O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Abordagem recente do Itaú a clientes da concorrência levou a questionamentos sobre o “fair play” do uso do open finance
Os dados que os clientes aceitaram compartilhar por meio do open finance se tornaram uma arma poderosa para os bancos na competição pelos recursos dos investidores. Mas uma abordagem recente do Itaú (ITUB4) levou a questionamentos sobre o “fair play” da estratégia.
Chamou a atenção, por exemplo, uma oferta que o maior banco privado brasileiro enviou aos clientes que também têm recursos aplicados no BTG Pactual na semana passada.
Na mensagem aos clientes do BTG, o banco menciona especificamente um dos produtos do concorrente. “O fundo BTG Pactual Tesouro Selic FI RF Ref DI tem feito você perder”, diz a oferta do Itaú.
Em troca, oferece como “recomendação personalizada” em troca o Privilège DI, um fundo do próprio Itaú.
O Seu Dinheiro, vale destacar, faz parte do mesmo grupo do BTG. Mas o banco não foi o único banco a sofrer a abordagem. Clientes da XP que compartilharam dados com o Itaú também teriam recebido ofertas do tipo.
Após a publicação desta matéria, a reportagem também recebeu informações de que clientes do Bradesco também receberam abordagem do concorrente.
Leia Também
Procurados, BTG e XP não comentaram o assunto. O Itaú se pronunciou por meio de nota, na qual informa que identificou um erro operacional isolado que resultou em uma comparação indevida entre fundos DI da instituição e outros fundos da concorrência.
"Assim que identificamos o caso, os mesmos destinatários receberam prontamente uma segunda mensagem de errata indicando que desconsiderassem a comunicação anterior", acrescentou.
É esperado que o open finance acirre a disputa entre os bancos, inclusive na arena dos investimentos. O problema da oferta do Itaú em particular é que os produtos não são comparáveis.
Isso porque o fundo do BTG é do tipo Selic Simples — que investe apenas em títulos públicos e é indicado para reserva de emergência.
Já a opção do Itaú, embora de baixo risco, permite a alocação em crédito privado e não costuma ser indicado para a mesma finalidade.
Além do mais, a rentabilidade do fundo do BTG é equivalente a 96% do CDI, de acordo com o site Mais Retorno. Compatível, portanto, com fundos destinados à reserva de emergência.
No Itaú, o fundo mais comparável seria o Itaú Renda Fixa Simples, cujo retorno desde o início é de apenas 76% do CDI, ainda de acordo com os dados do site de comparação de fundos.
Iniciativa do Banco Central, o open finance permite o compartilhamento dos dados bancários, com o consentimento dos clientes, entre as instituições financeiras.
Mais de 32 milhões de pessoas já concederam autorização para compartilhar suas informações financeiras, de acordo com dados do BC.
O acesso completo às informações financeiras dos clientes é um item valioso para os bancos. Não por acaso, eles passaram a oferecer benefícios em troca da adesão ao open finance.
Além do acesso ao patrimônio completo do cliente, incluindo o que ele possui em outras instituições, os bancos podem oferecer outros serviços via open finance. Por exemplo, o envio de PIX usando o saldo de outra instituição.
Aliás, o open finance rendeu uma declaração polêmica do presidente do BC, Roberto Campos Neto. Ele afirmou que a tecnologia deve acabar com a necessidade de os usuários terem aplicativos de diferentes bancos brasileiros.
“Em até um ano e meio, dois anos, não terá mais app de Bradesco, Itaú. Será um app agregador que, pelo open finance, vai dar acesso a todas as contas”, disse Campos Neto.
*Matéria atualizada para incluir a informação sobre o Bradesco
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro