🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Apoio federal

CCR faz emissão bilionária para obras na Dutra e na Rio-Santos garantida por banco estatal; veja qual

Segundo a companhia, investimento em duas rodovias soma R$ 15,5 bilhões; parte será bancada pelos R$ 9,4 bilhões em debêntures

Estadão Conteúdo
19 de julho de 2024
15:10
Via Dutra, rodovia que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. O leilão para relicitação da via está previsto para a próxima sexta (29); a CCR (CCRO3) administra a estrada desde 1995
Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, faz parte do projeto de melhorias da CCR - Imagem: CCR/Clóvis Rossi

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá ancorar os R$ 9,4 bilhões de debêntures incentivadas que serão emitidas pela CCR Rodovias (CCRO3) para financiar obras em São Paulo e no Rio de Janeiro. O valor é o maior já financiado para o setor de infraestrutura via emissão de debêntures incentivadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação foi anunciada nesta sexta-feira (19), em São José dos Campos, no interior paulista, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O financiamento será destinado a execução de obras nas rodovias Presidente Dutra (BR-116/RJ/SP) e Rio-Santos (101/RJ/SP), consideradas entre as mais importantes vias do País, conectando regiões metropolitanas muito utilizadas para a logística de cargas.

O CEO do grupo CCR, Miguel Setas, disse que o investimento, que vai totalizar R$ 15,5 bilhões, "é o maior da história para uma concessão". Com promessas de que o investimento vai promover mais segurança e iluminação, por exemplo, Setas brincou que a via poderia ser vista do espaço.

Banco de fomento amplia operações com debêntures

A participação do BNDES em operações de debêntures tem aumentado nos últimos anos, mas registrou um salto a partir de 2023, com a entrada do atual presidente, Aloizio Mercadante. Em 2022, o BNDES coordenou emissão total de R$ 6,3 bilhões e subscreveu R$ 5,3 bilhões. No ano passado, foram R$ 18 bilhões coordenados, com ancoragem/subscrição próxima de R$ 11 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A subscrição de debêntures tem, segundo o BNDES, os seguintes objetivos: fomentar o crédito de longo prazo, compartilhar risco com outros financiadores, favorecer práticas sustentáveis, e viabilizar emissões por meio de investimentos âncoras em empresas e projetos no País. A ancoragem também pode ser feita em parcerias com outros bancos. Essa alternativa garante que a empresa emissora tenha todos os papéis comprados.

Leia Também

O maior apoio às emissões já resulta, neste ano, no maior volume anual emitido desde que a modalidade foi criada, em 2012. Somadas a emissão da CCR e outras oito autorizadas neste ano, o valor total está em R$ 19,3 bilhões, com projeção de que alcancem R$ 30 bilhões até dezembro.

A debêntures incentivadas isentam o investidor pessoa física do recolhimento de Imposto de Renda (IR) dos lucros aferidos com os papéis. Para as empresas interessadas nas emissões, a vantagem é a captação de recursos com taxas de juros inferiores a outras modalidades de financiamento.

A partir da aquisição dos papéis, além de garantir o crédito buscado para financiar projetos de interesse nacional, o BNDES lucra com os juros a serem pagos pela empresa emissora ou, como é feito de forma costumeira, pode revender os ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Papel do BNDES nos projetos de concessão

O secretário executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, disse que a participação do BNDES nas emissões fortalece as concessionárias, principalmente no contexto de demanda por grandes investimentos previstos para os mais de 30 projetos de concessões que compõem a atual carteira do ministério.

"Uma das reclamações do mercado era sobre a dúvida quanto à participação do BNDES. Temos feito nossos projetos com análise do BNDES, que já diz como ele pode financiar cada projeto", diz Santoro ao defender que, a partir dessa perspectiva, há aumento de garantias e previsibilidade para participação nos leilões de ativos.

Outra modalidade para o setor, as debêntures de infraestrutura, criada por lei no início deste ano, teve regulamentação publicada no Diário Oficial da União (DOU) na quinta-feira (18).

A nova categoria, em vez de incentivar o investidor, beneficia as empresas emissoras através da dedução de 30% dos juros pagos relativos às Debêntures de Infraestrutura da determinação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aquisição de máquinas e equipamentos

Além da debênture incentivada, a operação com a CCR contempla também uma linha de financiamento na modalidade Finem, um financiamento do BNDES destinado à produção e aquisição de máquinas e equipamentos novos, no valor de R$ 1,34 bilhão, totalizando os R$ 10,75 bilhões comprometidos.

O volume representa quase 70% dos cerca de R$ 15,5 bilhões investidos nessas rodovias pela concessionária. O contrato de concessão foi feito em março de 2022 e terá a duração de 30 anos. De acordo com o CEO, as debêntures incentivadas estimulam novos projetos de infraestrutura.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, também destacou o volume de investimentos, exaltando o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "A reforma da Dutra é Lula", destacou em meio à aplausos, e prevendo prêmio internacionais para o projeto.

"A operação com a CCR não tem subsídios, a garantia é o próprio projeto", destacou o ministro destacando o modelo de debêntures incentivadas. Mercadante finalizou sua fala afirmando que o objetivo é chegar em R$ 50 bilhões de investimentos na infraestrutura ainda neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
LÍDER NO AGRONEGÓCIO

Empresa centenária aprova venda e pode dar adeus à Bolsa em breve; veja quem é e qual o valor que será pago aos acionistas

2 de março de 2026 - 10:11

A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]

PRESSÃO FINANCEIRA

CSN (CSNA3) corre contra o relógio e negocia empréstimo de até US$ 1,5 bilhão com bancos para quitar dívidas

2 de março de 2026 - 9:40

Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa

MOVIMENTAÇÃO

Raízen Energia aprova cisão parcial de subsidiária e incorpora R$ 1 milhão em reorganização societária

1 de março de 2026 - 14:37

A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica

HORA DE REALIZAR?

Gerdau (GGBR4) já entregou tudo o que tinha para dar? Itaú BBA tira selo de compra — mas revela trunfo fora das contas

28 de fevereiro de 2026 - 16:18

Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação

FUSÃO NO OFFSHORE

Nova gigante à vista? OceanPact (OPCT3) anuncia fusão com CBO e cria potência de serviços marinhos com R$ 13,6 bilhões em contratos

28 de fevereiro de 2026 - 11:17

Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro

MINERAÇÃO

Já deu o que tinha que dar? Descubra o que pode acontecer com a Aura (AURA33) depois de subir mais do que o ouro

27 de fevereiro de 2026 - 19:43

Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas

NOVO PLAYER DE SAÚDE

Bradsaúde na bolsa: quem ganha, quem pode pular fora e o que muda para investidores de Bradesco (BBDC4) e Odontoprev (ODPV3)

27 de fevereiro de 2026 - 17:08

A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída

AINDA ESTÁ BARATA?

Avanço no lucro do 4T25 e salto das ações em 12 meses: ainda vale a pena ter B3 (B3SA3) na carteira?

27 de fevereiro de 2026 - 16:15

As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento

NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar