🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

BOAS PERSPECTIVAS

Mesmo após 2T24 abaixo do esperado, Goldman Sachs inicia cobertura da Intelbras (INTB3) com recomendação de compra; entenda os motivos

O banco vê um potencial de alta de 25% para ação da empresa de tecnologia e segurança, com preço-alvo de R$ 27

Micaela Santos
Micaela Santos
12 de agosto de 2024
14:34
Intelbras
Prédio sede da Intelbras - Imagem: Divulgação

A estabilidade no lucro líquido e os resultados abaixo do esperado da Intelbras (INTB3) no segundo trimestre do ano não brilharam os olhos dos analistas do mercado. No entanto, o Goldman Sachs vê perspectivas sólidas de crescimento para a empresa nos próximos anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um novo relatório, o banco iniciou a cobertura da empresa catarinense fundada em 1976, que atua na fabricação de produtos de segurança, comunicação, redes e energia. Os analistas analisaram 15 categorias de produtos da área de Segurança da Intelbras.

O banco recomendou a “compra” das ações, com um potencial de alta de 25% em relação às cotações da última sexta-feira (9). O preço-alvo estipulado pelo banco é de R$ 27. Nesta segunda-feira (12), às 14h30, as ações da empresa subiam 1,12% na B3, a R$ 21,76.

A recomendação positiva vem após divulgação dos resultados mistos da companhia no segundo trimestre de 2024, divulgados no fim de julho, e do anúncio de um investimento milionário em um novo centro de distribuição em São José (SC) no início do mês.

No segundo trimestre, a companhia reportou estabilidade em seu lucro, registrando R$ 117 milhões ante o lucro líquido de R$ 118 milhões no trimestre do ano passado, resultado 0,4% menor. O lucro também foi 23,6% inferior ao do primeiro trimestre deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a Intelbras, o resultado foi “impactado pelo reconhecimento de uma variação cambial relevante, devido à característica da evolução da taxa de câmbio no mês de junho”. 

Leia Também

  • Os balanços do 2T24 já estão sendo publicados: receba em primeira mão a análise dos profissionais da Empiricus Research. É totalmente gratuito – basta clicar aqui. 

Navegando por tendências de mudanças

Segundo o Goldman Sachs, a evolução do portfólio de produtos junto a outros fatores vão contribuir para que a empresa tenha um crescimento acima do PIB, “apesar da exposição a alguns mercados maduros e uma perspectiva mais cautelosa para o mercado de painéis solares".

Vale lembrar que, em 2022, a Intelbras adquiriu a fabricante de sistemas de energia solar Renovigi, e desde então atua no mercado brasileiro de energia solar.

Para a instituição, a Intelbras ainda apresenta perspectivas sólidas de vendas fortes no segmento de Segurança, e o setor de Segurança e Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) da companhia também já começou a dar frutos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, a expectativa do banco é de que a empresa brasileira tenha uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) na receita de 14% de 2024 até 2026. 

Esse crescimento vem apoiado por uma exposição a uma “interessante mistura de ventos favoráveis seculares”, ou seja, ao portfólio variado da Intelbras. 

Além da energia solar, a empresa atua em diferentes áreas relacionadas à tecnologia e segurança, como alarmes, sensores, sistemas automatizados, displays, controles de acessos residenciais e corporativos, sistemas de monitoramento por câmeras, entre outros. 

Por conta disso, a companhia possui “uma rede de distribuição bem estabelecida e um portfólio de produtos em evolução que tem apoiado o crescimento sustentado em tendências tecnológicas em rápida transformação”, de acordo com o relatório. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esperamos que a superação dos problemas relacionados ao estoque do AF23 [ano fiscal de 2023] — juntamente com a retomada do crescimento da receita e a melhoria do mix de produtos em Energia — mais do que compense o aumento do uso de parcerias em TIC, impulsionando uma recuperação de +70 bps a/a [pontos-base ao ano] na margem EBITDA ajustada do AF24”, afirma o relatório.

Intelbras: boas perspectivas, mas ainda existem riscos

Embora as perspectivas para a Intelbras sejam positivas, os analistas do Goldman Sachs elencaram alguns desafios que podem ser enfrentados pelos negócios da Intelbras. 

Eles envolvem tendências macroeconômicas, competição, estoques e distribuição, tecnologia, relacionamento com fornecedores e tributação. 

O banco ressalta que a Intelbras enfrenta concorrência relevante em todos os segmentos onde atua. E isso traz uma incerteza em torno do poder de precificação e margens, especialmente em meio à entrada de novas empresas no mercado ou movimentos mais agressivos de players já consolidados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, alguns concorrentes são maiores que a Intelbras e outros têm "tecnologia proprietária significativa", segundo o Goldman. Há também concorrentes globais emergentes no setor de segurança que estão ganhando relevância nesse segmento. O banco cita como exemplo as empresas do mercado de vigilância na China, que podem eventualmente começar a investir no Brasil e na América Latina. 

"Ainda assim, notamos que a Intelbras tem resistido a níveis semelhantes de concorrência ao longo de sua história, principalmente em Segurança e Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC), enquanto mantém níveis saudáveis de preço/margem. 

Segundo o banco, a Intelbras ainda mantém características competitivas, como relacionamento com sua cadeia de distribuição e o suporte ao cliente pós-venda. 

Fatores que, para os analistas, fortalecem a presença local mais forte da companhia em relação aos players globais, maior escala e longevidade. Além disso, é uma “marca bem reconhecida construída ao longo de décadas de operação no Brasil.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CRISE FINANCEIRA

Cosan (CSAN3) trava queda de braço com Shell sobre capitalização da Raízen (RAIZ4): “Formato atual não resolve”, diz CEO

10 de março de 2026 - 11:58

Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis

TENTATIVA DE RESPIRO

Após rombo bilionário do Master, Banco de Brasília (BRB) tenta captar R$ 8,9 bilhões para reforçar o caixa

10 de março de 2026 - 11:24

Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações

DÍVIDAS BATENDO À PORTA

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fecha acordo de recuperação extrajudicial com credores para negociar dívidas de R$ 4,5 bilhões; o que deu errado?

10 de março de 2026 - 9:08

A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas

BALANÇO DO 4T25

Conta da crise na Raízen (RAIZ4) chega à Cosan (CSAN3): prejuízo da holding de Ometto vai a R$ 5,8 bilhões no 4T25

10 de março de 2026 - 7:58

Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço

BALANÇO

Direcional (DIRR3) tem recorde de rentabilidade no 4T25: “é o nosso maior mérito no resultado”, diz CEO; lucro sobe a R$ 211 milhões

9 de março de 2026 - 20:07

Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida

CÂMBIO

Dólar mergulha no fechamento: como uma única declaração de Trump desarmou a tensão no mercado

9 de março de 2026 - 19:17

A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro

EFEITO DA GUERRA

Até quando a Petrobras (PETR4) vai aguentar? Petróleo acima de US$ 100 aumenta a pressão sobre o reajuste da gasolina

9 de março de 2026 - 19:00

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas

QUERIDINHO DOS ANALISTAS

Ação deste banco “novato” na bolsa pode dobrar de valor — e quatro casas de análise já recomendam a compra

9 de março de 2026 - 17:15

Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação

SOB PRESSÃO

Em busca de fôlego: por que a Oncoclínicas (ONCO3) está pedindo mais tempo para pagar suas dívidas

9 de março de 2026 - 13:19

Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda

NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

BOLSO CHEIO

Disparada no preço do petróleo pode aumentar os dividendos da Petrobras (PETR4); saiba o que esperar e o que já está no radar

8 de março de 2026 - 11:55

Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio

SINAL VERDE

Cade aprova transferência do controle da Braskem (BRKM5) para IG4; gestora se torna sócia da Petrobras (PETR4)

6 de março de 2026 - 19:41

Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia

VENCEDORES X PERDEDORES

Petrobras (PETR4) rouba a cena e chega a R$ 580 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez; Vale (VALE3) perde US$ 43 bilhões em uma semana

6 de março de 2026 - 19:21

Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana

PARA ALÉM DO ROE

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno

6 de março de 2026 - 19:10

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra

CHORIPÁN NO PIX

Banco do Brasil (BBAS3) passa a oferecer Pix para brasileiros em viagem à Argentina — e nem precisa ser cliente do banco

6 de março de 2026 - 17:01

Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo

DEPOIS DO BALANÇO

Dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4)? Estatal responde se caixa com petróleo mais caro vai parar no bolso do acionista

6 de março de 2026 - 16:14

Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência

QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar