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Benny Gantz reconheceu o impacto prejudicial que a guerra está tendo sobre os civis, mas insistiu que a "decisividade" é necessária

Um dos três membros do gabinete de guerra de Israel e ex-ministro da Defesa do País, Benny Gantz, ameaçou deixar o governo se o país não adotar um novo plano para a guerra em Gaza até 8 de junho.
A saída dele deixaria o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu mais dependente dos seus aliados de extrema direita. Em declarações feitas na noite deste sábado (19), Gantz ainda afirmou que, se suas demandas não forem atendidas, ele se retirará do governo.
O militar disse que o primeiro-ministro deve escolher entre "vitória e desastre", já que ele emitiu o ultimato. Ao mesmo tempo, Gantz defendeu as operações militares de Israel em Rafah, chamando a cidade de "portão" para o ressurgimento do Hamas.
Ele reconheceu o impacto prejudicial que a guerra está tendo sobre os civis, mas insistiu que a "decisividade" é necessária.
O seu anúncio aumenta a cisão dentro da liderança de Israel, mais de sete meses após o início da guerra que ainda não conseguiu cumprir os seus objetivos declarados de desmantelar o Hamas e devolver dezenas de reféns raptados no ataque de 7 de outubro.
Assim, Gantz defendeu a realização de um novo plano vinculado a propósitos como o retorno dos reféns sequestrados pelo Hamas, a desmilitarização da Faixa de Gaza e o estabelecimento de uma administração internacional de assuntos civis.
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Ele também apoia esforços para regularizar as relações com a Arábia Saudita.
O comentário de Gantz ocorreu dias depois que o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, o terceiro membro do gabinete de guerra, disse abertamente ter insistido para o governo tomar uma decisão voltada para o pós-guerra em Gaza, considerando a criação de uma nova liderança civil palestina.
*Com informações da CNN Internacional e Associated Press
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