taxas como as que estamos vendo atualmente só ocorrem em cenários de estresse, que não ocorrem a todo momento

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
8 de novembro de 2024
8:02 - atualizado às 19:11
Baú de Tesouro na praia
Taxas dos títulos indexados à inflação são o verdadeiro 'tesouro' do momento. - Imagem: Shutterstock

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) mais uma vez elevou a taxa básica de juros na última quarta-feira (06), desta vez para 11,25% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa escalada tende a aumentar o retorno oferecido pelos ativos de renda fixa, como os títulos públicos, aumentando a atratividade desses papéis e abrindo oportunidades de compra. Então o que comprar no Tesouro Direto agora que os juros estão ainda mais altos?

Em sua última newsletter de renda fixa, o analista Rafael Winalda, do banco Inter, faz basicamente três indicações de títulos públicos para comprar no Tesouro Direto levando em conta o cenário atual, mas destaca que os papéis indexados à inflação (Tesouro IPCA+) representam a grande oportunidade desse mercado hoje. Confira as recomendações:

1. Tesouro Selic: reserva de emergência ou caixa

    A primeira recomendação não poderia deixar de ser o Tesouro Selic, título pós-fixado indexado à taxa básica que configura o investimento mais conservador, não só do Tesouro Direto quanto de toda a economia brasileira.

    Como a Selic em 11,25% ao ano e perspectiva de novas altas, o retorno do Tesouro Selic está bastante elevado, e com expectativa de subir ainda mais.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    O analista Rafael Winalda destaca o retorno real (acima da inflação) que o Tesouro Selic vem oferecendo, além de lembrar que, por ter rendimento e liquidez diários, o papel caba sendo uma opção segura e prática para alocar a reserva de emergência e o caixa.

    Leia Também

    "O caixa pode ser considerada aquela parte da sua carteira destinada ao curto prazo. Seu percentual pode variar, a depender das condições de mercado: 5%, 10%, 15%, possibilitando fazer movimentações, ora aumentando, sendo mais conservador, ora diminuindo, aproveitando as oportunidades do momento", diz o analista.

    2. Tesouro IPCA+ 2045 ou Tesouro IPCA+ 2029: a grande oportunidade

    Para o Inter, aqui reside a grande oportunidade do momento entre os títulos públicos. Isso porque a média histórica da taxa prefixada (juro real) paga pelos títulos Tesouro IPCA+ com vencimentos superiores a 10 anos é um pouco inferior a 6% ao ano.

    Com uma taxa como essa, lembra Winalda, é possível dobrar o valor investido, em termos reais, a cada 12 anos. E, considerando uma inflação média de 4% ao ano, é possível dobrar o investimento em termos nominais (isto é, o valor total) a cada sete anos.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Ou seja, 6% ao ano já é uma bela remuneração. Acontece que, agora, os títulos Tesouro IPCA+ oferecidos no Tesouro Direto estão rendendo quase 7% ao ano mais a variação da inflação. "As contas anteriores para dobrar o investimento caem para dez anos em termos reais e 6,5 anos em termo nominais. Com taxas mais altas, você compra tempo!", diz o analista.

    As taxas atuais estão em nível similar às de outros momentos de estresse de mercado, como a crise financeira de 2008/2009 e o impeachment de Dilma Rousseff em 2026. "No entanto, quando olhamos os indicadores macroeconômicos, como PIB, mercado de trabalho e inflação, não podemos dizer que estamos em momento de crise, o que abre uma oportunidade", acredita Winalda.

    Assim, o analista recomenda a compra de um título de vencimento longo, mais especificamente o Tesouro IPCA+ 2045, que hoje paga 6,66% ao ano mais a variação do IPCA pra quem ficar com ele até o vencimento, que é a ideia inicial da recomendação do Inter.

    O Tesouro IPCA+ 2045 é um dos papéis mais voláteis do Tesouro Direto hoje, experimentando grandes disparadas de preços em épocas de cortes de juros, mas também fortes quedas em tempos de alta nas taxas.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Neste ano, por exemplo, este título já desvalorizou quase 14%, uma vez que sua taxa subiu forte, o que abriu essa oportunidade de compra.

    Devido ao prazo longo e à grande volatilidade do papel, o Inter recomenda que o investidor aloque apenas uma parte da sua carteira de renda fixa em Tesouro IPCA+ 2045.

    Para aqueles investidores que não tiverem um horizonte de investimentos tão longo ou tenham receio de comprar um ativo com um vencimento tão distante, a recomendação do banco Inter é o Tesouro IPCA+ 2029, que hoje remunera 6,81% + IPCA, a maior taxa entre os títulos públicos indexados à inflação.

    O risco desta opção, diz Winalda, é que quando o título vencer, em 2029, dificilmente o investidor conseguiria reinvestir os recursos a uma taxa igual ou superior, uma vez que janelas de oportunidade como a atual não se abrem a todo momento.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    3. Tesouro Prefixado curto: apenas uma pitada da carteira

    Entre os títulos prefixados, que pagam uma taxa nominal já conhecida na hora de investir, o Inter recomenda os papéis de vencimentos curtos, entre 12 meses e dois anos.

    Hoje em dia não há, no Tesouro Direto, papéis com esses prazos, então o investidor teria que adquiri-los no mercado secundário, via mesa de operações da sua corretora de valores.

    Os títulos prefixados são os mais arriscados, pois além de terem volatilidade, com preços que oscilam ao longo do tempo, eles não são indexados nem à taxa de juros, nem à inflação, ou seja, podem acabar não sendo bons investimentos se a Selic subir demais ou a inflação disparar.

    Assim, Rafael Winalda recomenda uma exposição de apenas 5% da carteira de renda fixa a prefixados.

    VEJA TAMBÉM: ONDE INVESTIR em NOVEMBRO com ELEIÇÕES NOS EUA e SITUAÇÃO FISCAL ALARMANTE

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    COMPARTILHAR

    Whatsapp Linkedin Telegram
    CARTEIRA RECOMENDADA

    Livres de imposto de renda: as recomendações de CRI, CRA e debêntures incentivadas para fevereiro

    6 de fevereiro de 2026 - 15:05

    Carteiras recomendadas de bancos destacam o melhor da renda fixa para o mês e também trazem uma pitada de Tesouro Direto; confira

    REAL VS. DÓLAR

    Crédito privado em reais ou em dólar? BTG destaca empresas brasileiras para investir em debêntures e em bonds

    5 de fevereiro de 2026 - 19:01

    Em alguns casos, o ganho de um título em dólar sobre o equivalente em real pode ultrapassar 3 pontos percentuais

    SAÍDA EM MASSA

    Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

    5 de fevereiro de 2026 - 14:01

    Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

    RENDA FIXA EM DÓLAR

    Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

    4 de fevereiro de 2026 - 10:45

    Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

    RENDA FIXA

    Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

    3 de fevereiro de 2026 - 15:35

    Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

    RENDA FIXA

    Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

    2 de fevereiro de 2026 - 16:45

    Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

    RENDA FIXA

    Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

    30 de janeiro de 2026 - 17:25

    O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

    ENERGIA PARA A EMPRESA

    Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

    26 de janeiro de 2026 - 12:35

    Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

    ESTRATÉGIA DO GESTOR

    Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

    20 de janeiro de 2026 - 18:01

    Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

    TÍTULOS PÚBLICOS

    Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

    20 de janeiro de 2026 - 12:29

    Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

    SEGUNDA CHANCE

    CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

    19 de janeiro de 2026 - 18:05

    Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

    COMPRAR OU VENDER?

    Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

    19 de janeiro de 2026 - 14:41

    Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

    CDBs

    FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

    18 de janeiro de 2026 - 17:34

    Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

    RENDA FIXA

    Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

    15 de janeiro de 2026 - 6:24

    Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

    GANHO EM DÓLAR

    BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

    14 de janeiro de 2026 - 17:45

    Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

    CARTEIRA RECOMENDADA

    Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

    13 de janeiro de 2026 - 12:32

    Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

    OURO DE TOLO

    Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

    9 de janeiro de 2026 - 12:20

    Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

    BALANÇO DA RENDA FIXA

    Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

    1 de janeiro de 2026 - 12:10

    Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

    É A VEZ DO CRÉDITO

    Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

    22 de dezembro de 2025 - 14:32

    Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

    RENDA FIXA

    Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

    16 de dezembro de 2025 - 17:45

    Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

    Menu

    Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

    Fechar