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Empresa de tecnologia também anunciou Mauro Wulkan como novo CEO da Techfin e aprovou um novo programa de recompra de ações
A última quarta-feira (6) foi de novidades para os investidores da Totvs (TOTS3) — algumas não tão boas. Na sessão seguinte aos anúncios feitos pela companhia, incluindo a divulgação dos resultados do 3T24, as ações da empresa de tecnologia caem forte na B3.
Nesta quinta-feira (7), por volta das 16h, os papéis TOTS3 caíram de 7,91% na B3, a R$ 31,31. No mesmo horário, o Ibovespa caía 0,46%, aos 129.743,11 pontos. No acumulado de 2024, as ações TOTS3 sobem 1,78%. A empresa vale R$ 18,78 bilhões na bolsa.
A queda nos papéis da Totvs acontece após a companhia anunciar a aquisição da VarejOnline por R$ 49 milhões e mudanças no comando da Totvs Techfin, joint venture entre a Totvs e o Itaú Unibanco (ITUB4) e braço financeiro da empresa de tecnologia.
O conselho da Totvs também aprovou na quarta-feira um novo programa de recompra de ações de até 18 milhões de papéis, que expira em 7 de novembro de 2025.
Por último, mas não menos importante, os resultados trimestrais. A Totvs teve lucro líquido consolidado de R$ 295,8 milhões, queda de 32% em relação ao mesmo período de 2023.
Em termos ajustados, o lucro somou R$ 226 milhões, alta de 55% na comparação ano a ano. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ajustado ao negócio) ajustado cresceu 13,5% em termos anuais, para R$ 334,7 milhões. A receita líquida foi de R$ 1,37 bilhão, uma alta de 15,2% em relação ao ano anterior.
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Na avaliação do BTG Pactual, a Totvs apresentou resultados sólidos, mas sem surpresas. No geral, os resultados foram neutros na área de gestão, fortes em “business performance”, que inclui softwares de vendas e marketing, e fracos na Techfin.
Em relação à VarejOnline, embora seja uma aquisição relativamente pequena, o negócio reforça o compromisso da Totvs em expandir e fortalecer sua presença no setor de varejo, segundo os analistas.
“É uma empresa jovem com uma solução moderna, baseada em tecnologia totalmente nativa em nuvem, o que é raro no setor de varejo, e apresentou um crescimento médio anual de receita líquida superior a 50% de 2020 a 2023”, segundo o relatório do BTG.
O banco destacou que as receitas de “business performance” somaram R$ 143,7 milhões no terceiro trimestre, crescendo 27% em relação ao mesmo período de 2023.
“A adição líquida de ARR [receita recorrente anualizada, na sigla em inglês] no segmento foi de R$ 23 milhões, que foi a parte mais fraca dos resultados da divisão (nos trimestres anteriores, estava em torno de R$ 30 milhões)”, afirmam os analistas do BTG.
Segundo a Totvs, essa desaceleração foi apenas um reflexo da maior volatilidade do negócio e não sinaliza nenhuma mudança estrutural nas perspectivas da divisão.
O Ebitda de business performance, por outro lado, foi o ponto mais forte dos resultados, segundo o BTG Pactual, atingindo R$ 17 milhões, com uma margem de 12,1%.
A receita líquida da Techfin foi de R$ 78, 4 milhões, 6,6% abaixo das estimativas do BTG e 20% menor em relação ao mesmo período de 2023. A fintech foi afetada pela atividade mais fraca no setor agropecuário, que afetou o prazo médio de originação de crédito — processo de criação e fornecimento de crédito a um cliente, seja por meio de empréstimos, financiamentos ou qualquer outro tipo de crédito.
“Como uma empresa de software madura, os investidores esperam que o Ebitda e o lucro líquido cresçam mais rápido que as receitas, e o fato de isso não estar acontecendo é o principal ponto negativo em relação à Totvs”, pontuam os analistas em relatório.
O BTG Pactual ressalta que, entre os principais fatores que explicam a compressão das margens, estão as fusões e aquisições, a deflação do Índice Geral de Preços (IGP-M) e a alta da inflação medida pelo IPCA, também o principal indicador para reajustes salariais.
Por outro lado, os analistas consideram que a ação da empresa de tecnologia oferece uma boa dose de defensividade e também se sai bem em época de mercados em alta.
Por conta disso, o BTG mantém a recomendação de compra para TOTS3, com preço-alvo de R$ 38, alta de 12% sobre o preço do fechamento anterior da ação.
Para os analistas do Itaú BBA, a Totvs entregou resultados melhores do que o esperado, embora as expectativas tenham sido reduzidas devido a preocupações com as margens.
Apesar do recente aumento no preço das ações, o banco mantém TOTS3 no portfólio, considerando que o papel está negociando a múltiplos atrativos, na visão dos analistas do Itaú BBA. A Totvs está atualmente sendo negociada a 25x P/L (preço/lucro) para 2025.
Com recomendação “outperform”, equivalente a compra para TOTS3, o Itaú BBA tem um preço-alvo de R$ 36 para a ação, o que indica um potencial de valorização de 6% em 2025.
De acordo com o Santander, os resultados da Totvs foram fortes, especialmente o crescimento saudável da receita líquida, embora o segmento de “business performance” e os resultados da Techfin tenham ficado abaixo das estimativas dos analistas.
O banco também considera a aquisição da VarejOnline positiva e com um preço “atraente”, mencionando o crescimento da receita anual de 50% da empresa de varejo.
Os analistas mantêm classificação “outperform” equivalente a compra para as ações da Totvs com preço-alvo de R$ 40 — uma alta de 18% sobre o fechamento anterior.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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