🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Sem fortes emoções

Mapfre Investimentos lança fundo de renda fixa de baixo risco para investir em CDBs e outros títulos bancários; foco é superar o CDI

Primeiro fundo lançado pela gestora em dez anos atende demanda de clientes por produtos conservadores em momento de mercado adverso

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
16 de julho de 2024
7:27
Sede social da Mapfre
Imagem: Divulgação Mapfre Corporate

No ano passado, o fundo Mapfre Inversion foi um dos multimercados mais rentáveis do ano, e um dos poucos do país a vencerem o CDI, com um retorno de 23%. Mas, na Mapfre Investimentos, não foi este o fundo campeão de captação junto aos clientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com quase R$ 3 bilhões em aportes líquidos em 2023, foi o fundo de renda fixa de gestão ativa da Mapfre, um produto de baixo risco, o mais procurado pelos investidores. Ele busca superar o CDI por meio da aplicação de até 50% da carteira em crédito privado de emissão bancária, como CDBs, Letras Financeiras (LFs) e Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGEs).

“Isso mostra que o cliente não esta querendo risco, quer um produto de pouca volatilidade e capaz de superar o CDI”, diz Carlos Eduardo Eichhorn, diretor de gestão de investimentos da Mapfre Investimentos.

Diante da demanda e dos pedidos dos assessores de investimentos, a Mapfre resolveu lançar um novo fundo dedicado apenas à sua estratégia de crédito privado bancário, com pelo menos 80% da carteira alocados em títulos emitidos por bancos de baixíssimo risco de crédito (“high grade”) com a intenção de superar o CDI.

O Mapfre Confianza é o primeiro lançamento da Mapfre Investimentos em dez anos. O fundo faz gestão ativa, isto é, pode vender os papéis da carteira antes do vencimento caso surja a oportunidade de realizar ganhos com sua valorização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eichhorn admite que a pessoa física tem facilidade de investir em títulos bancários diretamente, como é o caso dos CDBs e LFs, até porque existe a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), algo que não está disponível para fundos.

Leia Também

Mas ele lembra que, no investimento direto, é mais difícil fazer a gestão ativa para realizar ganhos com a valorização do papel. “Mesmo que o investidor tenha a oportunidade de vender o título na sua plataforma de investimentos, ele acaba sendo altamente tributado pela tabela regressiva do imposto de renda”, diz, lembrando que no caso dos fundos as transações da carteira não são tributadas.

O Mapfre Confianza tem liquidez diária (D+0) e aceita aporte inicial a partir de R$ 1, o que possibilita, por exemplo, que o investidor guarde os valores quebrados que porventura sobrem na sua conta, sugere Eichhorn.

A taxa de administração é de 0,35% ao ano e não há taxa de performance. “Se os custos forem muito elevados, o retorno do fundo pode ficar abaixo do CDI, e não é essa a proposta. O cliente precisa perceber o retorno, que há esse objetivo de superar o CDI”, diz o executivo da Mapfre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

ADEUS, SONHO DA SELIC EM UM DÍGITO: AS MELHORES RECOMENDAÇÕES EM RENDA FIXA NO 2° SEMESTRE

Sem crédito corporativo e com baixíssima volatilidade

O Mapfre Confianza investe apenas em títulos com classificação de risco A, AA e AAA, isto é, de melhor qualidade de crédito. A gestora já tem 40 emissores aprovados para receber investimentos do fundo, mas a carteira atual – que já chega ao mercado com histórico de 12 meses de alocação de recursos da própria Mapfre Investimentos – tem por enquanto papéis de apenas 14 emissores, sendo quase todos AAA.

Eichhorn explica que, à medida que o patrimônio for crescendo, a diversificação também vai aumentar, inclusive com a alocação em DPGEs, cujos aportes iniciais partem de R$ 10 milhões.

Além disso, a volatilidade do Mapfre Confianza (flutuação dos preços das cotas) é ainda menor que a do fundo de renda fixa que lhe deu origem, ficando entre 0,20% e 0,25%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diretor de gestão de investimentos da Mapfre frisa também que a estratégia seguida pelo Confianza não inclui investimento em crédito corporativo (debêntures) ou estruturado (CRIs, CRAs, FIDCs).

No caso dos estruturados, ele explica que não é a área de expertise da gestora. Já no caso das debêntures, Eichhorn conta que a Mapfre tem preferido ficar de fora deste mercado já desde antes da pandemia, por acreditar que as empresas já estavam alavancadas demais.

O processo se intensificou com a crise sanitária, tornando esses ativos ainda mais arriscados com a alta de juros que se seguiu, diz.

Já no ano passado, acabou ocorrendo uma grande correção de preços após os problemas com Americanas e Light. Neste ano, os preços se recuperaram, mas também foram impulsionados pela forte demanda que se seguiu às mudanças nas regras de emissão de alguns títulos de renda fixa isentos de IR. Assim, as taxas das debêntures acabaram ficando “achatadas”, de modo que a Mapfre considera que não valem o risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ESTRATÉGIA DO GESTOR

Paradoxo da Selic: corte nos juros tende a diminuir risco de calote na renda fixa, mas Sparta alerta para outro risco no horizonte

9 de março de 2026 - 15:32

Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI

CRÉDITO PRIVADO

Os juros vão cair, e esses são os melhores setores para investir na renda fixa com a taxa Selic menor

23 de fevereiro de 2026 - 19:04

Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Renda fixa sem IR: é hora de investir em CRAs ou em debêntures incentivadas? A Sparta responde

23 de fevereiro de 2026 - 14:01

A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta

OPORTUNIDADE NO CRÉDITO

Não é hora de sair da renda fixa? Moody’s prevê bilhões em emissões no primeiro semestre

12 de fevereiro de 2026 - 18:58

Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor

RENDA FIXA

CDBs dos bancos Pleno, Original e Pine estão entre os mais rentáveis de janeiro, pagando até 110% do CDI; vale a pena investir?

10 de fevereiro de 2026 - 16:15

Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado

SEM CONFIANÇA

Raízen (RAIZ4) non grata: investidores vendem debêntures da empresa com prejuízo, diante de maior percepção de risco

9 de fevereiro de 2026 - 14:01

Depois dos bonds, debêntures da Raízen derretem no mercado secundário, com abertura de até 40 pontos percentuais em taxas

CARTEIRA RECOMENDADA

Livres de imposto de renda: as recomendações de CRI, CRA e debêntures incentivadas para fevereiro

6 de fevereiro de 2026 - 15:05

Carteiras recomendadas de bancos destacam o melhor da renda fixa para o mês e também trazem uma pitada de Tesouro Direto; confira

REAL VS. DÓLAR

Crédito privado em reais ou em dólar? BTG destaca empresas brasileiras para investir em debêntures e em bonds

5 de fevereiro de 2026 - 19:01

Em alguns casos, o ganho de um título em dólar sobre o equivalente em real pode ultrapassar 3 pontos percentuais

SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

ENERGIA PARA A EMPRESA

Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

26 de janeiro de 2026 - 12:35

Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar