O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A chinesa revelou neste fim de semana um novo supercarro elétrico que, segundo ela, pode atingir velocidades semelhantes às dos modelos de última geração produzidos por gigantes da indústria
Não faz muito tempo que o bilionário Elon Musk admitiu que as fabricantes de carros elétricos da China irão demolir as concorrentes ocidentais, incluindo a Tesla. Agora, as chinesas prometem deixar um esportivo dos sonhos comendo poeira: a Ferrari.
A chinesa BYD revelou neste fim de semana um novo supercarro elétrico que, segundo ela, pode atingir velocidades semelhantes às dos modelos de última geração produzidos por gigantes da indústria como a Ferrari, que é movida a gasolina.
O supercarro U9 fará parte da marca de luxo Yangwang da BYD, que só foi lançada no ano passado e colocou dois modelos à disposição do mercado.
Segundo a BYD, o U9 será capaz de atingir uma velocidade máxima de 309,19 quilômetros por hora e poderá acelerar até 100 quilômetros por hora em 2,36 segundos.
Esses índices são comparáveis aos supercarros produzidos por marcas consagradas como a Ferrari, cujo modelo híbrido SF90 Stradale pode acelerar até 100 quilômetros por hora em 2,5 segundos, segundo o site da empresa.
Quem quiser ter um supercarro elétrico chinês para chamar de seu, terá que desembolsar uma quantia milionária.
Leia Também
Os preços do U9 começarão em 1,68 milhão de yuans (R$ 1,16 milhão) e as entregas devem começar por volta de meados deste ano, de acordo com a BYD.
Uma Ferrari, no entanto, custa bem mais caro. Por aqui, o modelo mais barato do esportivo é o Roma e não sai por menos de R$ 3,5 milhões.
O U9 será movido pela chamada Plataforma e4, bem como pelo Sistema Inteligente de Controle Corporal DiSus-X desenvolvido pela BYD.
Tal como acontece com os carros BYD, o U9 terá uma bateria de fosfato de ferro-lítio, também conhecida como LFP — estes tipos de unidades de energia se tornaram cada vez mais populares entre os fabricantes de veículos elétricos, uma vez que não requerem metais caros como o cobalto, tornando-os mais acessíveis. A China é um mercado chave para a produção de LFP.
Embora o principal foco de produção e vendas da BYD esteja na China, a empresa tem como objetivo a expansão global.
No ano passado, a chinesa disse que iria abrir a primeira fábrica na Europa, e o governo húngaro confirmou nesta segunda-feira (26) que o primeiro-ministro Viktor Orban se reuniu com executivos da BYD no fim de semana para discutir planos para uma fábrica no país.
Persistem dúvidas sobre a possibilidade de expansão internacional, uma vez que a União Europeia e os EUA pretendem impulsionar os players nacionais de veículos eléctricos.
Entretanto, Pequim incentivou a expansão internacional dos fabricantes chineses de veículos elétricos no mais recente impulso para a indústria, que tem sido fortemente apoiada pelo governo via medidas como subsídios.
No Brasil, a BYD anunciou a primeira fábrica em Camaçari, na Bahia, com um investimento estimado em R$ 3 bilhões. A planta deve entrar em produção ainda este ano. A chinesa também tem uma unidade em Campinas, São Paulo, e prepara mais duas em território nacional.
*Com informações da CNBC
Liquidação do will bank ativa o Fundo Garantidor de Créditos; investidores precisam se cadastrar no app do FGC para solicitar o pagamento
A aérea anunciou acordo para aporte de US$ 100 milhões, além de emissão de ações para captar até US$ 950 milhões, com diluição de 80% da base acionária; a companhia também publicou um plano de negócios atualizado
A receita somou US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6%
A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central
Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida
O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição
A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar
Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza
Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações
O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.
Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo
Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista
O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar
Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab
Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora
O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil
Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada