O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A queridinha do ramo da Inteligência Artificial (IA) chegou a superar a empresa dona do iPhone em junho deste ano — ainda que, novamente, por um breve período
A briga pelo posto de maior empresa do planeta é uma corrida de cabeça a cabeça e a Nvidia (NVDC34) acaba de ultrapassar a Apple (AAPL34) nesta sexta-feira (25). O topo do pódio, contudo, não ficou por muito tempo na mão da fabricante de chips e semicondutores.
De acordo com o portal Companies By Market Cap, os postos das três maiores empresas do planeta estava dividido da seguinte forma:
Porém, nas primeiras horas da tarde, a fabricante de celulares conseguiu recuperar algumas dezenas de bilhões em valor de mercado, reassumindo a liderança como a maior empresa do mundo.
É preciso dizer que a disputa entre Apple e Nvidia vem se acirrando nos últimos tempos. A queridinha do ramo da Inteligência Artificial (IA) chegou a superar a empresa dona do iPhone em junho deste ano — ainda que, novamente, por um breve período.
Ambas pegam carona no avanço do Nasdaq, a bolsa de tecnologia norte-americana, que avançava 1,14% por volta das 14h30.
Não apenas as ações da Nvidia, mas as de outras empresas do ramo de semicondutores — como a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) e Intel — registram fortes ganhos nesta sexta-feira nas bolsas internacionais.
Leia Também
Os papéis da Nvidia saltam 1,57%, — os da TSMC, 3,75%, e os da Intel, 2,93% — após os resultados da Western Digital apontarem uma demanda aquecida sobre os data centers, essenciais para o armazenamento de informações e treinamento de IAs generativas, como o ChatGPT, o Gemini, entre outros.
Vale destacar ainda que a TSMC registrou um aumento de 54% no lucro líquido no terceiro trimestre na comparação anual, que chegou a 325,3 bilhões de dólares taiwaneses (US$ 10,1 bilhões) no fim de setembro.
Ainda que o momento seja positivo para companhias do ramo de tecnologia, própria Nvidia não é a “queridinha das empresas de tecnologia” atoa, como explica William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue.
“A Nvidia rodava com uma margem muito boa desde 2022. Ela gerava US$ 25 bilhões de receita e quase metade disso, cerca de US$ 10 bilhões, virava lucro”, explica.
Porém, as receitas mais que triplicaram desde então — o que, por consequência, também se refletiu em um lucro ainda maior. “O lucro sai de US$ 10 bilhões para mais de US$ 60 bilhões”, comenta o estrategista da Avenue.
Isso resultou no lucro por ação (earnings per share ou EPS, na sigla em inglês) da empresa sair da casa dos US$ 0,18 para US$ 2,15 e a perspectiva é de que essa relação chegue a US$ 2,80 até o fim deste ano — uma multiplicação de 12 vezes os ganhos.
Para 2025, a expectativa é de que a Nvidia possa chegar a uma relação de até US$ 4,00 por ação.
Se, de um lado, a demanda por chips, semicondutores e softwares cada vez mais potentes está a todo vapor, de outro, a Apple está em um atoleiro difícil de sair.
Isso porque a dona do iPhone está prestes a divulgar seus resultados trimestrais na quinta-feira (31). E as expectativas não são de resultados dos mais animadores: a demanda por smartphones vem caindo em virtude da acirrada concorrência com a China.
As vendas de iPhones no país asiático caíram 0,3% no terceiro trimestre, segundo o relatório de produção mais recente, enquanto as vendas de telefones da Huawei, fabricados chinesa, subiram 42%.
Além disso, o lançamento do iPhone 16 foi ofuscado pelo smartphone de “dobra tripla” da Huawei, o Mate XT.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas