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Após pacote agressivo divulgado na semana passada, o Banco Popular da China vai reduzir as taxas das hipotecas

O Banco Popular da China (PBoC) anunciou no domingo (29) que vai reduzir as taxas de hipotecas que foram formalizadas antes do dia 31 de outubro.
Os bancos comerciais devem fazer a redução para, no mínimo, 30 pontos-base abaixo da taxa básica de empréstimos (Loan Prime Rate), que é a referência para empréstimos hipotecários. Atualmente, esta taxa está em 3,35% a.a.
Até às 14h30 de hoje, o Ibovespa parece indiferente ao novo pacote chinês e opera com leve queda de 0,19%. O dólar, por sua vez, se mantem com leve alta de 0,3%, negociando a R$ 5,45.
Este não é o primeiro e, provavelmente, não vai ser o último estímulo do governo chinês para tentar salvar o mercado imobiliário.
No entanto, as medidas ainda não conseguiram impulsionar as vendas ou aumentar a liquidez, considerando que muitos consumidores estão evitando este mercado, que continua sendo um grande obstáculo ao crescimento econômico mais amplo do país.
Somando-se aos novos estímulos anunciados pelo PBoC, algumas cidades chinesas divulgaram iniciativas para conter a crise imobiliária.
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Guangzhou eliminou todas as barreiras para compra de imóveis, enquanto as cidades de Xangai e Shenzhen vão afrouxar as restrições para não-habitantes, além de diminuírem o valor da entrada para menos de 15% para as pessoas que estão comprando a primeira casa.
O PBoC também irá estender até o final de 2026 os estímulos para construtoras, principalmente no quesito de empréstimos, para suprir demandas de financiamento.
Na terça-feira passada (24), o presidente do Banco Popular da China, Pan Gongsheng, anunciou um pacote de medidas econômicas considerado o mais agressivo desde a pandemia de Covid-19.
As iniciativas incluem a redução do compulsório bancário e o corte de taxas de juros, inclusive para financiamentos imobiliários e para a compra de um segundo imóvel.
Além disso, o Ministério das Finanças da China planeja emitir 2 trilhões de yuans (R$ 1,5 trilhão no câmbio atual) em títulos de dívida como parte das iniciativas de estímulo fiscal.
Os valores serão usados para estimular o consumo, dar um auxílio financeiro para famílias que tiverem duas ou mais crianças, além de ajudar os governos locais a resolver seus problemas de dívida.
As rachaduras no mercado imobiliário chinês já se estendem há pelo menos três anos, quando houve o calote da Evergrande, uma das maiores players do setor de imóveis.
Os problemas no segmento se sucedem desde então e geram um grande receio no mercado sobre a saúde da segunda maior economia do mundo.
* Com informações da Reuters.
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