O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A expressão é usada para denominar projetos que geram gastos públicos e que estão na contramão do ajuste fiscal
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, demonstrou preocupação com a chamada "pauta-bomba" no Congresso Nacional. Tebet admitiu nesta terça-feira que o governo não tem "espaço fiscal" e que, em sua avaliação, agora é hora de muita responsabilidade.
Vale destacar que "Pauta-bomba" é uma expressão usada para denominar projetos que geram gastos públicos e que estão na contramão do ajuste fiscal.
"A gente tem que sentar todo mundo à mesa, dialogar e ver que uma medida, qualquer medida, qualquer projeto de impacto econômico que é aprovado no Congresso Nacional impacta todo o Brasil", disse a ministra a jornalistas nesta terça-feira (23).
Questionada se há uma preocupação em relação à "pauta-bomba", Tebet respondeu: "Sem dúvida alguma". Nós não temos gordura, margem de gordura, espaço fiscal."
A ministra deu como exemplo o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) do Quinquênio. Apoiado por Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, o texto quer garantir a integrantes do Judiciário o direito de receber um bônus a cada cinco anos de trabalho.
"Às vezes, uma PEC, uma medida, um projeto que lei que acha que vai impactar R$ 1 bilhão, impacta R$ 40 bilhões", disse.
Leia Também
Além do pagamento de quinquênios para juízes e promotores, há ainda discussões sobre a desoneração previdenciária de municípios e o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).
Apesar da preocupação, Tebet disse confiar muito no Congresso Nacional. "Sei que tem muita gente com racionalidade para entender que o caminho certo é o da responsabilidade fiscal", comentou.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, também negou hoje que o governo tenha problemas com o Congresso, apesar do risco de o Palácio do Planalto enfrentar "pautas-bomba" e da tensão entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
Para Lula, são "situações normais da política". "Não há divergência (com o Congresso) que não possa ser superada. Se não houvesse divergência, não haveria necessidade de a gente dizer que são três Poderes autônomos", declarou Lula, em café da manhã com jornalistas.
Lula ressaltou que o Congresso aprovou a PEC da transição, antes mesmo de sua posse, para abrir espaço no Orçamento para o governo recompor programas sociais, além de ter aprovado propostas importantes como a reforma tributária.
Lula confirmou ainda que se encontrou com Lira no domingo, 21, no Palácio da Alvorada, mas se recusou a detalhar o conteúdo da conversa. "Eu não tive reunião com Lira, eu tive uma conversa com Lira, é diferente", disse o presidente. "Como foi uma conversa entre dois seres humanos, eu não sou obrigado a falar da conversa", acrescentou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes