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O montante corresponde a R$ 0,19545 por ação VIVT3. Saiba quem terá direito aos proventos e quando acontecerá o pagamento
*Matéria atualizada em 29/11/2024 às 18h53 para incluir a data de pagamento
A Telefônica Brasil, dona da Vivo (VIVT3), vai depositar R$ 380 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas.
Considerando o desconto de 15% de retenção de imposto de renda (IR) na fonte, o montante líquido dos proventos chega a R$ 323 milhões. Já o valor líquido por ação após a mordida do Leão é de R$ 0,19545.
Vale destacar ainda que as cifras poderão sofrer ajustes por conta de eventuais aquisições de ações dentro do programa de recompra de ações da companhia. Será considerada nos cálculos a base acionária de 29 de abril.
Essa data também servirá de "corte" para definir quem terá direito à remuneração. Ou seja, é necessário possuir ações da Telefônica Brasil no fim do pregão do dia 29 para receber os proventos.
A partir do dia 30, os papéis VIVT3 passam a ser negociados “ex-direitos” e passarão por ajustes na cotação.
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Ou seja, o investidor pode optar por adquirir ações da dona da Vivo antes da data de corte e ter direito ao dinheiro, ou esperar pelo dia 30 e comprar os papéis por um preço inferior, mas sem poder receber os JCP.
Já o pagamento cairá na conta dos acionistas no dia 17 de dezembro de 2024.*
A Telefônica Brasil (VIVT3) recentemente anunciou outra forma de gerar valor aos acionistas. No fim de março, a dona da Vivo decidiu lançar um programa de recompra de ações.
O conselho de administração da empresa aprovou a recompra de até 40,8 milhões de ações da Vivo, que deverá ser realizada até 4 de março de 2025.
A companhia poderá usar até R$ 1 bilhão em papéis VIVT3 durante a vigência do programa. O dinheiro sairá da reserva estatutária de lucros da Telefônica Brasil.
Uma vez recompradas, as ações serão mantidas em tesouraria, sem redução do capital social da dona da Vivo.
De acordo com a Telefônica, o objetivo da recompra é “incrementar valor aos acionistas pela aplicação eficiente dos recursos disponíveis em caixa, otimizando a alocação de capital da companhia”.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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