O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Há um mês, as probabilidades de que os juros fossem reduzidos em setembro eram de cerca de 70%; entenda o que mudou de lá para cá e entenda se a redução ds juros está mesmo garantida
Toda unanimidade é burra. A frase famosa atribuída ao escritor brasileiro Nelson Rodrigues é colocada em xeque pelo mercado financeiro. Nesta terça-feira (16), as apostas no corte de juros nos EUA em setembro alcançaram os 100%.
Elas estão divididas da seguinte forma, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group:
Há um mês, as probabilidades de que os juros fossem reduzidos em setembro eram de cerca de 70%.
Vale lembrar que a ferramenta FedWatch calcula as probabilidades com base na negociação de contratos de juros futuros na bolsa, com os traders fazendo apostas sobre o nível da taxa referencial em 30 dias — na prática, é um reflexo de onde os traders estão investindo seu dinheiro.
O catalisador para a mudança nas apostas de corte de juros nos EUA foi o índice de preços ao consumidor de junho da semana passada, que mostrou uma queda de 0,1% em relação ao mês anterior — o que colocou a taxa de inflação anual em 3%, a mais baixa em três anos.
As recentes sugestões do presidente do Fed, Jerome Powell, também consolidaram a crença dos traders de que o banco central norte-americano agirá até setembro.
Leia Também
Na segunda-feira (15), Powell disse que o Fed não esperaria que a inflação chegasse à meta de 2% para começar a cortar a taxa referencial devido aos efeitos defasados da política monetária.
Na ocasião, Powell afirmou que o banco central norte-americano busca maior confiança de que a inflação retornará ao nível de 2%. Você pode conferir as principais declarações de Powell aqui.
“O que aumenta essa confiança são mais dados bons sobre a inflação e, ultimamente, temos obtido alguns desses dados”, acrescentou Powell.
A próxima reunião do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) acontece nos dias 30 e 31 de julho. Depois, o Fomc volta a se encontrar em 17 e 18 de setembro.
Se Nelson Rodrigues tinha razão, no caso dos juros dos EUA, só saberemos em setembro. Mas fato é que enquanto o mercado eleva as apostas a 100% para o começo do afrouxamento naquele mês, os economistas divergem sobre o momento do início do novo ciclo.
Ao participar do podcast Touros e Ursos, o CIO da Empiricus Gestão, João Piccioni, por exemplo, diz que nenhum fundamento técnico aponta para a necessidade de um corte de juros em setembro, lembrando que a inflação está em 3% nos EUA.
“As condições para o afrouxamento não estão totalmente postas à mesa. O Powell não teve um ciclo deflacionário claro, que justifique um movimento do Fed. E mesmo que tivesse, talvez o caminho ideal fosse começar um afrouxamento monetário sob a óptica da liquidez e só depois pensar na taxa de juros”, diz.
Piccioni faz referência ao quantitative tightening, operação que vem sendo conduzida pelo BC norte-americano para enxugar a liquidez da pandemia — quando a autoridade monetária despejou bilhões de dólares para manter o mercado funcionando.
Carl Weinberg, economista-chefe da High Frequency Economics, vai na mesma linha. Segundo ele, nada está garantido diante da força da economia norte-americana, que segue se expandindo com os juros no maior nível em mais de duas décadas, a 5,25% e 5,50% ao ano.
“[Powell] deu a entender que nada pode mudar na política monetária já que a economia está em pleno emprego, com a inflação onde o Fed quer que esteja e crescendo bem. Por que você iria querer cortar as taxas nessas circunstâncias?”, questionou Weinberg ao “Squawk Box Europe” da CNBC na semana passada.
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência