🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Ajuste na proposta

Light (LIGT3) apresenta novo plano de recuperação judicial, que prevê aporte de R$ 1,5 bilhão e pagamento a pequenos credores

Nova proposta prevê pagamento de pequenos investidores detentores de debêntures em até 90 dias; acionistas de referência se comprometem com aporte de R$ 1 bilhão

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
24 de fevereiro de 2024
11:03 - atualizado às 15:37
Light (LIGT3)
A Light apresentou seu plano de recuperação judicial original em julho de 2023. Imagem: Divulgação

Em meio às negociações com credores para reestruturar sua dívida de R$ 11 bilhões, a Light (LIGT3) apresentou, na noite da última sexta-feira (23), um novo plano de recuperação judicial, que prevê o pagamento integral, em até 90 dias, de créditos no valor de até R$ 30 mil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, serão contemplados cerca de 28 mil credores, ou 60% dos detentores de dívidas da empresa de energia. Vale lembrar que debêntures da Light chegaram a ser razoavelmente populares entre investidores pessoas físicas, que compraram esses papéis por meio de plataformas de investimento.

A nova proposta prevê ainda o aporte de novos recursos na empresa, no valor de até R$ 1,5 bilhão, sendo que os acionistas de referência (Nelson Tanure, Beto Sicupira e Ronaldo Cezar Coelho) têm a intenção de garantir a injeção de R$ 1 bilhão.

O preço de conversão dessa capitalização tomará como base a média de 60 dias das cotações anteriores à apresentação do plano, com warrant de duas ações para cada papel.

Em outros pontos colocados no plano está a conversão de até 40% dos créditos em ações da companhia via debêntures conversíveis. Esta opção está limitada a R$ 2,2 bilhões, enquanto o restante dos créditos será remunerado por IPCA mais 4% ao ano, com amortização em oito anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há também a previsão de outras modalidades, como o "credor apoiador não conversor", que não receberá ações da companhia e terá 100% dos créditos remunerados a IPCA mais 2% ao ano, com amortização em 12 anos.

Leia Também

Já o "credor apoiador financeiro" terá direito a remuneração pelo CDI mais 0,5% ao ano, com amortização em dez anos. Nesta categoria haverá a condição de disponibilizar linhas de derivativos cambial e de juros para a companhia e suas afiliadas, colaborando assim com a recuperação judicial.

Finalmente, o "credor não apoiador" será aquele que não aceitar nenhuma das opções anteriores. Ele receberá seu crédito em pagamento único no 15º ano, correspondente a 20% e corrigido pelo IPCA.

Em nota, porém, a Light informou que, "apesar de essa opção estar prevista no plano, a companhia não prevê pagamentos a nenhum credor nestas condições".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novo plano considera reais necessidades de investimento da empresa, diz Light

"A conclusão do processo de recuperação judicial da Light tem como premissa uma condição econômico-financeira que garanta a sua sustentabilidade. No entender da companhia, as propostas apresentadas pelos credores até agora não levavam em consideração as reais necessidades de investimento da empresa, que deverão aumentar, sobretudo, depois das novas regras para a renovação da concessão que ainda serão anunciadas. Por isso, a Light optou por apresentar um novo plano, onde atende as demandas apresentadas por credores e garante o cumprimento dos compromissos setoriais e com a sociedade", diz a companhia, na mesma nota.

A Light é responsável por uma área de concessão com 31 municípios no estado do Rio de Janeiro e pela distribuição de energia a 4,5 milhões de clientes e uma população de 12 milhões de habitantes. Seu plano de recuperação judicial original havia sido apresentado em julho de 2023.

Na avaliação de uma pessoa próxima às negociações, que falou com o Broadcast Energia sob a condição de anonimato, a proposta atual é uma tentativa de harmonizar a quitação das dívidas, especialmente com os pequenos investidores, e a sustentabilidade econômico-financeira, necessária para conseguir a renovação da concessão e a continuidade dos compromissos inerentes a ela.

"É um plano sustentável para a Light fazer jus às suas obrigações", disse a fonte ao serviço de notícias em tempo real do Estadão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Credores costuram proposta alternativa

Enquanto a direção da Light tenta construir o seu plano de recuperação, parte dos credores tem buscado alinhavar uma proposta alternativa para a empresa, baseado em um racional mais favorável a este grupo.

Desde que a empresa entrou em RJ, uma das principais dificuldades encontradas tem sido o fato de a dívida ser muito pulverizada.

Além disso, uma parte dos detentores dos créditos tem mostrado resistência a aceitar as propostas colocadas pela empresa, que precisa de injeção de capital para destravar sua recuperação de forma sustentável.

Contudo, de acordo com uma fonte ligada à distribuidora fluminense, a proposta dos credores não seria sustentável, tendo em vista os desafios que a Light tem pela frente, de negociar a renovação de sua concessão e dar continuidade aos investimentos na rede.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não podemos ter um plano para credores que de certa forma embute uma insustentabilidade", comentou a fonte que também não quis ter o nome identificado.

Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVA FASE DA EMPRESA

Magalu (MGLU3) resolve problema que nem o ChatGPT conseguiu ainda: por que Fred Trajano está ‘all in’ em Inteligência Artificial

13 de março de 2026 - 12:54

Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu

DEPOIS DA OPA

Sabesp (SBSP3) reforça aposta na Emae e desembolsa R$ 171,6 milhões por nova fatia

13 de março de 2026 - 10:32

Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação

SINAL DE ALERTA

Oncoclínicas (ONCO3) à beira de um calote? Por que a Fitch rebaixou o rating da empresa pela 2ª vez no mês

13 de março de 2026 - 9:54

Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida

JÁ NÃO ESTÁ BARATO

Voar vai ficar (ainda) mais caro: alta do petróleo afeta passagens aéreas, diz presidente da Gol (GOLL54)

13 de março de 2026 - 9:34

O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens

MAIS PROVENTOS

Privatização no horizonte e dinheiro no bolso: Copasa (CSMG3) aprova novo JCP aos acionistas; veja quem tem direito ao pagamento

13 de março de 2026 - 8:30

Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta

NOVA FASE

Magazine Luiza (MGLU3) inicia novo ciclo e quer acelerar o e-commerce — mas ainda se recusa a entrar na guerra de Shopee e Mercado Livre

12 de março de 2026 - 19:05

Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços

BALANÇO

Selic ainda aperta o Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai 55% no 4T25 com pressão das despesas financeiras; lojas físicas seguram vendas

12 de março de 2026 - 19:01

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados

REESTRUTURAÇÕES EM ALTA

Quando a conta chega: por que gigantes como Raízen, Oi, GPA e Americanas recorreram à recuperação para reorganizar bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 18:01

As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras

MINERAÇÃO

CSN (CSNA3) despenca após resultado, com queima de caixa e dívida ainda maior: China e até guerra afetam a companhia

12 de março de 2026 - 15:40

A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil

NA MODA

O que Safra e BB Investimentos viram na Lojas Renner (LREN3)? Veja por que a ação pode subir até 40%

12 de março de 2026 - 15:15

“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra

BRIGA DE GIGANTES

A ameaça da Shopee: Mercado Livre (MELI34) é rebaixado pelo JP Morgan por preocupações com a concorrência, e ações caem

12 de março de 2026 - 12:45

O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026

CENÁRIO INCERTO

Casas Bahia (BHIA3) virou a página da sua dívida, mas cenário ainda é preocupante: entenda o que mexe com a empresa agora

12 de março de 2026 - 12:15

A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.

NA CORDA BAMBA

CSN (CSNA3) volta ao vermelho no 4T25 e prejuízo dispara 748% em um ano. O que pesou no balanço?

12 de março de 2026 - 10:01

Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas

VAI PAGAR?

Raízen (RAIZ4): S&P Global rebaixa rating para ‘calote seletivo’ após pedido de recuperação de R$ 65 bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 9:43

O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária

RESULTADO

Casas Bahia (BHIA3) corta prejuízo em 82% no 4T25, mas ainda amarga perda bilionária no ano; veja os destaques do balanço

12 de março de 2026 - 7:57

Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação

DEPOIS DA RE

Nada é tão ruim que não possa piorar: Citi abandona ações do GPA (PCAR3) e Fitch corta rating

11 de março de 2026 - 19:47

O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C

CRESCIMENTO ESTRUTURAL

Já deu para a WEG (WEGE3)? Por que analistas veem menos gatilhos para a ação no curto prazo mesmo com tese positiva

11 de março de 2026 - 19:23

Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo

SD ENTREVISTA

Espaçolaser (ESPA3) tem lucro maior no 4T25, vê ano de virada e quer estar pronta para a volta das small caps na bolsa, diz CFO

11 de março de 2026 - 19:07

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores

VAI PINGAR NA CONTA?

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) vêm aí — mas há condição para o pagamento aos acionistas

11 de março de 2026 - 18:45

A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos

AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE

Cobrança de R$ 170 milhões da Casas Bahia empurrou o Grupo Pão de Açúcar para a recuperação judicial; entenda a discussão entre as ex-parceiras

11 de março de 2026 - 17:33

“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar