O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os novos aparelhos têm o botão de controle de câmera, os chips A18 — capacitados para lidar com tarefas de Inteligência Artificial — e a melhoria na resolução da câmera ultrawide dos modelos Pro
Se você estava esperando pelo iPhone 16, seu momento chegou. A Apple inicia nesta terça-feira (24) a pré-venda do mais recente lançamento em celular, com preços que começam em R$ 7,8 mil.
Os novos modelos chegam por aqui duas semanas depois de serem lançados nos EUA. No último dia 9 de setembro, a Apple anunciou o iPhone 16, o iPhone 16 Plus, o iPhone 16 Pro e o iPhone 16 Pro Max.
Entre as novidades dos novos aparelhos estão o botão de controle de câmera, os chips A18 — capacitados para lidar com tarefas de inteligência artificial — e a melhoria na resolução da câmera ultrawide dos modelos Pro.
Apesar de não revelar os números, a Apple confirmou que todos os modelos receberam um acréscimo na bateria, sendo a linha de iPhones com maior autonomia já lançada.
Se você ficou animado com as novidades da Apple neste lançamento, prepare o bolso. Um modelo básico não sai por menos de R$ R$ 7.799 — no caso do Pro Max com 1 TB de armazenamento, as versões custam a partir de R$ 15.499.
De acordo com informações da Apple, é possível comprar os modelos à vista, com 10% de desconto, ou parcelá-los em até 12 vezes.
Leia Também
Após a compra, a Apple indica que enviará um cabo USB-C para recarga junto com o aparelho em até três dias úteis, com frete grátis.
iPhone 16
iPhone 16 Plus
iPhone 16 Pro
iPhone 16 Pro Max
Caso não tenha toda essa grana disponível, existem opções para chamar um iPhone 16 de seu. Uma delas é a opção de assinatura.
Alguns bancos, como o Itaú, tem o programa iPhone pra Sempre, que oferece a assinatura do iPhone em 21 parcelas e pode ser utilizado por correntistas ou clientes de algum produto do banco.
Pelo programa, o lançamento da Apple é anunciado a partir de 21 parcelas de R$ 259,97, em um total de R$ 5.459,30, além de uma quantia adicional de R$ 2.339.70, caso o cliente queira ficar com o aparelho — o que coloca o valor total do iPhone 16 em R$ 7.799 em junho de 2026.
O Nubank é outro banco que anunciou a pré-venda do iPhone 16 para os clientes premium, com 1% de cashback e em até 24 parcelas. A partir do dia 27, todos os clientes terão acesso à compra pelo banco digital.
Se você está disposto a desembolsar esses valores por alguma das versões do iPhone 16, é bom lembrar que a entrega no aparelho pode demorar.
No ano passado, a Apple tentou trazer o iPhone 15 para o Brasil uma semana após o lançamento mundial, porém, na prática, os brasileiros só foram ter o aparelho em mãos com atraso de vários dias — mesmo os que compraram na loja online da Apple.
Provavelmente por isso, a Apple não cita no site uma data de lançamento oficial do produto por aqui. Essa informação só aparece em sites de outras lojas, como na Amazon: 27 de setembro.
Além disso, na abertura da pré-venda nacional, às 0h de hoje, a previsão de entrega no site da Apple está prevista para o dia 30.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro