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O presidente visitou a Telebras nesta terça-feira (27) e comentou sobre a desestatização de companhias que atuam em setores estratégicos para o País
A privatização da Sabesp (SBSP3) é a maior oferta de saneamento da história do Brasil: a operação realizada no mês passado movimentou R$ 14,8 bilhões — mas não deixou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com um pingo de inveja.
Segundo o petista, a privatização de empresas públicas que atuam em setores estratégicos representa riscos para o povo brasileiro e para a soberania do país.
“Tem coisas que tem que ser inexoravelmente do Estado. É assim na Alemanha, na França e nos Estados Unidos. Muita gente foi levada nesse país pela famosa teoria de que tem de abrir o mercado para todo mundo; que o importante é o livre acesso ao comércio”, disse Lula durante a visita ao Centro de Operações Espaciais Principal da Telebras (Cope-P).
“Só que o livre acesso ao comércio é quando é para vender o produto deles aqui dentro. Quando é pra gente vender lá fora o que produzimos aqui, a gente sabe a dificuldade que é”, acrescentou.
Para Lula, a Telebras (TELB4) tem papel fundamental no sentido de evitar o mau uso da inteligência artificial e dos dados da população brasileira.
“Então me diz: como é que um país que consegue ter uma empresa dessa qualidade resolve privatizá-la? Vamos doá-la para quem? Quem é que iria ficar com as informações que o Estado tem, e que somente o Estado tem de ter? São informações do povo brasileiro, desde a saúde até a educação”, afirmou.
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No início do seu terceiro mandato, em 2023, o petista retirou a Telebras do conjunto de estatais que seriam privatizadas pelo governo de Jair Bolsonaro.
“Vamos fazer com que esta seja uma empresa a serviço do brasileiro; da nossa soberania; do nosso conhecimento tecnológico; da nossa inteligência artificial e do nosso banco de dados. Enfim, a serviço de prestar serviços ao povo brasileiro. Minha presença aqui é para reforçar essa ideia”, acrescentou.
Segundo o presidente, faltou, a muitas das autoridades e governos, terem orgulho de ser brasileiro, para pensar um pouco naquilo que o Estado pode oferecer para o bem-estar e para a soberania da sociedade.
“Uma empresa como essa aqui é uma garantia de que a gente pode discutir inteligência artificial sem precisar ficar subordinado a apenas duas ou três nações que já estão à frente”, disse Lula.
As declarações de Lula acontecem pouco mais de um mês após a privatização da Sabesp pelo governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A operação, considerada a maior oferta de saneamento da história do País, movimentou R$ 14,8 bilhões, dos quais R$ 6,9 bilhões foram subscritos pela Equatorial (EQTL3).
A empresa de energia — que foi qualificada em junho como investidor de referência depois de ser a única a entregar proposta — comprou 15% da Sabesp a R$ 67 por ação.
*Com informações da Agência Brasil
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