O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Negócio já havia sido anunciado pelas empresas em outubro e visa que o Carrefour (CRFB3) monetize ativos imobiliários
Depois de colocar alguns de seus ativos imóveis à venda nas prateleiras, o Carrefour Brasil (CRFB3) anunciou nesta terça-feira (18/12) que concluiu a transação de sale and leaseback de 15 imóveis da rede Atacadão. O acordo foi firmado com o Fundo de Investimento Imobiliário Guardian Real Estate (GARE11), gerido pela Guardian Gestora, por R$ 725 milhões.
A operação de compra e venda de ativos atrelada à locação segue os mesmos termos e condições comerciais anunciados pela companhia em outubro. Por meio dele, a companhia fará a locação por um prazo inicial de 13 anos, renováveis por períodos adicionais de cinco anos. As despesas mensais com aluguel serão de aproximadamente R$ 4,8 milhões.
Com a operação, o Carrefour consegue monetizar esses ativos imobiliários, por meio de locação de longo prazo, sem que as lojas que estão em operação nos endereços acordados parem de funcionar.
Esse modelo de sale and leaseback é uma prática comum entre grandes varejistas porque permite liberar capital para reinvestimento no negócio principal sem interromper as atividades nas unidades vendidas. Vale lembrar também que, especialmente para o varejo, o ponto de venda é um ativo extremamente valioso porque é muito bem escolhido para atrair um grande fluxo de pessoas.
Hoje, por volta das 11h30, as ações do Carrefour eram negociadas a R$ 5,67, alta de 1,06%.
Na noite desta quarta-feira (18/12), os conselhos de administração do Carrefour (CRFB3) também anunciaram a distribuição de pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas.
Leia Também
No total serão R$ 200 milhões distribuídos, o corresponde a R$ 0,094829124 por ação. Mas vale destacar que esse é o valor bruto da distribuição, pois o JCP está sujeito à retenção de Imposto de Renda na fonte.
Terá direito ao provento anunciado quem estiver na base acionária da rede de atacarejo e supermercados na próxima segunda-feira, 23 de dezembro.
A partir do pregão seguinte, no dia 24 de dezembro, as ações serão negociadas "ex-direitos" aos proventos. Então você pode optar por comprar os papéis agora e receber o dinheiro ou esperar a data de corte e adquiri-los por um valor menor, mas sem o crédito do JCP.
Já o pagamento está marcado para acontecer no dia 8 de janeiro de 2025, segundo o Carrefour.
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os destaques do balanço