O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na decisão desta quarta-feira (1), o comitê de política monetária do Fed manteve a taxa de juros inalterada como era amplamente esperado; foi Powell o encarregado de dar os sinais ao mercado
A decisão sobre os juros desta quarta-feira (1) nos EUA estava dada: 99% dos investidores apostam na manutenção da taxa na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano. O inesperado veio do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que não só indicou o próximo passo da política monetária norte-americana como deu os ingredientes do início do ciclo de afrouxamento monetário.
Sem papas na língua, o chefão do BC dos EUA descartou a possibilidade de que a próxima medida do Fomc, como é conhecido o comitê de política monetária por lá, seja o aumento dos juros.
“Acho improvável que a próxima mudança nos juros seja um aumento. Eu diria que é improvável”, disse Powell.
Questionado sobre o que seria necessário para conseguir um aumento dos juros, o chefão do BC norte-americano disse: “Penso que precisaríamos de ver provas convincentes de que a nossa orientação política não é suficientemente restritiva para esfriar a inflação de forma sustentável para 2% ao longo do tempo. Não é isso que pensamos que estamos vendo”.
Foi o suficiente para que Wall Street deixasse de andar de lado para embalar em ganhos vigorosos. Os principais índices de ações em Nova York passaram a operar todos no azul, com o Dow Jones avançando mais de 400 pontos. A bolsa brasileira está fechada devido ao feriado.
Mais do que dizer que os juros não devem subir no próximo movimento do Fed, Powell deu a receita do que precisa acontecer para que a taxa comece a ser cortada pelo banco central norte-americano.
Leia Também
“Um dado fraco do mercado de trabalho e uma taxa de inflação branda certamente não farão com que iniciemos o corte de juros. Esse é um cenário que não nos dá confiança alguma de que nossa meta de 2% para a inflação será atingida de maneira sustentável”, afirmou.
O que é necessário então para os juros começarem a cair nos EUA? A receita e Powell tem apenas dois ingredientes:
“Nossas decisões, no então, dependerão dos dados, de um conjunto geral de dados, e também avaliaremos os riscos econômicos de um corte de juros”, disse Powell, acrescentando que as decisões do Fed serão tomadas reunião por reunião e não serão baseadas apenas em um dado pontual.
O presidente do Fed deixou claro que o banco central norte-americano não está satisfeito com a inflação em 3%.
Em março, o índice de preços para gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) — a medida preferida do Fed para a inflação — subiu 0,3% ante fevereiro e 2,7% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
O núcleo do PCE, que exclui alimentos e energia, avançou 0,3% em base mensal, com isso, o núcleo em 12 meses chegou a 2,8% — o mesmo patamar observado em fevereiro.
Com as declarações de Powell sobre a improbabilidade de aumentar os juros na próxima reunião, marcada para 12 de junho, e com a receita para o início do ciclo de afrouxamento monetário dada, os investidores correram para ajustar as apostas sobre os juros nos EUA.
A ferramenta FedWatch, do CME Group, passou a mostrar uma maior tendência de corte da taxa pelo Fed. O Seu Dinheiro comparou as probabilidades de corte antes da decisão de hoje e depois das declarações de Powell sobre o futuro da política monetária:
| Antes da decisão de hoje | Depois das declarações de Powell | |
| Junho | 93,6% de chance de manutenção | 82,5% de chance de manutenção |
| Julho | 80% de chance de manutenção | 66,2% de chance de manutenção |
| Setembro | 56% de chance de manutenção | 43,9% de chance de manutenção |
| Novembro | 55,7% de chance de corte de juros | 66,4% de chance de corte de juros |
| Dezembro | 73,3% de chance de corte de juros | 81,3% de chance de corte de juros |
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região
O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos
Apesar do otimismo do executivo, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amargava uma queda de quase 23% até quarta-feira (26)
Apostador tinha direito ao equivalente a pouco mais de R$ 4 mil, mas governo cruzou dados, descobriu uma dívida tributária e dificultou o saque
A casa de análise pouco conhecida destacou os riscos para vários segmentos da economia global; visão risco é compartilhada pelo papa do mercado financeiro
Donald Trump ordena divulgação de documentos oficiais sobre extraterrestres e OVNIs depois de Barack Obama afirmar que aliens existem
Com US$ 18 bilhões em chips e parcerias com Nvidia e Microsoft, a Índia acelera para planos para liderar a corrida da inteligência artificial