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Com isso, companhia tem seu capital total elevado para R$ 7,666 bilhões; operação inclui a emissão de 37,5 milhões de novas ações preferenciais
A Ybyrá Capital (YBRA4), holding de investimentos de empresas de capital aberto, resolveu terminar 2024 financeiramente ainda mais forte para as conquistas do próximo ano. A companhia anunciou nesta sexta (13/12) um aumento de capital social de R$ 3 bilhões, o que eleva seu capital total para R$ 7,665 bilhões.
A operação inclui a emissão de 37,5 milhões de novas ações preferenciais ao preço de emissão de R$ 80,00 por ação, com subscrição pública prevista.
Os recursos captados serão usados para a estratégia de fortalecer o crescimento dos negócios e serão distribuídos, principalmente, em três frentes: investimentos em títulos do Tesouro Nacional, visando segurança e liquidez; cumprimento de obrigações relacionadas à aquisição da construtora Origem, realizada no último trimestre; e captação junto a investidores estratégicos e potenciais aquisições futuras.
Parte das ações emitidas (30%) será mantida em tesouraria, o que poderá servir para futuras movimentações estratégicas.
O aumento de capital resultará em uma diluição de aproximadamente 35% para os acionistas atuais. Ainda assim, a administração acredita que a operação beneficiará o valor das ações no longo prazo, dado o fortalecimento estrutural proporcionado.
Os acionistas preferenciais terão prioridade para subscrição, que será realizada via plataforma Itaú Escrituração e deverá ser concluída em até 30 dias após a aprovação em assembleia.
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A emissão atende ao critério de equilíbrio entre ações preferenciais (PN) e ordinárias (ON), conforme regulamento interno da companhia, sendo uma das razões para o cálculo do preço das novas ações.
Ainda que a empresa não tenha detalhado o destino dos novos recursos, alguns sinais dos próximos passos já estão dados pelas últimas notícias sobre a empresa.
No início do mês, nos Estados Unidos, a holding brasileira assinou um memorando para uma potencial fusão com a Security Matters (SMX), listada na bolsa de tecnologia norte-americana com o ticker SMX.
A intenção é combinar a infraestrutura logística e expertise da Ybyrá na América do Sul com as tecnologias de rastreabilidade e blockchain da SMX.
A possível fusão será definida após um processo de due diligence (investigação prévia para avaliar potenciais riscos da transação), comuns a esse tipo de negociação.
“A fusão é parte do plano da companhia para concentrar seus esforços de busca de liquidez para seus ativos e ter como solução uma empresa listada em uma bolsa americana conectando os ativos brasileiros e americanos em carteira com os principais investidores institucionais globais”, escreve a Ybyrá, no comunicado.
Também em dezembro, a companhia voltou aos noticiários com a possível criação de uma joint venture nos Estados Unidos com a Petrogoiás, distribuidora brasileira de combustível listada na Nasdaq.
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Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
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