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Assim como em pesquisas anteriores, o ranking continua sendo dominado por bancos e cervejarias e as cinco primeiras marcas do ranking representam 75% do valor total
Quanto vale uma empresa? Para aquelas que têm capital aberto, é mais fácil responder essa pergunta: basta pegar o número de ações e multiplicar pelo preço de tela. Mas qual é o valor da marca dessa mesma companhia? Bom, o valor das marcas é algo mais abstrato e tem uma série de aspectos que são bastante difíceis de serem medidos.
Porém, a consultoria de marcas Interbrand, que faz seus levantamentos desde 2001, publicou mais um estudo Marcas Brasileiras Mais Valiosas 23/24, buscando indicar aquelas que são mais valiosas no Brasil.
Assim como em pesquisas anteriores, o ranking continua sendo dominado por bancos e cervejarias e as cinco primeiras marcas do ranking representam 75% do valor total das marcas levantadas.
As principais categorias do ranking são: serviços financeiros (60%), bebidas alcoólicas (20%) e cosméticos (5%). Veja o ranking das dez maiores a seguir, com o crescimento do valor de cada uma em relação ao ano passado:
Entre as novidades no levantamento deste ano, a Interbrand destaca a fintech Stone (STOC31), ocupando a 12ª posição, com valor de marca estimado em R$ 1,8 bilhão.
Segundo a análise, a Stone sustentou o crescimento do portfólio de produtos, a experiência e o vínculo com o público nos últimos anos, o que se traduziu na retomada de resultados financeiros ascendentes.
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Outra novidade é a Raia Drogasil, que recentemente mudou seu nome para RD Saúde, que estreia já na 18ª colocação. Por fim, outro destaque vai para o retorno da Arezzo, como 25ª marca mais valiosa do país. Veja o restante do ranking:
O melhor desempenho foi para a Drogasil. Embora ela permaneça na mesma posição, seu valor cresceu 19%, saindo de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,3 bilhão. O investimento na construção institucional do grupo RD também ajudou a impulsionar a força das marcas da holding.
A companhia se estabeleceu como a marca mais forte de saúde do Brasil, com a expansão de lojas, serviços e a melhoria nos índices de lealdade do cliente e presença no dia a dia.
O estudo também chama a atenção para o crescimento de dois dígitos de outras três marcas: Porto (14%), PagBank (ex-PagSeguro) (13%) e o Nubank (12%).
“Os maiores crescimentos desta edição foram de marcas que construíram um diálogo verdadeiro e constante com seus públicos, que demonstraram um comprometimento real com causas relevantes para a sociedade, indo muito além do seu produto ou serviço e que, consequentemente, colheram excelentes performances financeiras” explica Beto Guimarães de Almeida, CEO da Interbrand.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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