O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco apagou a luz para outras quatro empresas do segmento — uma delas realmente ficou no escuro com a recomendação de venda dos papéis
O investidor que quiser jogar uma luz sobre a carteira de ações deve olhar com mais atenção para Cemig (CMIG4) e Auren (AURE3) — as duas empresas acabaram de ter a recomendação elevada para compra pelo Safra, as queridinhas do banco no setor de energia são outras.
Eletrobras (ELET3), Copel (CPLE6) e Equatorial (EQTL3) são as preferidas do Safra por estarem preparadas para se beneficiar de ganhos de eficiência, da tendência de recuperação dos preços de energia e do crescimento dos volumes.
"Vemos impacto limitado de eventos regulatórios, crescimento decente de volume, recuperação nos preços de geração de energia e crescimento dos ativos em construção", diz o Safra.
O preço-alvo para Eletrobras é de R$ 54,40 para a ação ordinária (ON) e de R$ 59,40 para a ação preferencial (PN) — o que representa potenciais de valorização de 25,92% e de 24,76% sobre o fechamento de segunda-feira (26). Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Já Copel tem preço-alvo de R$ 11,30 para a ON e de R$ 12,30 para a PN — potenciais de alta de 23,36% e de 20,94%, respectivamente. Equatorial tem preço-alvo de R$ 41,40, o que representa potencial de valorização de 23,32%.
Se Cemig e Auren agora brilha junto com Eletrobras, Copel e Equatorial com recomendações de comprar do Safra, algumas empresas do setor de energia ficaram no escuro com a nova avaliação do banco para o segmento.
Leia Também
Engie (EGIE3), CPFL (CPFE3) e Alupar (ALUP11) foram rebaixadas para recomendação neutra. Mas a ação que realmente ficou no escuro foi a Taesa (TAEE11), rebaixada para venda.
O Safra reavaliou o setor de energia brasileiro por quatro fatores:
Segundo banco, embora o setor tenha tido um bom desempenho em 2023, subindo 24,4% e atingindo uma taxa interna de retorno (TIR) real implícita média de 8,5% no final de 2023 — contra cerca de 10,1% em janeiro de 2023 — ainda há alguma vantagem para o setor, uma vez que o spread médio em relação aos bonds está atualmente em 4,0%, versus média histórica de 3,6%.
No entanto, a avaliação não está livre de riscos. Os principais, segundo o Safra, são:
Para as geradoras de energia, a expectativa do Safra é de que uma recuperação nas tendências de preços ajude as empresas a celebrar novos acordos energéticos, embora o cenário ainda aponte para um excesso significativo de oferta até 2026/2027.
Já para as empresas de transmissão de energia, o banco acredita que as novas exigências de investimento devem continuar proporcionando boas oportunidades de crescimento para as empresas em leilões futuros.
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo