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Para 2025, a projeção de IPCA passou de 3,10% para 3,20%. A atualização acontece um mês após o último boletim macrofiscal da SPE.
O Ministério da Fazenda revisou para cima a projeção para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024 e em 2025. Os dados estão contidos na nova grade de parâmetros macroeconômicos da Secretaria de Políticas Econômicos (SPE), divulgada nesta quinta-feira (16).
De acordo com o documento, a estimativa de alta de preços neste ano passou de 3,50% para 3,70% — ainda dentro do intervalo de tolerância da meta estipulada para 2024, que é de 3%, com variação de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.
Já para 2025, a projeção de IPCA passou de 3,10% para 3,20%. A atualização acontece um mês após o último boletim macrofiscal da SPE.
No documento, a SPE argumenta que entre fevereiro e abril, a variação acumulada em doze meses do IPCA seguiu em trajetória de queda, repercutindo principalmente a desaceleração acentuada nos preços monitorados. Também houve recuo relevante na inflação de serviços e bens industriais.
Em contrapartida, a alimentação em domicílio teve leve avanço. A avaliação é de até o final de 2024, o processo de desinflação de monitorados e serviços deve prosseguir. Mas, diante desse cenário, a opção foi por elevar a projeção do IPCA.
No último relatório Focus, divulgado na segunda-feira (13), os analistas de mercado consultados pelo Banco Central projetaram IPCA de 3,76% em 2024 e de 3,66% no ano que vem.
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"Essa estimativa já leva em consideração os impactos do câmbio levemente mais depreciado nos preços e os efeitos iniciais das chuvas no Rio Grande do Sul nos preços de alimentos, especialmente arroz, produtos in natura, frangos e carnes”, justifica a SPE.
A secretaria ainda afirma que a inflação de maio e junho deve acelerar em repercussão à calamidade, porém o efeito nos preços tende a ser majoritariamente temporário — compensado pela normalização da oferta de alimentos.
“Assim”, continua o documento”, ainda que de maneira não-linear, a desinflação deverá seguir ocorrendo, sendo mais evidente nas medidas subjacentes, menos afetadas pelo evento climático e pela volatilidade cambial e nos preços de commodities".
A secretaria também pontua que para 2024, a expectativa é de que a média dos núcleos de inflação fique em patamar próximo de 3,40%, ante 4,34% em 2023. Para os anos seguintes, a projeção fica ao redor da meta de 3%.
O Ministério da Fazenda também revisou para cima a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) — utilizado para a correção do salário mínimo.
De acordo com a nova grade de parâmetros macroeconômicos da pasta, a estimativa para o indicador neste ano passou de 3,25% para 3,50%. Para 2025, a projeção passou de 3,00% para 3,10%.
"Assim como ocorreu em 2023, espera-se inflação menor para classes de renda inferiores comparativamente ao IPCA", diz o documento.
Já a estimativa da Fazenda para o Índice Geral de Preços — Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2024 foi mantida em 3,50% e em 4,00% para 2025. O documento pontua que o indicador surpreendeu para baixo em março, mas avançou significativamente em abril.
Além disso, a pasta também revisou para cima a projeção de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2024. A Secretaria de Política Econômica estima que a expansão da atividade este ano passará de 2,2% para 2,5%. Para 2025, a projeção se manteve em 2,8%.
Essa alta na previsão para o PIB de 2024 é motivada por maiores contribuições esperadas para a absorção doméstica e para o setor externo.
No caso do avanço nas estimativas de absorção doméstica, contribuíram o crescimento "robusto" das vendas no varejo e dos serviços prestados às famílias, o aumento na geração líquida de postos de trabalho e a expansão das concessões de crédito, disse a Fazenda.
Os sinais de recuperação do investimento, baseados na expansão de indicadores de atividade na construção civil e no crescimento das importações de bens de capitais, também auxiliaram nesse sentido.
Para o setor externo, a perspectiva de maior contribuição reflete a depreciação cambial recente, argumentou a SPE.
No documento, a Fazenda já fez uma ponderação sobre a tragédia climática registrada no Rio Grande do Sul, observando que, nas estimativas de crescimento, não estão considerados os impactos da calamidade do Estado na atividade econômica.
A magnitude desse efeito depende da ocorrência de novos eventos climáticos, de transbordamentos desses impactos para Estados próximos e do efeito de programas de auxílio fiscal e de crédito nas cidades atingidas pelas chuvas, listou a SPE.
O PIB do Rio Grande do Sul, com peso aproximado de 6,5% no PIB brasileiro, deverá registrar perdas principalmente no segundo trimestre, parcialmente compensadas ao longo dos trimestres posteriores, avaliou a Fazenda.
"Atividades ligadas à agropecuária e indústria de transformação deverão ser as mais afetadas a nível nacional, por serem mais representativas no PIB do Estado que no PIB brasileiro", escreveu a SPE.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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