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A grande surpresa dos dados desta sexta-feira (12) foi o núcleo da inflação — aquele que não considera preços monitorados ou sazonais —, que subiu um dígito pela primeira vez desde outubro
Uma das figuras mais respeitadas do mercado brasileiro da atualidade, Daniel Goldberg — gestor à frente da Lumina e sócio de Luis Stuhlberger, da Verde — deu parabéns ao presidente da Argentina, Javier Milei, durante o bate papo com o Market Makers e não foi à toa.
“O Milei está indo super bem perto do que eu achava, parabéns para ele, ele tem uma trajetória surpreendente”, disse Goldberg. “Ele conseguiu fazer muita coisa interessante: ele mexeu nas pensões, o que é muito difícil; ele liberou tarifa de energia e transportes de um jeito que, para quem conhece a Argentina, achava praticamente impossível”, acrescenta.
Goldberg, no entanto, chamou atenção para o dado de inflação. “Vamos ter um dado geral horrível, mas se olharmos para o core [núcleo], o dado deve ficar mais interessante”, disse ele antes da divulgação dos números.
Nesta sexta-feira (12), o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) apresentou os novos dados de inflação março da Argentina: o índice de preços ao consumidor subiu 11% em março em relação a fevereiro.
Na leitura mensal, a inflação no país foi puxada pelos custos com educação, de longe o maior avanço, de 52,7%. Em seguida aparecem comunicação (15,9%) e outros itens, como gastos com moradia, transportes, bebidas alcoólicas e tabaco e saúde.
O índice de preços acumula alta de 51,6% neste ano, enquanto em 12 meses é de 287,9% — para encontrar um valor anual tão elevado é necessário recuar a março de 1991.
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Embora a economia argentina ainda não esteja nos trilhos, os dados de inflação de março são um farol que pode ajudar o país vizinho a encontrar seu caminho.
Março é um mês que costuma ser marcado como pico sazonal de inflação no ano e, ainda assim, a alta de 11% ficou abaixo do esperado pelo mercado.
Embora continue em níveis muito elevados, este é o terceiro mês consecutivo de desaceleração dos preços após a desvalorização de dezembro.
A grande surpresa, como Goldberg havia antecipado, foi que o núcleo da inflação — aquele que não considera preços monitorados ou sazonais —, que subiu um dígito (9,4%) pela primeira vez desde outubro.
Por isso, o governo e analistas esperam que a descida do índice de preços ao consumidor na Argentina seja ainda mais pronunciada em abril.
O arrefecimento da inflação abre espaço para juros menores na Argentina. Ontem (11), o banco central do país anunciou um corte de 10 pontos porcentuais na principal taxa de juros, para 70%.
Em comunicado, a autoridade monetária cita uma "pronunciada desaceleração" da inflação, apesar do forte carrego estatístico das leituras elevadas em meses anteriores.
A autoridade monetária também chamou atenção para a moderação da emissão de dinheiro, que permite uma "melhora" no balanço do BC.
O cenário abriu espaço para a resolução de desequilíbrios provenientes da monetização do déficit fiscal, de acordo com o banco central.
"Dessa maneira, avança-se em direção à meta de financiamento acumulado igual a zero para o ano de 2024, acertado em memorando de políticas econômicas e financeiras com o FMI", ressalta, em referência ao Fundo Monetário Internacional.
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