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A decisão foi tomada após o influenciador publicar um laudo com indícios de falsificação para acusar o candidato Guilherme Boulos (PSOL) de ser usuário de cocaína.
Às vésperas da eleição, o canditado à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) não terá mais acesso a uma de suas principais redes sociais.
O juiz eleitoral das garantias do município de São Paulo, Rodrigo Capez, determinou a derrubada do perfil de Marçal no Instagram por 48 horas. A medida deverá ser cumprida no prazo de 2 horas pela plataforma.
A decisão foi tomada após o influenciador publicar ontem (4) um laudo com indícios de falsificação para acusar o candidato Guilherme Boulos (PSOL) de ser usuário de cocaína.
Datado de 19 de janeiro de 2021, o documento tem evidências de ter sido forjado, e foi excluído da rede social por ordem judicial. O caso será investigado pela Polícia Federal (PF).
Em resposta, o candidato do PSOL rechaçou a veracidade do documento, divulgou imagens de redes sociais da data apontada no receituário e afirmou que pedirá a prisão de Marçal e de Luiz Teixeira da Silva Junior, dono da clínica que aparece na imagem, a Mais Consulta.
Já o Hospital Israelita Albert Einstein afirma que o dono da Mais Consulta nunca atuou nas unidades hospitalares da rede ou em qualquer outra atividade administrada pelo Einstein.
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A informação foi confirmada após Teixeira Silva Junior aparecer em imagem ao lado Marçal usando um jaleco com o nome do hospital.
Além disso, a família do médico cuja assinatura aparece no laudo, José Roberto de Souza, vai se reunir neste fim de semana para decidir sobre uma ação coletiva em resposta à utilização indevida do nome do hematologista e de seu registro profissional (CRM) na falsificação do documento.
A filha de José Roberto, a médica Aline Garcia de Souza, declarou ao Estadão/Broadcast que seu pai nunca atendeu na capital paulista, mas sim nas regiões de Campinas e Hortolândia, no interior de São Paulo.
No documento divulgado pelo candidato do PRTB consta o endereço da Mais Consulta Clínica Médica, no bairro Jabaquara, na zona sul.
Aline classificou o uso do nome do pai, que faleceu em 2022, como "absurdo" e afirmou que a família já procurou um advogado para adotar medidas legais contra Marçal e a clínica envolvida.
"Vamos nos pronunciar sobre o laudo", disse Aline, quando questionada sobre uma ação conjunta da família. A irmã dela, Carla Maria de Oliveira e Souza, confirmou ao jornal O Globo a intenção de processar Marçal. Aline reforçou que a família vai se reunir para definir a ação coletiva. "O que foi feito é um crime", disse.
Aline também relatou que viu o laudo falso e que a assinatura presente no documento não pertence ao seu pai. Como mostrou o Estadão/Broadcast, a assinatura no receituário difere da que consta em documentos oficiais de José Roberto, como sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A assinatura é apenas uma das várias inconsistências no laudo divulgado por Marçal.
Além disso, o número do RG de Boulos no documento está incorreto, com um dígito a mais. Outro ponto revelado é a relação de proximidade entre Luiz Teixeira da Silva Junior, sócio da clínica onde o candidato do PSOL supostamente foi atendido, e Marçal.
Teixeira já fez ao menos três publicações ao lado do influenciador nas redes sociais e foi condenado a dois anos e quatro meses de prisão por falsificação de documentos, incluindo um diploma de medicina.
No dia indicado no prontuário, 19 de janeiro de 2021, Boulos fez uma transmissão ao vivo sobre vacinas, e no dia seguinte participou de uma ação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) na comunidade do Vietnã, zona sul de São Paulo.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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