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Nomes como Haddad, Tarcísio, Alckmin e a presidente do PT, Gleisi Hoffman, se manifestaram, presencialmente ou via redes sociais, sobre o resultado das eleições americanas
Donald Trump está de volta à Casa Branca. E, como é de praxe ao final de toda campanha presidencial, figuras políticas ao redor de todo o mundo parabenizaram o candidato pela vitória.
Aqui no Brasil, políticos tanto da esquerda quanto da direita mandaram cumprimentos ao republicano. Alguns deles aproveitaram o recado para fazer referência ao cenário político brasileiro.
A maior parte das mensagens foi publicada nas redes sociais – Instagram e X. A exceção foi o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que se pronunciou fora da internet. Até o momento de publicação desta reportagem, ele não tinha feito nenhuma postagem.
Através de um longo post no Instagram, o ex-presidente Jair Bolsonaro desejou parabéns ao “amigo” Trump e disse que o político volta para “completar sua missão” nos Estados Unidos.
“Hoje, testemunhamos o ressurgimento de um verdadeiro guerreiro. Um homem que, mesmo após enfrentar um processo eleitoral brutal em 2020 e uma injustificável perseguição judicial, ergueu-se novamente, como poucos na história foram capazes de fazer”, escreveu.
Bolsonaro também aproveitou para acenar para o contexto brasileiro, desejando que a vitória do republicano inspirasse o Brasil a “seguir o mesmo caminho”. Vale lembrar que o ex-presidente está inelegível até 2030.
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“Talvez em breve Deus também nos conceda a chance de concluir nossa missão com dignidade e nos devolva tudo o que foi tirado de nós”, completou.
Já o atual presidente Lula postou uma mensagem bem mais curta no X (ex-Twitter), desejando sucesso e sorte para Trump no novo governo.
Ele também reforçou que a democracia deve ser sempre respeitada e que “o mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade”.
A jornalistas, o ministro Fernando Haddad disse que “o mundo amanheceu tenso com a vitória de Trump”, devido ao tom dos discursos feitos pelo candidato durante a campanha.
“Na campanha foram ditas muitas coisas que causam apreensão, não só no Brasil, no mundo inteiro. Causam apreensão nos mercados emergentes, nos países endividados, na Europa.”
Por outro lado, Haddad admitiu que as primeiras falas do republicano após o resultado já foram mais moderadas.
Para ele, agora é preciso aguardar um pouco para ver os desdobramentos da eleição e do novo governo Trump a partir de 2025. "Temos de aguardar e cuidar da nossa casa, do Brasil, das finanças, da economia para ser o menos afetado possível por qualquer que seja o cenário externo", disse.
Questionado sobre os impactos políticos da vitória de Trump para o Brasil, Haddad argumentou que não existe um casamento entre as eleições brasileiras e norte-americanas, mas ponderou que o fenômeno crescente da extrema direita no mundo não é uma novidade. "O importante é a democracia continuar resistindo", resumiu.
O vice-presidente Geraldo Alckmin, em postagem no X, parabenizou Trump e expressou interesse em “maior ampliação da parceria entre Brasil e EUA”.
Já Gleisi Hoffmann, presidente do PT, considerou a eleição do republicano “um sinal de alerta para o campo democrático do mundo todo”. Ela ainda afirmou que a “extrema direita se assanha com o resultado” aqui no Brasil.
Por fim, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, postou no X que começou o dia “celebrando a vitória do conservadorismo, do patriotismo, da prosperidade, da liberdade”, declarando que há esperança ao olhar para os Estados Unidos.
* Com informações do Estadão Conteúdo.
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