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A UE vai investigar se a rede social viola as regras de conteúdo online destinadas a proteger as crianças na plataforma
Se há menos de um mês, os holofotes se voltavam para Mark Zuckerberg em uma audiência sobre o papel de suas empresas na segurança de jovens usuários de redes sociais, agora a lupa dos reguladores recai sobre a plataforma de mídia TikTok — e o resultado pode pesar no bolso da sua controladora chinesa, a ByteDance.
A União Europeia quer investigar se a rede social viola as regras de conteúdo online destinadas a proteger as crianças e garantir transparência nos conteúdos publicitários, segundo o comissário europeu de Mercado Interno, Thierry Breton.
“Hoje abrimos uma investigação sobre o TikTok por suspeita de violação de transparência e obrigações de proteção de menores: design viciante e limites de tempo de tela, efeito toca de coelho, verificação de idade, configurações de privacidade padrão”, disse Breton, no X.
Segundo o comissário, a decisão da UE pretende reforçar a aplicação da Lei de Serviços Digitais (DSA), que determina que as redes sociais devem monitorar constantemente e remover conteúdos ilegais e que gerem riscos para a segurança pública.
Caso seja comprovada uma irregularidade, a dona da plataforma de dancinhas corre o risco de receber uma multa pesada dos reguladores europeus: o valor pode chegar a 6% do faturamento global da ByteDance.
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Um porta-voz do TikTok afirmou à Reuters que continuará a trabalhar com especialistas para manter os jovens seguros em sua plataforma e destacou que espera explicar este trabalho em detalhe à Comissão Europeia.
“O TikTok foi pioneiro em recursos e configurações para proteger adolescentes e manter menores de 13 anos fora da plataforma, problemas que toda a indústria está enfrentando”, disse o executivo.
Essa não é a primeira vez que o TikTok é questionado sobre a regulação de conteúdos em sua plataforma, aliás.
Em outubro de 2023, a União Europeia também deu um ultimato à rede social de dancinhas para remover o conteúdo irregular e desinformação sobre os conflitos entre Israel e Hamas, no Oriente Médio.
Já no fim de janeiro deste ano, algumas das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos enfrentaram um duro interrogatório para avaliar o papel das plataformas na segurança de jovens que utilizam sites como TikTok, Instagram e X (antigo Twitter).
Os CEOs da Meta, do TikTok, Snap, X e Discord foram interrogados durante quase quatro horas por senadores norte-americanos em uma audiência sobre segurança infantil nas plataformas de mídia social.
Os legisladores buscavam entender o que as gigantes de tecnologia estavam fazendo para proteger as crianças de questões como pornografia e exploração sexual de menores.
Já do lado do TikTok, o CEO Shou Zi Chew foi questionado se sua empresa compartilhava dados de usuários dos EUA com o governo chinês — o que ele negou.
O executivo afirmou que, como pai de três filhos pequenos, sabia que as questões em discussão eram “horríveis e o pesadelo de todos os pais” e admitiu que seus filhos não usavam o TikTok por causa das regras em Cingapura que proíbem menores de 13 anos de criar contas.
*Com informações da Reuters.
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