O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Barack e Michelle Obama discursaram depois da votação simbólica na qual os delegados democratas referendaram a candidatura de Kamala Harris
Barack e Michelle Obama mergulharam de cabeça na campanha de Kamala Harris à presidência dos Estados Unidos.
O ex-primeiro-casal norte-americano estrelou a segunda noite da Convenção Nacional do Partido Democrata em Chicago, na terça-feira (20).
Os dois subiram ao palco para endossar Kamala Harris enquanto o público entoava uma adaptação do slogan de campanha de Barack Obama.
“Sim, nós podemos” transformou-se em “sim, ela pode” em meio à catarse do público diante dos mais populares expoentes do Partido Democrata na atualidade.
Antes do discurso de Barack e Michelle Obama, os delegados democratas referendaram a candidatura de Kamala Harris em votação simbólica. Seu vice será Tim Walz, governador do Minnesota.
A dupla já havia obtido o apoio necessário em votação remota realizada em 6 de agosto.
Leia Também
Na ocasião, Kamala já dispunha do endosso público do ex-primeiro-casal a sua candidatura.
Esse apoio é especialmente relevante porque, nos dias que se seguiram à desistência de Joe Biden, analistas políticos norte-americanos apontavam Michelle Obama como uma candidata potencialmente mais forte para enfrentar Donald Trump em novembro.
Em nenhum momento, porém, Michelle Obama parece ter se empenhado em fazer sombra à atual vice-presidente norte-americana.
Ontem, na convenção, Barack e Michelle Obama fizeram tudo o que estava ao alcance para levantar a bola de Kamala Harris, como é típico nessas convenções.
Barack Obama elogiou o presidente Joe Biden pela decisão de “passar a tocha” para sua vice. Também reservou duras críticas a Trump.
As palavras mais fortes contra o adversário de Kamala, porém, vieram de Michelle.
A ex-primeira-dama rebateu um comentário racista de Donald Trump segundo o qual imigrantes ilegais estariam aceitando “empregos de negros”.
“Quem vai contar para ele que o emprego que ele está procurando agora pode ser um desses empregos de negros?”, questionou Michelle.
Em meio ao clima de euforia entre seus correligionários, Barack e Michelle Obama trataram de manter os pés no chão.
“Agora, a tocha foi passada e cabe a todos nós lutar pela América que queremos. Mas não se enganem. Vai ser difícil”, disse o ex-presidente norte-americano.
“Apesar de toda a incrível energia que conseguimos gerar nas últimas semanas, de todos os comícios e memes, essa ainda será uma disputa acirrada em um país muito dividido”, afirmou.
Depois de criticar Trump, em meio a vaias do público, Obama interrompeu: “Não vaiem. Vão votar.”
Na mesma linha, Michelle enfatizou a necessidade de mobilização dos eleitores democratas na busca por uma vitória incontestável.
“Kamala e Tim estão indo muito bem agora. Estamos adorando. Eles lotam arenas por todo o país. As pessoas estão engajadas. Estamos nos sentindo bem”, disse Michelle
“Mas não se esqueçam: ainda há muita gente desesperada por um resultado diferente.”
Mesmo sem mencionar diretamente a contestação de Trump à derrota para Biden em 2020, Michelle trouxe essa lembrança de volta à tona para quem a escutava.
“Precisamos votar em números que não deixem nenhuma dúvida”, disse a ex-primeira-dama.
*Com informações de agências de notícias internacionais.
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas