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Para tentar conter uma crise generalizada no sistema financeiro, a China também anunciou que pretende incorporar três grandes gestoras de ativos ao seu fundo soberano

Os papéis de uma das gigantes do setor imobiliário chinês chegaram a cair mais de 20% nesta segunda-feira (29) após um tribunal de Hong Kong decidir pela liquidação de ativos da Evergrande.
Os problemas com a incorporadora não vêm de hoje. Desde setembro de 2021, o conglomerado chinês é um dos principais expoentes do que os analistas têm visto como uma crise de crédito crescente no país.
De acordo com dados da época, compilados pela da Refinitiv, a Evergrande tem uma dívida de US$ 305 bilhões (aproximadamente R$ 1,5 trilhão nas cotações atuais), sendo US$ 20 bilhões em moeda estrangeira.
E a incorporadora já deu uma série de calotes nos investidores internacionais nos últimos meses, o que não ajuda a inspirar confiança no futuro da companhia.
O CEO da Evergrande, Shawn Siu, afirmou que a ordem judicial de liquidação da companhia afeta apenas a unidade listada em Hong Kong.
Outras operações do grupo na China e no exterior são entidades jurídicas independentes, segundo o executivo.
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Mesmo assim, ainda não está claro como a liquidação afetará as vastas operações da Evergrande na China continental. Hong Kong opera um sistema jurídico independente, embora cada vez mais influenciado pela China.
Na semana passada, o Banco do Povo da China e o Ministério das Finanças anunciaram medidas para ajudar a aumentar a liquidez disponível para os promotores imobiliários.
Também uma das maiores incorporadoras da China, a Country Garden tem lutado para saldar sua própria dívida. Em agosto do ano passado, foi proposto um plano de atrasar o pagamento dos créditos de aproximadamente US$ 535 milhões por três anos.
Como parte da dívida das incorporadoras está em yuan, o governo tenta evitar um calote nos títulos emitidos em moeda local. O problema principal envolve as dívidas denominadas em moeda estrangeira, que podem gerar um efeito dominó na economia global.
Para tentar conter uma crise generalizada no sistema financeiro internacional — parecida com aquela que abalou o planeta em 2008 —, a China também anunciou que pretende incorporar três grandes gestoras de ativos ao seu fundo soberano.
De acordo com a agência estatal Xinhua, são elas: a China Cinda, a Orient Asset e a Great Wall Asset. Essas gestoras serão transferidas para a China Investment Corporation no curto prazo, como parte da meta do governo de reformar suas instituições financeiras.
Contudo, algumas horas depois da publicação, a matéria foi retirada do ar, sem explicações por parte da Xinhua, o que levanta dúvidas sobre esse possível movimento.
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